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Archive for the ‘Mestrado em Jornalismo’ Category

Prof. Dr. Mario Luiz Fernandes, membro da Comissão do Programa de Mestrado em Comunicação da UFMS

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP) da UFMS constitui Comissão de professores do Departamento de Jornalismo da UFMS para trabalhar no projeto de criação do Curso de Mestrado em Comunicação da instituição. A Comissão, composta pelos professores Gerson Luiz Martins, Márcia Gomes e Mario Luiz Fernandes, tem até o dia 30 de abril para apresentar o primeiro esboço do projeto. A CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, órgão do Ministério da Educação que é responsável pela aprovação e regulamentação dos cursos de mestrado e doutorado, prorrogou o prazo para ingresso de novas propostas de mestrado até o dia 30 de junho.

O corpo de professores do Departamento de Jornalismo, integrado pelos doutores Daniela Ota, Gerson Luiz Martins, Greicy França, Marcelo Cancio, Marcia Gomes, Mario Fernandes e Mario Ramires, trabalham em reuniões diárias desde o dia 25 de março para montar o projeto. Na última semana, os professores fizeram reuniões diárias para formatar o Regimento do Programa de Mestrado em Comunicação.

Segundo o professor Dr. Mario Luiz Fernandes, a previsão que o texto final do projeto fique pronto até o final de maio, quando será entregue a PROPP/UFMS para parecer final e inscrição no portal da CAPES. Se o projeto for aprovado no decorrer deste ano, há probabilidade do curso iniciar em março de 2011.

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Capa do livro Gêneros Jornalísticos no Brasil

Por Lidiane Dini

Esboçar o quadro dos gêneros jornalísticos praticados pela mídia brasileira é o objetivo do mais novo livro organizado pelo professor José Marques de Melo, com o título ‘Gêneros Jornalísticos no Brasil’. Resultado de uma reflexão coletiva proposta aos seus alunos de pós-graduação, em busca de saídas para a crise enfrentada pelo jornalismo no país, a obra será lançada nacionalmente no dia 22 de abril, na cidade do Recife, durante o XIII Encontro Nacional dos Professores de Jornalismo, promovido pela Universidade Católica de Pernambuco e pelo Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo – FNPJ.

Lançado pela Editora da Universidade Metodista de São Paulo — EdUMESP, o título é organizado em parceria com Francisco de Assis, que também assina dois textos da coletânea. Além dele, outros nove estudantes de pós-graduação do curso de mestrado e doutorado da UMESP colaboram com o estudo.

Sobre o livro

Ao todo são 13 textos — além do prefácio, apresentação e introdução — que preenchem as páginas do volume e desenham o cenário teórico e prático dos gêneros jornalísticos no Brasil. Eles estão disponíveis ao leitor em dois conjuntos ensaísticos: enquanto o primeiro é formado por estudos gerais, que pretendem classificar e conceituar os diversos tipos de gêneros, formatos e tipos cultivados pela mídia contemporânea, o segundo conjunto de textos é constituído por análises que desvendam sua utilidade potencial, visando à aplicação nas rotinas profissionais.

A proposta não é esgotar o tema, mas preencher uma lacuna que tem provocado inquietação entre pesquisadores, professores, alunos e profissionais de jornalismo. A idéia é oferecer uma revisão crítica e atualizada sobre o tema, ao mesmo tempo em que estimula novas perspectivas para que outras reflexões sejam desenvolvidas.

“Como alguém que se dedica ao tema há muitos anos, é com propriedade que ele indica os caminhos para a passagem daqueles que querem aprofundar e continuar o percurso teórico, ajudando a compreender as categorias jornalísticas que estruturam a exposição de conteúdos dos meios jornalísticos”, afirma Cicilia M. Krohling Peruzzo, doutora em Ciências da Comunicação, que assina o Prefácio da obra. Ela ressalta, ainda, a importância das próprias revisões que Marques de Melo vem fazendo na classificação dos gêneros propostos ao longo do tempo, necessária por terem como base estudos empíricos sobre realidades sempre em transformação.

“Uma tentativa de resgatar a identidade jornalística numa conjuntura minada por vaticínios desestabilizadores, apregoando o “ocaso do jornalismo”, ou sugerindo a passagem a uma espécie de pós-jornalismo”, como reitera Marques de Melo na Introdução. Trata-se de obra de apoio didático para alunos e professores de Jornalismo, bem como de roteiro útil aos jovens que se iniciam na profissão, mas não tiveram treinamento suficiente no exercício dos gêneros jornalísticos.

