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Archive for junho \25\+00:00 2005


Hotel em construção na praia de Ponta Negra

Estas obras cometem inúmeras irregularidades ambientais. Para formar um deck para lazer e piscina do hotel, foi soterrada quase 80% da praia. A faixa de praia neste ponto é mínima, não dá para caminhar e tampouco para os futuros hóspedes do hotel usarem a praia. O hotel deverá oferecer apenas a piscina. E no entendimento deles, para que mais do que isso? Na maré cheia, não há qualquer faixa de areia para se caminhar. O aterro de areia feito pelo hotel não permite, na maré cheia, que os usuários da praia atravessem de um lado a outro.

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Chuvas intensas em Natal (RN)


Uma das ruas de Capim Macio com a chuva que caiu hoje!

O dia amanhaceu chuvoso em Natal (RN). Neste momento acumula 12 horas de chuva constante e sem interrupção. A precipitação intercala momentos de forte intensidade e de fraca, mas sem qualquer interrupção. O fato se traduz em inúmeras ruas e avenidas completamente alagadas e residências com muitas infiltrações de água. As paredes de alvenaria não consegue repelir a tamanha quantidade de água e há uma infiltração generalizada nas paredes internas das residências. A foto acima foi publicada na edição desta quinta-feira do Jornal de Hoje. Clique e confira!

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É impressionante constatar que o mal deita suas raízes nos neófitos e se alastra tomando conta dos mais incautos. Apesar de tantas e tantas vezes se orientar pela apuração equilibrada, sensata, ponderada; pela apuração devida de todas as fontes envolvidas no caso e, fundamentalmente, ouvir o denunciado, muitos aprendizes de jornalista estão enterrados nos vícios do pior tipo de jornalismo praticado no país, representado pelos “yellow press”. Há centenas de profissionais, ou melhor, “profissionais”, entre aspas, pois não dignificam a profissão, e talvez até por ingenuidade e ignorância, desconhecem as regras elementares da ética e dos procedimentos profissionais do jornalismo, pseudoprofissionais que atuam diuturnamente nos becos e porões da mais sórdida produção da informação. Não bastasse o mínimo de bom senso na pratica da apuração e produção do texto, são magistrais na criação de “estórias” e fantasias acerca de um personagem ou de um fato. O pseudojornalista do New York Times, Jayson Blair, é fichinha pequena diante da prática do denuncismo e da leviandade do falso testemunho. Toda esta reflexão é, em si, péssima, ruim, terrível. Fica pior ainda quando remete e se refere a aprendizes de jornalista.
Esses aprendizes – e até que ponto são realmente aprendizes? – não terão, por certo, espaço e possibilidades de atuação profissional – se chegarem lá e salvo apadrinhamento – como jornalistas!
Muito bem se referiu o Observatório da Imprensa na edição de 20 de maio de 2003, sobre o caso Jayson Blair. Trate-se de um estelionatário do jornalismo.

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Profissionais do jornalismo, professores, acadêmicos de Jornalismo de todo país, aqui incluo minha sobrinha, Kamilla Ratier Camacho, que iniciou há pouco a formação universitária em jornalismo, em Campo Grande (MS), e à sociedade em geral, é muito importante garantir a exigência da formação superior em jornalismo. Todos perderão com a queda da exigência de formação universitária específica dos jornalistas, numa sociedade complexa como a que vivemos, que exige, cada vez mais, profissionais bem preparado ética e tecnicamente, portanto, críticos.
Os profissionais, professores e estudantes de jornalismo do Brasil elegeram hoje, dia 21 de junho de 2005, o dia nacional de luta pela qualidade da formação e pela qualificação do jornalista. É um pena que em muitos locais, em muitas universidades essa campanha seja desconhecida e, mesmo quando conhecida, sem qualquer repercussão.
Estudantes de jornalismo lutem pela qualidade da profissão. Desenvolvam ações para a melhoria das condições profissionais e não aceitem qualquer tipo de trabalho que não esteja remunerado adequadamente. Não se prestem para mão-de-obra barata.

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Considerando que depois de 60 anos de regulamentação e 80 de lutas pela qualificação dos jornalistas, com a formação superior em Jornalismo, há agora a clara ameaça do fim de quaisquer exigências para o exercício da profissão de Jornalista;

Considerando que a Federação Nacional dos Jornalistas e os Sindicatos dos Jornalistas Profissionais no País têm se posicionado contrários à decisão judicial, em primeira instância proferida pela Justiça Federal, que suspende qualquer exigência para o exercício da profissão de Jornalista;

Considerando que o ataque à profissão jornalística é mais um ataque às liberdades sociais e às profissões em particular. Com isso, amplia-se o campo das desregulamentações em geral e aumentam as barreiras à construção qualificada e lúcida de um mundo mais democrático, visível e justo;

Considerando que a decisão judicial acarreta claros prejuízos à ética profissional e amplia o controle sobre quem entra nas redações – do interesse particularizado expresso na contratação de apadrinhados políticos e ideológicos ao aviltamento profissional e salarial, por meio da contratação de pessoas que nada têm a ver com a formação específica na área;

Considerando que a existência de uma imprensa livre, comprometida com os valores éticos, com os princípios fundamentais da cidadania e com a informação imparcial exige qualificação e preparo dos profissionais envolvidos e que o fim da exigência da formação universitária para o exercício profissional em nada colabora para o aperfeiçoamento da democracia;

Considerando, ainda, que hoje já existe liberdade garantida para quem quiser expor sua opinião, como entrevistado ou articulista de uma determinada área. Com a desregulamentação, contudo, perde-se as raízes da vinculação do jornalismo ao interesse público, razão de sua consolidação como profissão nos últimos 60 anos. Com isso, além da própria categoria profissional ter redução de empregos, desprestígio em seu reconhecimento público, a própria sociedade, no conjunto, perde a referência qualitativa dos acontecimentos do dia-a-dia, essenciais para a liberdade de escolha do dia seguinte;

Considerando,finalmente, que se a decisão for consolidada, ataca a regulamentação em Jornalismo, atingindo profissionais e estudantes, desrespeita as identidades de cada área – e nisso desrespeita também as demais -, e fere frontalmente a sociedade em seu direito de ter informação apurada por profissionais, com qualidade técnica e ética, bases para a visibilidade pública dos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. Ataca, portanto, ao próprio futuro do País e da sociedade brasileira.

Solicitamos o seu apoio à presente Moção de Solidariedade, em defesa da exigência de formação superior específica para o exercício da profissão de Jornalista e, de Apelo ao Superior Tribunal Federal (STF) para que a decisão judicial de primeira instância seja revista o mais breve possível.

Requeremos, igualmente, que desse apoio sejam enviadas cópias para o Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, e ao Senhor Sérgio Murilo, presidente da FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas.

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Esta é um das muitas ruas que transitar aqui ou no solo lunar, não há diferença, tão cheia de buracos e irregularidades. Quem sabe mesmo transitar em solo lunar não seja mais fácil e tranqüilo?
Estas fotos contrastam com a beleza da foto de Ponta Negra. Sabemos que isso existe em qualquer cidade turística. Mas o caso do bairro de Capim Macio revela a negligência do poder público, pois o bairro tem uma das maiores taxas de IPTU do município, como muito bem informou o jornal Tribuna do Norte, edição do dia 19 de junho de 2005. Acesso ao jornal pelo endereço: www.tribunadonorte.com.br.

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Uma outra foto para comprovar a situação. Infelizmente as fotos das ruas com a situação semelhante ao solo lunar não é possível captar por meio da fotografia. Na foto não aparece a real situação das ruas.

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