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Capa do sítioweb Jornalismo - Prof. Gerson Martins

O sítioweb Jornalismo – Prof. Gerson Martins vai passar por uma reformulação geral, se adequará com as mais recentes tecnologias de publicação de textos e imagens e ainda terá atualização mais frequente. O objetivo do sítioweb, desde a primeira versão em 1998, é oferecer apoio aos estudantes de jornalismo como indicações de bibliografia, de portais na internet de interesse na área, notícias sobre jornalismo, indicação de eventos em jornalismo, fontes de pesquisa em jornalismo, além de oferecer fácil acesso às principais revistas e jornais em todo mundo.

Com o advento das redes sociais, protagonizada, principalmente, pelo Twitter, Facebook e Orkut, os blog’s foram deixados à margem. Muitos blogueiros que aderiram ao twitter não atualizam com a mesma frequencia o seu Blog. Esse fato também decorre das exigências de tempo para um texto mais longo e a possibilidade rápida e fácil para publicação de informações no twitter, principalmente pelo celular. A nova página de Jornalismo publicará as informações que seriam divulgadas pelo blog Redação Ciberjornalismo mantido pelo autor do sítioweb. Isso será possível graças ao novo formato para publicações, que facilitará a edição dos textos, das imagens e também do processo de publicação. A nova página na internet será um misto de portal e blog, com novo leiaut e com notícias publicadas de forma dinâmica.

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Prof. José Marques de Melo recebe homenagem da Unicap no 13º ENPJ

Por José Carlos Marques (Jornal Intercom)

Ao receber o título de Doutor Honoris Causa, outorgado pela Universidade Católica de Pernambuco, o Diretor Titular da Cátedra UNESCO de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, José Marques de Melo, advertiu a sociedade sobre o perigo de retrocesso institucional decorrente da mordaça imposta pelo Judiciário à imprensa brasileira.

Em discurso proferido no último dia 22 de abril de 2010, na cidade do Recife, o renomado professor declarou: “O revertério institucional decorrente da decisão do STF, declarando inconstitucional a lei de imprensa e abolindo, na seqüência, a obrigatoriedade do diploma para o exercício da nossa profissão, praticamente nos reconduz aos cenários que Luiz Beltrão vislumbrava no início dos anos 60, lutando pela formação universitária dos jornalistas. Mais grave ainda é a postura adotada pelo nosso Judiciário, arvorando-se como árbitro da liberdade de imprensa, amordaçando jornais e jornalistas, em todo o território nacional. Apesar da vigência do preceito constitucional que inibe o legislativo e coíbe o executivo para censurar a mídia, testemunhamos a profusão de sentenças judiciais que interferem no processo informativo, criando um ambiente emoldurado por grande perplexidade”.

O ato acadêmico da titulação ocorreu na solenidade de abertura do 13º. Encontro Nacional dos Professores de Jornalismo, dando início ao programa de comemorações dos 50 anos de fundação do Curso de Jornalismo liderado por Luiz Beltrão naquela universidade.

Formação dos jornalistas

Ao iniciar sua alocução, o orador defendeu a formação superior dos profissionais do Jornalismo, argumentando a partir da sua própria trajetória intelectual. “Há 50 anos cheguei a Pernambuco com uma idéia fixa na cabeça. Ser jornalista pleno e não um mero praticante do ofício, como eu me considerava naquela época. Tendo começado a improvisar reportagens e a exercitar artigos, em minha terra natal – Alagoas –, depois de um ano eu sabia fazer o trivial na redação do jornal diário em que exercia a profissão. Mas me considerava jornalista pela metade, porque aprendera ofazer, mas não detinha o saber. Ambicionando muito mais eu desejava conhecer os fundamentos do jornalismo, sua natureza, suas implicações sócio-culturais.”

Matriculado na primeira turma de jornalistas ingressantes na UNICAP, em 1961, José Marques de Melo formou-se em 1964, tendo percorrido intensa trajetória profissional, que o credencia para reiterar a “vigilância” permanente às novas gerações, tal como o fizera Rui Barbosa, há quase um século.

