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Archive for junho \30\+00:00 2008

O Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo da UFMS (CIBERJOR) realizou no último dia 20 de junho Seminário para inaugurar as atividades do Grupo. O Seminário teve a participação de pesquisadores, professores, profissionais e estudantes de jornalismo de Mato Grosso do Sul.

A palestra do Seminário foi realizada pelo coordenador do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Online da Universidade Federal da Bahia (GJOL/UFBA), professor Dr. Marcos Palacios, que falou sobre o “alargamento do jornalismo” a partir do advento internet. Palacios destacou que o ciberjornalismo não possui as limitações dos outros suportes midiáticos, como por exemplo televisão que tem o limite do tempo ou jornal impresso que tem o limite do espaço. Salientou ainda que o texto curto e rápido no ciberjornalismo é um mito implantado pelas empresas jornalísticas que não corresponde a realidade do meio.

Segundo Marcos Palacios, três aspectos marcam o desenvolvimento do ciberjornalismo, como a convergência das mídias e a tendência da integração das redações em todo mundo, a memória como elemento chave para o ciberjornalismo, pois as informações estão sempre e a qualquer momento disponíveis para o leitor e a interatividade que proporciona uma nova forma do fazer jornalístico, seja por demanda, seja pela participação da sociedade na produção da notícia.

O Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo da UFMS (CIBERJOR/UFMS) possui 12 pesquisadores entre professores e estudantes de jornalismo, sendo da UFMS Davi Trigueiro, Gerson Luiz Martins, Éser Cáceres, Márcio Licerre e Taís Tessaroli; da UCDB, Inara Silva; da Uniderp, Thaísa Bueno; da Estácio de Sá, Lucas Reino; e os estudantes da UFMS, Fernanda Lopes, Laryssa Caetano, Kleomar Carneiro e Catarine Sturza.

A primeira reunião do CIBERJOR/UFMS acontece no próximo dia 3 de junho, às 15h00, na UFMS.

Confira as fotos do Seminário:

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A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, SBPJor, abriu inscrições para o 3º Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. O Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo destina-se a reconhecer a qualidade do trabalho acadêmico realizado nas universidades ou nos centros/institutos de pesquisa credenciados/reconhecidos pelo MEC, valorizando a atuação individual dos pesquisadores. Sua finalidade é identificar anualmente quais os pesquisadores que apresentaram contribuições relevantes para o campo da pesquisa em jornalismo, de modo a construir/consolidar a identidade do nosso campo científico.

O prêmio objetiva reconhecer a contribuição de estudos e pesquisadores que fortalecem o jornalismo como campo de conhecimento científico no Brasil. Para a edição 2008, poderão concorrer os trabalhos apresentados/defendidos no ano pleno de 2007 (de 01 de janeiro a 31 de dezembro), desde que os trabalhos não tenham sido publicados integralmente e/ou premiados em outros concursos.

O Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo é atribuído em quatro modalidades:
A. Iniciação Científica, que premiará a melhor pesquisa em iniciação científica ou monografia de conclusão de curso no campo do jornalismo;
B. Mestrado, que premiará a melhor dissertação de mestrado no campo do jornalismo;
C. Doutorado, que premiará a melhor tese de doutorado no campo do jornalismo.
D. Sênior, que premiará a trajetória acadêmica e a contribuição do pesquisador para o campo do jornalismo.

O Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo, que será entregue em cerimônia pública pelo presidente da SBPJor, consiste em “Diploma e placa ao agraciado e a seu orientador nas categorias Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado”, além do homenageado na categoria Sênior.

A avaliação dos trabalhos inscritos será feita com base nos critérios de (1) mérito científico, (2) adequação ao tema ao campo do jornalismo, (3) metodologia, (4) uso correto da bibliografia, (5) originalidade e (6) inovação conceitual/teórica ou experimental/aplicada sobre o jornalismo.