Sobre os autores

Os autores dos textos de ‘Gêneros Jornalísticos no Brasil’ são pesquisadores que passaram por aulas ministradas por Marques de Melo entre os anos de 1994 e 2009, período em que o professor Marques de Melo orientou, na Umesp, mais de 10 pesquisas de pós-graduação sobre o tema. Além de Francisco de Assis, doutorando em Comunicação Social e professor do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Taubaté (SP), assinam os textos outros alunos e ex-alunos da Universidade Metodista de São Paulo: Ana Regina Rêgo, doutoranda pela Umesp e pela Universidade Autônoma de Barcelona; Daniela Bertocchi, mestre em Ciberjornalismo e professora em Jornalismo Multimídia na Facamp; Guilherme Jorge de Rezende, doutor em Comunicação Social, professor e coordenador do Curso de Jornalismo na Universidade Federal de São João Del-Rei; Janine Marques Passini Lucht, doutora em Comunicação Social, professora e coordenadora do Curso de Jornalismo na ESPM, em Porto Alegre; Lailton Alves da Costa, mestre em Comunicação Social e editor do Jornal de Tocantins, em Palmas (TO); Laura Conde Tresca, mestre em Comunicação Social; Maria Isabel Amphilo, doutoranda em Comunicação Social; Tyciane Cronemberger Viana Vaz, doutoranda em Comunicação Social; Virgínia Salomão, doutora em Comunicação Social e professora do Curso de Jornalismo da Universidade Paulista – UNIP.

O coordenador do livro, José Marques de Melo, é doutor em Jornalismo pela Universidade de São Paulo, onde fundou o Departamento de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo e diretor-titular da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. Preside também a Federação Brasileira das Sociedades Científicas e Associações Acadêmicas de Comunicação – SOCICOM – e coordena o Grupo de Pesquisa sobre Gêneros Jornalísticos da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

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13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, na Unicap, em Recife.

Do FNPJ, por Paulo Botão

O 3º Colóquio Ibero-Americano de Ensino de Jornalismo do FNPJ, que acontece em Recife (PE), durante o 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, vai debater o ensino de jornalismo no contexto dos países Ibero-Americanos. O evento terá como debatedores o jornalista Miguel Paz (Universidade Diego Portales – Chile), Gerardo Albarrán de Alba (Cátedra Unesco – México) e Celso Augusto Schröder (PUC/RS – Brasil), sob a mediação do professor Gerson Luiz Martins (UFMS – Brasil), diretor de Relações Institucionais do FNPJ e será realizado na sexta-feira (23/04), às 10h20, na Unicap (Universidade Católica de Pernambuco).

O 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo tem início no dia 21 de abril, no Hotel Atlante Plaza, com a realização do 6º Colóquio Andi, que vai tratar o tema “Jornalismo e desenvolvimento: reflexões sobre a agenda das mudanças climáticas”, do 9º Pré-Forum Fenaj, que vai debater “O papel da Universidade no contexto dos novos marcos regulatórios: o fim (e a volta?) da Lei de Imprensa e da obrigatoriedade do diploma e as novas diretrizes curriculares” e o IV Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Jornalismo, com o tema “Os trâmites e o processo jurídico-administrativo de implantação das novas diretrizes curriculares nacionais em Jornalismo na esfera governamental e no âmbito de cada curso”.

A partir do dia 22 de abril as atividades se concentram nas instalações da Unicap, e incluem a Solenidade de Abertura, Homenagem Póstuma do FNPJ ao ex-diretor Narciso Lobo, Homenagem da Unicap ao professor José Marques de Melo, Mesa Debate em Comemoração aos 50 anos de Lançamento do Livro Filosofia do Jornalismo e o IX Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino de Jornalismo.

Durante o Encontro também ocorrerá a eleição e posse da nova diretoria do FNPJ para o biênio 2010/2012. Confira a programação completa do evento no site:www.fnpj.org.br/13enpj.

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Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC

Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC

Por Carmen Pereira

Nos próximos dias, a Comissão de Especialistas encarregada da revisão das diretrizes curriculares para os cursos universitários de jornalismo entregará seu relatório ao Ministério da Educação. Embora o conteúdo do documento ainda não seja conhecido, a FENAJ espera que suas contribuições, bem como as das entidades do campo do jornalismo tenham sido aceitas.