“A nossa posição na vida profissional deve ser exatamente a de vigilantes. Vigilantes para que as informações fornecidas ao público sejam verdadeiras e exatas, vigilantes para que elas sejam dotadas de honestidade e respeito à dignidade humana”.

Consciência crítica

Alertou, especialmente os jovens, para aquelas pressões exercidas pelo poder econômico: “Ao lutar pelo desenvolvimento que dinamiza a melhoria das condições de vida na sociedade, compete ao jornalista discernir o que interessa soberanamente ao povo brasileiro, precavendo-se em relação às pressões do poder econômico, inclusive dos grupos exógenos, hoje rotulados como empresas multinacionais.”

Finalmente, convocou os jornalistas brasileiros a resgatar a lição proferida por Luiz Beltrão, ao publicar em 1960 o livro clássico Iniciação à Filosofia do Jornalismo, fruto da sua experiência como jornalista atuante na imprensa nacional e observador crítico da imprensa mundial.

“Como expressiva parcela do povo o jornalista não deve permanecer passivo diante dos problemas, limitando-se a expô-los ou  criticá-los leviana e inconseqüentemente. A  sua posição é de um efetivo participante da elaboração do Direito, da luta pelo desenvolvimento constante das condições econômicas e sociais das comunidades a cujo serviço se encontra, de contribuinte na obra de entrosamento dos cidadãos na vida política da nação, de colaborador permanente na tarefa da paz e do entendimento entre todos os povos do mundo.”

História de vida

José Marques de Melo é jornalista profissional desde 1959, quando começou a trabalhar na imprensa alagoana, prosseguindo nos jornais da cidade do Recife e finalmente atuando na mídia nacional instalada em São Paulo. Dedicando-se particularmente ao ensino e à pesquisa, foi o primeiro acadêmico brasileiro a conquistar o título de Doutor em Jornalismo. Docente fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, tem mais de 50 livros publicados, dentre eles Teoria do Jornalismo (Paulus, 2006), Jornalismo, forma e conteúdo (Difusão, 2009), Jornalismo, compreensão e reinvenção (Saraiva, 2009) e Gêneros Jornalísticos no Brasil (Metodista, 2010).  Colunista da revista Imprensa, exerce atualmente o cargo de Diretor Titular da Cátedra UNESCO de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo. Recebeu os títulos de Pesquisador Senior, concedido pela Sociedade Brasileira dos Pesquisadores de Jornalismo (2009) e Comunicador da Paz, outorgado pelas Organizações Católicas de Comunicação da América Latina (2010).

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Autora da pesquisa sobre ensino de ciberjornalismo, Catarine Sturza

Pesquisa sobre o ensino de ciberjornalismo nas universidades de Mato Grosso do Sul será apresentada durante o 9º Ciclo de Pesquisa em Ensino de Jornalismo que acontece em Recife (PE), entre os dias 21 e 23 de abril, no 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo. O evento é organizado pelo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e será realizado na Universidade Católica de Pernambuco.

A pesquisa foi desenvolvida pela acadêmica de jornalismo e participante do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo (CIBERJOR) da UFMS, Catarine Sturza em projeto de Iniciação Científica, orientada pelo professor Dr. Gerson Luiz Martins. Foram aplicados questionários entre professores e alunos dos cursos de Jornalismo de quatro universidades e uma faculdade do estado, na UCDB, Unigran, UFMS, Uniderp e Estácio de Sá, entre os meses de fevereiro e maio de 2009.

O texto final da pesquisa, transformado em artigo científico, foi aprovado para apresentação no Grupo de Pesquisa Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino, coordenado pelo professor da PUC do Rio de Janeiro, Leonel Aguiar.

Segundo o coordenador do CIBERJOR-UFMS, professor Dr. Gerson Luiz Martins, a pesquisa trata de um segundo momento do projeto nacional para levantar o estado da arte do ensino de ciberjornalismo no Brasil. A primeira pesquisa, também por meio do Programa de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC, foi realizada no Rio Grande do Norte, em 2007, no Curso de Jornalismo da UFRN.