Nas inscrições individuais são necessários:
A) Ficha de inscrição devidamente preenchida (enviada em arquivo digital anexo, separado).
B) Os trabalhos de iniciação científica e/ou monografia deverão ser apresentados na forma de um artigo para comunicação científica, conservando o título original, com um resumo de no máximo 10 linhas (em português), introdução, descrição da pesquisa, metodologia empregada, análise dos resultados, conclusões e referências bibliográficas. O trabalho deve ser enviado por e-mail (pagf2008@yahoo.com.br em arquivo PDF), acompanhado de uma declaração da instituição (em arquivo anexo) que ateste se o trabalho é de iniciação científica ou de monografia, período em que foi desenvolvido e professor orientador. No caso de trabalhos de iniciação científica, podem ser enviados trabalhos relativos a pesquisas em andamento ou concluídas em 2007 e, no caso de haver dois bolsistas de um mesmo projeto, o artigo deverá ser individual. O tamanho do texto deve ficar entre 40 mil a 60 mil caracteres (com espaços), incluindo bibliografia, fonte Times New Roman, corpo 12, em espaço 1,5. As comissões julgadoras não apreciarão trabalhos enviados fora destas especificações.
C) Para os trabalhos de mestrado e doutorado exigir-se-á o encaminhamento, vai e-mail (pagf2008@yahoo.com.br), com título, resumo e sumário descritivo dos capítulos do trabalho. O sumário descritivo deve ocupar no máximo 10 mil caracteres com espaço. Os trabalhos devem ser enviados com pseudônimo do autor e sem qualquer tipo de identificação do autor, do orientador e da instituição (no corpo do arquivo). Os trabalhos deverão ser encaminhados pelos próprios autores em arquivo PDF, via e-mail, acompanhados de uma declaração da Instituição atestando a aprovação e a nota obtida, bem como da ficha de inscrição com os dados de identificação, ambas em arquivo anexo, em separado. No corpo do texto do trabalho não deverá constar o nome do autor, e sim seu pseudônimo. Também não deverão constar os nomes do orientador nem da Instituição onde o trabalho foi desenvolvido, excluindo-se deste todos os agradecimentos ou citações que possam vir a identificar o autor do trabalho, sua instituição ou orientador.
D) Os trabalhos inscritos nas categorias Mestrado e/ou Doutorado devem, necessariamente, encaminhar, também em arquivo separado (versão PDF), a versão integral da dissertação e/ou tese, além do formato indicado na letra ‘C’, artigo 9º, deste Regulamento.
E) No caso da candidatura a Sênior, o proponente deverá enviar uma justifica da indicação do pesquisador, em que conste um resumo de sua trajetória acadêmica e de sua contribuição para o campo da pesquisa em jornalismo, de, no máximo, 10 mil caracteres (com espaço), em arquivo PDF, via e-mail (pagf2008@yahoo.com.br).

As inscrições encerram no dia 31 de julho.

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O Seminário de Ciberjornalimo promovido pelo CIBERJOR, Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo da UFMS, acontece nesta sexta-feira, dia 20 de junho. O evento terá a palestra do professor Dr. Marcos Palácios no auditório do CCHS/UFMS, em Campo Grande (MS).

O professor Dr. Marcos Palacios apresentará reflexão com o tema “O alargamento do campo jornalístico: panorama atual e cenários futuros” que faz referência ao desenvolvimento e perspectivas do Ciberjornalismo.

O professor Dr. Marcos Palacios é jornalista profissional, com experiência no jornalismo baiano (Tribuna da Bahia) e Ph.D. em Sociologia pela University of Liverpool, Inglaterra. Começou sua carreira acadêmica como docente na University College of Swansea, na Grã-Bretanha, em 1980, tendo trabalhado posteriormente no Centro de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará (UFPA), antes de se transferir para a Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1986. Foi coordenador de vários programas de pós-graduação nas áreas de Sociologia do Desenvolvimento e Comunicação Social, tendo sido um dos idealizadores do Centro de Estudos em Cibercultura da Faculdade de Comunicação (FACOM) da Universidade Federal da Bahia e do Projeto Sala de Aula de Educação à Distância. Atualmente, conjuntamente com o Prof. Elias Machado, coordena o Grupo de Pesquisa em Jornalismo Online (GJOL) da Faculdade de Comunicação da UFBA, onde é Professor Titular de Jornalismo.

O evento também marca o ato inaugural do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo (CIBERJOR) que possui 9 professores pesquisadores e 4 estudantes de graduação. Fazem parte do Grupo os professores José Márcio Licerrre, Gerson Luiz Martins, Taís Tellaroli, Éser Cáceres e Davi Santos da UFMS; Lucas Reino da Faculdade Estácio de Sá; Thaísa Bueno e Alexandre Maciel da Uniderp e Inara Silva da UCDB; e ainda os estudantes de Jornalismo da UFMS, Fernanda Lopes, Kleomar Carneiro, Laryssa Caetano e Catarine Sturza.

Serviço
Data: 20 de junho
Local: Auditório do CCHS/UFMS
Hora: 19h00
Inscrições: Gratuitas no Local
Emissão de Certificado

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Os coordenadores de cursos da área de comunicação de Mato Grosso do Sul avaliaram negativamente o processo de organização do Intercom Regional Centro-Oeste, realizado em Dourados, entre os dias 5 e 7 de junho. Segundo as repercussões, a organização local “foi amadora” o que provocou arranjos de última hora.

A principal reclamação diz respeito ao EXPOCOM. Não houve julgamento prévio dos trabalhos, procedimento rotineiro nos eventos anteriores, esse fato provocou a convocação, no local, de professores para julgar trabalhos. Conforme informações dos coordenadores de curso, algumas pessoas foram chamadas para avaliar trabalhos de sua própria instituição.

Os coordenadores dos cursos da área de comunicação enfatizam que essa situação prejudicou a credibilidade do evento, do Expocom e por conseguinte da própria Intercom. Muitos trabalhos, de qualidade, na fala dos coordenadores, não foram selecionados e portante deixaram de participar do Congresso nacional. Enfatizaram ainda que houve um centralização da coordenação local, o que não facilitou a participação dos cursos de Campo Grande. A chamada de participação somente ocorreu 30 dias antes do evento.