O prazo final para conclusão e entrega do relatório se encerra no dia 19 de agosto. Mas o presidente da Comissão, professor José Marques de Mello, já adiantou a veículos de comunicação que o relatório está pronto, faltando apenas a definição de agenda oficial para sua apresentação ao Ministério da Educação.

Valci Zuculoto, do Departamento de Educação da FENAJ, conta que, embora o documento final ainda não tenha sido publicizado, as informações obtidas de alguns dos membros da Comissão são de que as contribuições da Federação e de entidades como o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) “em sua essência” foram incorporadas.

“Ao que nos consta, questões como a ampliação da carga horária mínima para 3.200 horas, curso específico desmembrado da Comunicação Social, estágio curricular nas últimas fases e não se confundindo com exploração de mão-de-obra barata, entre outras questões, estão presentes no relatório”, destacou Valci. Ela destaca, no entanto, que a FENAJ espera que o MEC disponibilize o documento para uma avaliação mais rigorosa. 

Curso de atualização?
Sobre os questionamentos que a FENAJ recebeu referentes ao “curso A arte de fazer jornalismo”, promovido pela revista Cult em parceria com a Faculdade Cásper Líbero, a diretora da FENAJ lamentou a forma como vem sendo divulgado. “Me parece óbvio que um ‘curso’ que vai das 9h30 às 18 horas só pode ser de atualização, mas o texto que divulga a atividade revoltou muita gente em função da decisão do STF sobre o diploma”, diz. O texto de divulgação do curso diz que ele é direcionado a estudantes de graduação ou portadores de diploma de nível superior (de qualquer área do conhecimento) que queiram exercer ou se aperfeiçoar na profissão.

A professora e sindicalista lembra que vêm proliferando cursos de curta duração sobre jornalismo após o julgamento do STF que tornou desnecessária a exigência de diploma de curso superior de Jornalismo para o exercício da profissão. “Agora este evento, da forma como vem sendo divulgado e trazendo o nome da Cásper Líbero vem trazendo transtornos, pois muita gente considerou que a primeira escola de jornalismo do Brasil abraçou a causa do patronato e do ministro Gilmar Mendes”, conta. “Num momento de questionamento do diploma, é hora de os cursos mostrarem qualidade para formar jornalistas capacitados e não se deixarem confundir com a decisão equivocada do STF”, completa.

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Do Boletim da FENAJ


No dia 17 de abril, a FENAJ realizou seu 8º Pré- Fórum, com o tema “Políticas de relação entre área acadêmica e movimento sindical dos jornalistas: avanços necessários para a defesa e consolidação do campo do Jornalismo”. Mediado pelo diretor do Departamento de Educação da Federação, Alexandre Campello, o debate contou com as participações da diretora de Relações Internacionais da FENAJ, Beth Costa, e do diretor do FNPJ Juliano Maurício de Carvalho. Os debates apontaram ações a serem desenvolvidas pelas entidades do campo do jornalismo.

Beth Costa acentuou três vertentes da ação da FENAJ: a participação no FNDC, como parte de um programa pela democratização da comunicação, a relação da categoria e suas demandas por intermédio dos 31 Sindicatos de Jornalistas e implantação do Programa de Qualidade no Ensino de Jornalismo. Ela registrou que no cotidiano profissional colegas acabam relegando regras básicas do bom jornalismo em função das pressões patronais. “O ritmo enlouquecedor das redações transforma os profissionais em pessoas que não se dão conta do impacto social de seu trabalho”, disse, destacando a necessidade de corrigir isso no mercado e nas escolas.

Beth defendeu, também, a criação do Conselho Federal dos Jornalistas “com um Código de Ética que o defenda, que o preserve, a fim de fazer aquilo que se ensina nas salas de aula”. Apontou, ainda, a importância de valorizar a Cátedra FENAJ nas escolas, dando oportunidade ao movimento sindical de levar suas angústias à academia. “Temos de estar grudados nos jovens, nos futuros profissionais. Muitos destes desconhecem, ao se formar, quais são seus direitos profissionais”, arrematou.