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Prof. Dr. Mario Luiz Fernandes, membro da Comissão do Programa de Mestrado em Comunicação da UFMS

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP) da UFMS constitui Comissão de professores do Departamento de Jornalismo da UFMS para trabalhar no projeto de criação do Curso de Mestrado em Comunicação da instituição. A Comissão, composta pelos professores Gerson Luiz Martins, Márcia Gomes e Mario Luiz Fernandes, tem até o dia 30 de abril para apresentar o primeiro esboço do projeto. A CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, órgão do Ministério da Educação que é responsável pela aprovação e regulamentação dos cursos de mestrado e doutorado, prorrogou o prazo para ingresso de novas propostas de mestrado até o dia 30 de junho.

O corpo de professores do Departamento de Jornalismo, integrado pelos doutores Daniela Ota, Gerson Luiz Martins, Greicy França, Marcelo Cancio, Marcia Gomes, Mario Fernandes e Mario Ramires, trabalham em reuniões diárias desde o dia 25 de março para montar o projeto. Na última semana, os professores fizeram reuniões diárias para formatar o Regimento do Programa de Mestrado em Comunicação.

Segundo o professor Dr. Mario Luiz Fernandes, a previsão que o texto final do projeto fique pronto até o final de maio, quando será entregue a PROPP/UFMS para parecer final e inscrição no portal da CAPES. Se o projeto for aprovado no decorrer deste ano, há probabilidade do curso iniciar em março de 2011.

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Capa do livro Gêneros Jornalísticos no Brasil

Por Lidiane Dini

Esboçar o quadro dos gêneros jornalísticos praticados pela mídia brasileira é o objetivo do mais novo livro organizado pelo professor José Marques de Melo, com o título ‘Gêneros Jornalísticos no Brasil’. Resultado de uma reflexão coletiva proposta aos seus alunos de pós-graduação, em busca de saídas para a crise enfrentada pelo jornalismo no país, a obra será lançada nacionalmente no dia 22 de abril, na cidade do Recife, durante o XIII Encontro Nacional dos Professores de Jornalismo, promovido pela Universidade Católica de Pernambuco e pelo Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo – FNPJ.

Lançado pela Editora da Universidade Metodista de São Paulo — EdUMESP, o título é organizado em parceria com Francisco de Assis, que também assina dois textos da coletânea. Além dele, outros nove estudantes de pós-graduação do curso de mestrado e doutorado da UMESP colaboram com o estudo.

Sobre o livro

Ao todo são 13 textos — além do prefácio, apresentação e introdução — que preenchem as páginas do volume e desenham o cenário teórico e prático dos gêneros jornalísticos no Brasil. Eles estão disponíveis ao leitor em dois conjuntos ensaísticos: enquanto o primeiro é formado por estudos gerais, que pretendem classificar e conceituar os diversos tipos de gêneros, formatos e tipos cultivados pela mídia contemporânea, o segundo conjunto de textos é constituído por análises que desvendam sua utilidade potencial, visando à aplicação nas rotinas profissionais.

A proposta não é esgotar o tema, mas preencher uma lacuna que tem provocado inquietação entre pesquisadores, professores, alunos e profissionais de jornalismo. A idéia é oferecer uma revisão crítica e atualizada sobre o tema, ao mesmo tempo em que estimula novas perspectivas para que outras reflexões sejam desenvolvidas.

“Como alguém que se dedica ao tema há muitos anos, é com propriedade que ele indica os caminhos para a passagem daqueles que querem aprofundar e continuar o percurso teórico, ajudando a compreender as categorias jornalísticas que estruturam a exposição de conteúdos dos meios jornalísticos”, afirma Cicilia M. Krohling Peruzzo, doutora em Ciências da Comunicação, que assina o Prefácio da obra. Ela ressalta, ainda, a importância das próprias revisões que Marques de Melo vem fazendo na classificação dos gêneros propostos ao longo do tempo, necessária por terem como base estudos empíricos sobre realidades sempre em transformação.

“Uma tentativa de resgatar a identidade jornalística numa conjuntura minada por vaticínios desestabilizadores, apregoando o “ocaso do jornalismo”, ou sugerindo a passagem a uma espécie de pós-jornalismo”, como reitera Marques de Melo na Introdução. Trata-se de obra de apoio didático para alunos e professores de Jornalismo, bem como de roteiro útil aos jovens que se iniciam na profissão, mas não tiveram treinamento suficiente no exercício dos gêneros jornalísticos.