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Do Boletim da Fenaj

Está na pauta do Supremo Tribunal Federal o recurso extraordinário sobre a exigência do diploma de formação universitária específica para o exercício profissional do Jornalismo. A FENAJ considera que o momento é decisivo para a categoria. Por isso desencadeará nova e ampla mobilização em defesa dos interesses dos jornalistas.

A Executiva e a Coordenação Nacional da campanha em defesa do diploma reuniram-se em telereunião nesta quarta-feira (11/06). Foi definido um plano de Mobilização a ser implementado nos próximos dias. A idéia é envolver os Sindicatos da categoria, cursos de Jornalismo, entidades da área, movimentos sociais e todo o apoio material e político possíveis para sensibilizar o STF.

Para o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, o questionamento da exigência do diploma para o exercício do jornalismo revela “o inequívoco interesse empresarial em derrubar tal exigência como elemento central de desregulamentação da profissão”. Murillo considera, no entanto, que uma ampla movimentação da categoria neste momento será determinante.

Na próxima semana ,o advogado que defende o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e a FENAJ nesta ação, João Roberto Piza Fontes, entregará um memorial sobre esta questão aos ministros do STF.

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O Seminário de Ciberjornalismo promovido pelo CIBERJOR/UFMS terá a conferência do coordenador do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Online da UFBA, professor Dr. Marcos Palacios (foto). O evento acontece na sexta-feira, 20 de junho, às 19h00, no auditório do CCHS no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

O professor Dr. Marcos Palacios apresentará reflexão com o tema “O alargamento do campo jornalístico: panorama atual e cenários futuros” que faz referência ao desenvolvimento e perspectivas do Ciberjornalismo.

Na palestra, o professor Palacios coloca em questão as idéias correntes de que o “jornalismo está se tornando cada vez mais um processo conversacional”, no qual cresce a interatividade e a colaboração entre os produtores e consumidores da informação, a partir das suposições de que, primeiro, “as novas tecnologias de comunicação estão produzindo um alargamento do campo jornalístico e como conseqüência tensionando o lugar e as práticas do jornalista e de outros profissionais da comunicação enquanto agentes sociais produtores de informação/conhecimento na sociedade contemporânea”; segundo, “o campo alargado do jornalismo insere-se no fenômeno mais amplo da proliferação da informação na sociedade contemporânea, e portanto é afetado pelos parâmetros de economia da atenção com consequências nos modos de produzir, difundir e consumir o jornalismo” e terceiro, “essas transformações afetam os modelos de negócios vigentes nas empresas de comunicação em todo o mundo”.

Serviço:
O que: Seminário sobre Ciberjornalismo
Data: 20 de junho de 2008
Local: Auditório CCHS/UFMS
Hora: 19h00

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A Gerência do Trabalho e Emprego de Dourados não está mais encaminhando pedidos de pessoas que desejam tirar carteiras provisórias para o exercício da profissão de jornalista e nem irá renovar as carteiras vencidas ou que vencerão nos próximos anos, segundo informa o portal jornalístico Dourados News. Matéria do portal diz ainda que “com a medida, ficam autorizados a trabalhar somente aqueles que possuem formação superior em Jornalismo e quem possui a carteira definitiva para a profissão. A medida é válida somente para a cidade de Dourados”.

A matéria do portal enfatiza que, “segundo a legislação brasileira, é permitido o exercício da profissão de jornalista sem a formação superior em casos específicos, entre eles, em cidades que não possuam curso de Jornalismo com turmas formadas. Em Dourados (MS), com a formatura da 1ª turma de Jornalismo da Unigran, no ano passado, a brecha na lei foi fechada, e a Justiça fica legalmente impedida de emitir ou renovar os registros provisórios, como eram chamadas as permissões temporárias de três anos para exercício da profissão”.

E acrescenta “quem possui o registro definitivo, concedido pela Justiça, em grande parte para quem possui mais de 10 anos de exercício da profissão, poderá continuar atuando normalmente em igualdade com quem possui formação superior”.

A matéria destaca ainda que “quem estiver com a carteira de jornalista provisória vencida, já é considerado irregular na profissão, bem como pessoas que atuam na área sem ter ao menos a provisória, e são passíveis de denúncia na Justiça trabalhista por exercício ilegal da profissão”.

A notícia diz também que “nas outras cidades do Estado, exceto Campo Grande e Três Lagoas, que também possuem turmas formadas de jornalistas, as provisórias poderão continuar sendo emitidas de acordo com pareceres jurídicos, porém os jornalistas que tiverem a carteira provisória só podem atuar dentro do território de seus respectivos municípios”.

Segundo o portal jornalístico, “em Dourados o Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Região da Grande Dourados – Sinjorgran estuda meios para coibir o exercício ilegal da profissão dentro do município, que é a sede para outras 38 cidades. Para denunciar irregularidades na profissão, o e-mail do Sinjorgran é sinjorgran@yahoo.com.br . As denúncias serão encaminhadas para as autoridades competentes. Quando constatadas as irregularidades, tanto quem exerce a profissão ilegalmente, quanto a empresa podem ser punidos”.

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