Já Juliano Carvalho indicou a consolidação da política de relações das duas entidades, aproximando a academia do meio sindical e profissional como fundamental. Para tanto, apontou como fundamentais as lutas pela qualidade na formação, a integração entre a universidade e o meio profissional. “Precisamos desenvolver políticas como um adequado programa de estágio acadêmico, a revisão das diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo, a defesa do diploma e ações conjuntas entre as entidades do campo do jornalismo”, defendeu.

Segundo ele, é necessário avançar na produção do conhecimento sobre o jornalismo, na formação acadêmica dos atuais e futuros profissionais e num maior diálogo com a sociedade. Neste sentido, defendeu a sistematização e publicação das experiências conjuntas que o FNPJ e a FENAJ já realizam ou realizaram, socializando-as para profissionais, professores e estudantes.

Entre os indicativos de ações a serem desenvolvidas, destacaram-se o aprofundamento do debate sobre o Conselho Federal dos Jornalistas, o fortalecimento da campanha em defesa do diploma, a ampliação da Cátedra FENAJ em articulação com os cursos de Jornalismo, proposições comuns para a qualificação da formação profissional e para a revisão das diretrizes curriculares dos cursos, além de constituição de uma rede de profissionais e professores para debate e formulação de políticas de aproximação da academia com o meio sindical e profissional do jornalismo.

Diretrizes Curriculares
O fortalecimento da participação das entidades no processo conduzido pela Comissão de Especialistas do Ministério da Educação para a revisão das diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo, bem como campanha em defesa do diploma, são as duas prioridades no aprofundamento das relações entre a FENAJ, o FNPJ e a SBPjor neste momento. Nesse sentido, além do estímulo aos segmentos representados pelas três entidades para que participem ativamente na sensibilização do Supremo Tribunal Federal para assegurar a manutenção do diploma no julgamento do Recurso RE 511961, as entidades comprometeram-se em participar da segunda audiência pública sobre a revisão das diretrizes curriculares, que acontece nesta sexta-feira (24/4), em Pernambuco.

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CoverPor José Marques de Melo

Consagrada pela comunidade acadêmica como a revista científica de maior impacto internacional na área, Journalism: theory, practice and criticism, publicada pela renomada editora Sage, está lançando o número 1 do seu volume 10 (fevereiro de 2009), focalizando exclusivamente o Jornalismo Brasileiro.

Sua edição impressa circula simultaneamente na Inglaterra, Estados Unidos, Índia e Singapura, mas o acesso da edição eletrônica é mundial, através do portal http://jou.sagepub.com – tendo como editores os renomados professores Michael Bromley, Howard Tumber e Barbie Zelizer.

O volume especial dedicado ao Brasil foi co-editado por dois pesquisadores brasileiros: José Marques de Melo e Sonia Virginia Moreira, autores do ensaio introdutório “Jornalismo Brasileiro: o estado da pesquisa, do ensino e da profissão”.

O corpo da edição è constituído por 6 artigos científicos assinados por Beatriz Becker e Celeste González de Bustamante (UFRJ) – passado e futuro do telejornalismo -; Cida Golin e Everton  Cardoso (UFRGS) – jornalismo cultural -; Francisco Karam (UFSC) – jornalismo em tempo de segmentação -; Heci Regina Candiani (PUCSP) – jornalistas e intelectuais -; José Marques de Melo (UMESP) – pensamento jornalístico -; Sonia V. Moreira e Carla Helal (UERJ) – ensino e profissão.

Os co-editores brasileiros celebram o retorno do Brasil à agenda da comunidade acadêmica internacional, lembrando que isso reflete o interesse que o nosso país desperta nos estudiosos dessa disciplina, justamente pela sua originalidade, criatividade e ousadia.

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Por Elias Machado

O processo seletivo de 2008 para o Mestrado em Jornalismo da UFSC traz alterações em relação ao que foi realizado no ano passado. A primeira delas é que as inscrições serão feitas online, por meio do sítio web do curso. Outra novidade foi introduzida no processo de seleção: agora serão três etapas.

A primeira vai avaliar preliminarmente os anteprojetos de pesquisa apresentados pelos candidatos; a segunda incluirá as provas presenciais de conhecimentos específicos sobre jornalismo e proficiência em língua inglesa; a terceira etapa constará de argüição oral sobre o projeto de pesquisa e sua exeqüibilidade. Também há novidade na bibliografia sugerida para a prova de conhecimento específico. O edital completo pode ser lido aqui.

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