Sobre os autores

Os autores dos textos de ‘Gêneros Jornalísticos no Brasil’ são pesquisadores que passaram por aulas ministradas por Marques de Melo entre os anos de 1994 e 2009, período em que o professor Marques de Melo orientou, na Umesp, mais de 10 pesquisas de pós-graduação sobre o tema. Além de Francisco de Assis, doutorando em Comunicação Social e professor do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Taubaté (SP), assinam os textos outros alunos e ex-alunos da Universidade Metodista de São Paulo: Ana Regina Rêgo, doutoranda pela Umesp e pela Universidade Autônoma de Barcelona; Daniela Bertocchi, mestre em Ciberjornalismo e professora em Jornalismo Multimídia na Facamp; Guilherme Jorge de Rezende, doutor em Comunicação Social, professor e coordenador do Curso de Jornalismo na Universidade Federal de São João Del-Rei; Janine Marques Passini Lucht, doutora em Comunicação Social, professora e coordenadora do Curso de Jornalismo na ESPM, em Porto Alegre; Lailton Alves da Costa, mestre em Comunicação Social e editor do Jornal de Tocantins, em Palmas (TO); Laura Conde Tresca, mestre em Comunicação Social; Maria Isabel Amphilo, doutoranda em Comunicação Social; Tyciane Cronemberger Viana Vaz, doutoranda em Comunicação Social; Virgínia Salomão, doutora em Comunicação Social e professora do Curso de Jornalismo da Universidade Paulista – UNIP.

O coordenador do livro, José Marques de Melo, é doutor em Jornalismo pela Universidade de São Paulo, onde fundou o Departamento de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo e diretor-titular da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. Preside também a Federação Brasileira das Sociedades Científicas e Associações Acadêmicas de Comunicação – SOCICOM – e coordena o Grupo de Pesquisa sobre Gêneros Jornalísticos da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

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Prof. Dr. José Marques de Melo, cientista do jornalismo brasileiro

Prof. Dr. José Marques de Melo, cientista do jornalismo brasileiro

José Marques de Melo exerce o jornalismo há 50 anos, de forma simultânea ou alternada, nas redações ou na universidade, transitando entre a práxis e a teoria. O lançamento de Vestígios da travessia, livro autobiográfico e antológico, contribui de forma sensível para o resgate e perpetuação da memória do jornalismo brasileiro.

A primeira parte contém a narrativa do percurso entre a comunidade sertaneja e a metrópole paulistana. A segunda parte reúne uma amostra seletiva de textos publicados pelo autor nas diversas etapas da sua vida jornalística, desde os exercícios de aprendiz aos mais recentes escritos da maturidade.
Trata-se de livro útil aos jovens que ingressam na profissão, obra ilustrativa para os docentes que buscam referências textuais capazes de dinamizar suas aulas e narrativa importante para os veteranos jornalistas que podem recordar os tempos vividos. Interessa também aos cidadãos que usufruem cotidianamente a da crítica do jornalismo. O livro será lançado nacionalmente no dia 10 de março de 2009,  na Livraria Saraiva do Shopping Paulista, a partir das 19 horas, durante o Café Intercom, na cidade de São Paulo e poderá ser encontrado nas livrarias de todo o país, inclusive na rede de livrarias universitárias supervisionada pela ABEU – Associação Brasileira de Editoras Universitárias.

Confira alguns trechos do livro:

Meio século de jornalismo radical

“Vejo com apreensão as múltiplas turbulências que o campo do Jornalismo enfrenta nesta passagem de século. Mudanças tecnológicas, sociográficas e geopolíticas atropelam os processos de produção noticiosa, impondo ajustes aos novos tempos. Profissionais, empresários e educadores procuram soluções consensuais para corresponder às novas demandas do mercado e da sociedade. (..)
Perplexos, testemunhamos as tentativas esboçadas por agentes dos poderes executivo, legislativo judiciário, no sentido de minar o edifício que sustenta a liberdade de imprensa. Artifícios ostensivos ou dissimulados começam a despontar em cadeia, resultando em atos que restringem ou inibem o desempenho profissional dos jornalistas. Se não houver uma constante vigilância da sociedade corremos o perigo de retrocesso.
Precisamos evitar que esse sentimento de vazio institucional se transforme em alavanca capaz de acionar um tipo de voluntarismo atroz, conduzindo jornalistas bem intencionados, geralmente movidos por equívoca “missão civilizatória”, a praticar justiça com as próprias mãos, na verdade retrocedendo aos tempos da barbárie.
Vestígios da travessia: da imprensa à internet (São Paulo, Paulus / Maceió, Edufal, 2009),  livro retrospectivo, pretende contribuir para neutralizar desvio de tal magnitude.
Na primeira parte, faço um relato autobiográfico, destacando episódios da trajetória percorrida entre a comunidade sertaneja e a metrópole globalizada. Na segunda parte, selecionei textos publicados nesses 50 anos de intensa travessia jornalística. Eles evidenciam as diferentes fases da minha atividade narrativa, desde os exercícios de aprendiz até as mais recentes expressões da maturidade. “

José Marques de Melo (Autor) – Introdução

Incansável guerreiro da comunicação

“ Eis uma admirável travessia: passo a passo, desde os primeiros passos do menino que deixou a sua aldeia numa barranca do rio Ipanema, no sertão de Alagoas, para buscar o saber nas cidades grandes da beira do mar. E daí, em busca incessante, atravessou o mar, transpôs as portas de universidades da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa, fez-se mestre – o professor José Marques de Melo, pesquisador incansável, trabalhador intelectual em tempo integral, autoridade reconhecida no Brasil e no Exterior como um dos mais profundos conhecedores das Ciências da Comunicação.

Os caminhos percorridos por esse incansável guerreiro da Comunicação são múltiplos. Da gestão acadêmica à organização de seminários, encontros, congressos, fundação e direção de publicações especializadas, como boletins, revistas e a publicação de livros, muitos livros. É, provavelmente, o autor com mais títulos publicados sobre estudo de Jornalismo e Comunicação no Brasil .”

Audálio Dantas – Jornalista – Autor do Prefácio

O maior anatomista do jornalismo

“ Em matéria de jornalismo José Marques penetrou todos os seus meandros, revirou-lhe todas as vísceras, tornando-se o maior anatomista do jornalismo brasileiro. No Brasil, ninguém melhor do que ele disseca o jornalismo em sua estrutura técnico-científica, matizando-o com cores bem vivas e atraentes.

Afora um monte de livros que já pôs em circulação, infelizmente pouco divulgados em Alagoas, agora entrega ao leitor Vestígios da travessia, uma obra que se destina a marcar os seus 50 anos de jornalismo. Ainda bem que os alagoanos são compensados mensalmente com a leitura da revista Imprensa, onde José Marques de Melo aparece entre os melhores colunistas. “

Antonio Sapucaia Jurista – autor do Prólogo

O jornalista enveredando pela cultura popular

“ Jornalista do batente nos inícios, pesquisador do jornalismo na seqüência, teórico da comunicação na maturidade, todas as fases da sua caminhada estão descritas no livro que as contêm sem densidade, fluindo como um Ipanema amansado. De muitas ocorrências documentadas presto testemunho pessoal, sobretudo do contido nos artigos opinativos da Página dos Municípios do Jornal de Alagoas, onde assuntos polêmicos eram tratados com a coragem necessária ao enfrentamento das incompreensões, não apenas da Província mas até mesmo de habitantes da aldeia: a maconha de Santana do Ipanema (então um dos principais pólos produtores do Brasil), a questão do Grupo Escolar da Camuxinga (a quase desabar sobre as crianças de um bairro de periferia), a construção das novas igrejas (para barrar o incipiente avanço do protestantismo na comunitas) …
Re/descubro finalmente na leitura deste fascinante livro um novo ponto de convergência a nos unir: o jornalista enveredando pela folkcomunicação, o ecólogo pela folkecologia, ambos mantendo-se fiéis às suas origens e ao seu povo, acesos pela paixão da nossa cultura mais popular, depositários que fomos/somos dos seus frutos, agora na ânsia responsável de reparti-los. Uma diferença, porém, devo novamente realçar: do outro lado do espelho, espreita-me uma imagem muito melhor, a do autor de “Vestígios da Travessia”, ampliada por dimensões de colosso e colorida por ressonâncias magníficas.  “
José Geraldo Wanderley Marques – Biólogo, autor do Preâmbulo

Ícone no mundo universitário comunicacional

“ Quando iniciei a leitura  de Vestígios da Travessia  fiquei  impressionada com  os nominados Vestígios a serem avaliados pelo grupo escolhido para esta conversa de fim de noite-início do novo dia, quando o autor continuará na marcha veloz e  sem retorno iniciada  na infância quando seu pai saiu  definitivamente de Palmeira dos Índios para Santana do Ipanema.
José Marques de Melo se fez conhecido no mundo nacional e internacional midiático como alguém  que participou da cientificização do velho (de duzentos anos) jornalismo brasileiro. Através da criação de cursos universitários  e de pesquisas sobre a imprensa escrita, falada e televisiva, este  palmeirense dublê de santanense é hoje ícone no mundo universitário comunicacional,  participando também  da  quase desconhecida do grande público – Ciência da Comunicação.

Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros – Antropóloga, autora do Posfácio

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O presidente da OAB-MS, Fábio Trad, confirmou nesta manhã a participação da OAB-MS no Colóquio “Direitos da Criança na Mídia” promovido pelo Comitê de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul. O evento está previsto para o mês de março de 2009 e vai debater os direitos da criança na programação das emissoras de rádio, TV, além das matérias nos jornais impressos e na internet no estado.

O Comitê de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul
é composto pelos representantes do Conselho Regional de Psicologia, Marco Aurélio Naveira; Sindicatos dos Jornalistas, Alexandre Maciel; Girassolidário, Ivanise Andrade; OAB-MS, Lairson Palermo; FNPJ, Gerson Luiz Martins e Ecomunicadores dos Matos, Yara Medeiros.


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Fundadores da SOCICOM, em Natal, setembro de 2008

Fundadores da SOCICOM, em Natal, setembro de 2008

Por José Marques de Melo

Instalado oficialmente no dia 1 de dezembro de 2008, na cidade de São Paulo, o Conselho Deliberativo da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação – SOCICOM – aprovou o Plano de Metas da entidade para o biênio 2008/2010, priorizando ações que focalizam a presença da academia no espaço público, mas destacando a difusão da produção científica brasileira no âmbito mundial das ciências da comunicação.

A SOCICOM foi fundada em Natal (RN), no dia 2 de setembro passado, sendo constituída por 12 associações nacionais do campo comunicacional,  incluindo as entidades representativas das áreas disciplinares (Jornalismo, Relações Públicas e Cinema), bem como os espaços interdisciplinares (história da mídia, cibercultura, folkcomunicação, economia política da comunicação).

A liderança da federação foi confiada aos representantes das duas maiores e mais antigas associações da área  – o presidente José Marques de Melo (INTERCOM) e a vice-presidente, Ana Silvia Médola (COMPÓS). Os demais cargos da diretoria estão ocupados por representantes de entidades mais recentes – a diretora de relações internacionais – Margarida Kunsch é presidente da ABRAPCORP; o diretor de relações internacionais – Elias Gonçalves Machado – é ex-presidente da SBPJOR e a diretora Anita Simmis é presidente da ULEPICC – Brasil.

No ato da sua instalação, o Conselho Deliberativo da SOCICOM elegeu o fundador da ULEPICC, César Bolaño, como seu presidente para o biênio 2008/2010, que por sua vez convidou Betânia Maciel, presidente da FOLKCOM, para ocupar a função de Secretária da primeira reunião ordinária.

Espaço público

Dentre as ações substantivas da nova federação, duas metas foram destacadas no plano nacional: 1) diálogo com representantes do Estado –  MCT, MECCNPq, CAPES, Ministério das Comunicações, ANATEL – e da Sociedade Civil – Academia Brasileira de Ciências, SBPC, ANJ, ABERT, Fórum Nacional para Democratização da Comunicação, etc.;  2)  Acompanhamento de assuntos relacionados com a área de Comunicação, ao longo dos próximos dois anos, através das audiências públicas na Câmara, no Senado e nos Ministérios. No âmbito internacional, a focalização orienta-se para atingir três alvos: 1) Interlocução mais intensa com a comunidade internacional da área, 2) Fortalecimento da Comunidade Ibero-Americana de Ciências da Comunicação,  3) Disseminação do Pensamento Comunicacional Brasileiro no exterior. O primeiro passo para alcançar objetivos dessa natureza é a realização, no Brasil, em 2010, do I Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana – ORBIAMERICOM.

Associações constituintes

A fundação da SOCICOM teve a participação de doze associações nacionais, devidamente instituídas:  Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom; Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação – Compós; Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação Organizacional e Relações Públicas –  Abrapcorp; do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo – FNPJ ; Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor ; União Latina de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura – Seção Brasileira – Ulepicc-Brasil; Associação Brasileira de Ciberecultura – ABCiber;  Associação Brasileira de Pesquisa em História da Mídia – Alcar; Associação Brasileira de Pesquisa em Folkcomunicação –  Folkcom;  Associação Brasileira de Jornalismo Científico – ABJC; Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual – Socine; e Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual – Forcine.

A federação edita periodicamente o Jornal da SOCICOM e tem sede na cidade de São Paulo, Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2050 – conj. 36/38, no bairro da Bela Vista, região central da Cidade de São Paulo (junto à Estação Brigadeiro do Metrô e próximo à Avenida Paulista). Email: socicom@intercom.org.br

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Editor geral da Bibliocom, professor Dr. José Marques de Melo

Editor geral da Bibliocom, professor Dr. José Marques de Melo

Por José Marques de Melo

A Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – INTERCOM – lança no dia 8 de dezembro, um novo periódico eletrônico dedicado a publicar resenhas.  O ato está agendado para as 18 horas, no auditório da INTERCOM Brigadeiro – Av. Brigadeiro Luis Antonio,  2050 – conj. 36/38 – São Paulo, cep: 01318-002, SP, com a participação dos presidentes da diretoria executiva, Antonio Hohlfeldt (pucrs), e do conselho curador,  Anamaria Fadul (USP), bem como do diretor editorial, Osvando de Morais (UNISO).

BIBLIOCOM será uma revista bimestral de divulgação, análise e crítica da produção bibliográfica, hemerográfica e reprográfica em ciências da  comunicação. As áreas temáticas focalizadas são:  Jornalismo –  Publicidade e Propaganda – Relações Públicas – Comunicação Audiovisual –  Comunicação Multimídia –  Comunicação Especializada – Comunicação, Espaço e Cidadania – Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

Edição inaugural

A primeira edição, referente ao bimestre novembro e dezembro de 2008,  contém  9  resenhas:
A arte de adestrar focas para exercer a vigilância do cotidiano – Maria do Socorro F. Veloso (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Clássicos do jornalismo: teutos e ianques – Frederico de Mello Brandão Tavares (Universidade do Vale dos Sinos); Pesquisadores brasileiros revisitam clássicos do rádio – Clovis Reis (Universidade Regional de Blumenau); Vitrines sedutoras: da botica ao drugstore – Scarleth O`Hara (Universidade Federal do Pará); Inclusão social e representação midiática – Fernanda Coelho (Universidade Federal de Juiz de Fora); Folkcomunicação para leitores do século XXI – Maria Érica de Oliveira Lima (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Relações Públicas: o Ivy Lee brasileiro – José Marques de Melo (Universidade Metodista de São Paulo); Quem tem olhos vai à China  – Laércio Arruda (Universidade Anhembi-Morumbi); Observador privilegiado amplia os horizontes da propaganda  – Luiz Fernando Dabul Garcia (Escola Superior de Propaganda e Marketing). A primeira edição de INTERCOM – BIBLIOCOM é aberta com o dossiê escrito por Cristina Schmidt (Universidade de Mogi das Cruzes) –  Folkcomunicação: estado do conhecimento sobre a disciplina.

Corpo editorial

A publicação de INTERCOM – BIBLIOCOM conta com a colaboração de uma Comissão Editorial, integrada por Osvando José de Morais, J. B. Pinho, Jorge Duarte, Valério Brittos.
A edição foi confiada à seguinte equipe: Editor: José Marques de Melo (UMESP).   Editores Associados: Beatriz Dornelles (PUCRS), Clovis Reis (FURB), Cristina Schmidt (UMC), Cosette Castro (UNESP), Edison Dalmonte (FSBA), Gerson Luiz Martins (UFMS), Gilson Monteiro (UFAM), Jean-Charles Zozzoli (UFAL), Luiz Alberto Farias (USP), Mirtes Torres (UFAL), Paulo Schettino (UNISO), Rosangela Marçolla (UNIMAR), Rossana Gaia (CEFET-AL), Sandra Tosta (PUC Minas),  Scarleth O`Hara (UFPA), Socorro Veloso (UFRN).

A produção ficará sob a responsabilidade de Jovina Fonseca (Assistente editorial) e de Gênio Nascimento (Webdesigner).

Colaborações

Originais de resenhas destinados ás próximas edições estão sendo recebidos para exame e seleção. Os textos devem conter título, referências bibliográficas completas das obras resenhadas: autor, título, editor, local de publicação, data, número de páginas, ISBN. São aceitas para avaliação as resenhas de obras publicadas no biênio 2007-2008, desde que contenham, no mínimo, 5 mil caracteres e, no máximo,  20 mil caracteres.

Não serão aceitas as resenhas de publicações enquadradas no universo da “literatura cinzenta”: teses, papers, apostilas e similares. Também não serão consideradas as resenhas de artigos isolados publicados em periódicos. Contudo, são bem-vindas as resenhas de e-books, e-journals e similares.

O texto da resenha deve incluir título, breve descrição do conteúdo da obra e perfil resumido do autor, além naturalmente da apreciação feita pelo resenhista e dos respectivos comentários e argumentos. A remessa deve ser feita para: bibliocom@intercom.org.br

Os autores devem se identificar – nomes completos, endereços, vinculação institucional etc. As colaborações são voluntárias, não havendo qualquer remuneração pecuniária. Somente são aceitas para avaliação as resenhas que cheguem acompanhadas da autorização dos autores para publicação não remunerada.

Publicações

INTERCOM – BIBLIOCOM também está recebendo das editoras exemplares de publicações exclusivamente referentes ao universo das ciências da comunicação, que podem vir a ser recomendadas aos seus resenhistas. As obras enviadas não serão devolvidas, mesma aquelas não recomendadas para resenha.

As obras a serem resenhadas abrangem as seguintes áreas temáticas: Jornalismo –  Publicidade e Propaganda – Relações Públicas – Comunicação Audiovisual –  Comunicação Multimídia –  Comunicação Especializada – Comunicação, Espaço e Cidadania – Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

As obras devem ser enviadas para BIBLIOCOM – INTERCOM Brigadeiro – Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2050 – conj. 36/38 – São Paulo, cep: 01318-002, SP.

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Reunião do Comitê de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul

Reunião do Comitê de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul

O Comitê Estadual de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul programou para o próximo ano, em março, a realização de um Seminário para marcar a sua instalação. O Seminário terá como tema “Direitos da Criança na Mídia”  e tem prevista a participação da psicóloga Ana Bocchi, representante do Conselho Regional de Psicologia; do jornalista Guilherme Canela, representante da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi); de um representante da OAB-MS, além de um representante do Sindicato dos Jornalistas.

No Seminário também acontece o lançamento dos livros Políticas Públicas Sociais e os Desafios para o Jornalismo publicado pela Andi e Formação Superior em Jornalismo, organizado pela Fenaj.

A programação do Seminário prevê a realização de um painel para discutir o tema geral, no período da manhã e à tarde haverá oficinas sobre temas que tratam da democratização da comunicação.

O Comitê de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul é composto pelos representantes do Conselho Regional de Psicologia, Marco Aurélio Portocarrero Naveira; da OAB-MS, Lairson Palermo; do Sindicato dos Jornalistas, Clayton Sales e Alexandre Maciel; do Curso de Jornalismo da UFMS, Daniela Ota; do Curso de Jornalismo da UCDB, Jacir Zanata; da ong Educomunicadores dos Matos, Yara Medeiros; da ong Girassolidário, Juliana Feliz e do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Gerson Luiz Martins.

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