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Archive for maio \24\UTC 2006

De novo vou tratar de problemas urbanos de Natal. Não é uma crítica sistemática, mas ações simples e necessárias para o desenvolvimento urbano da cidade são nigligenciados pela prefeitura. E esta história revela o trabalho exaustivo que tem os carteiros, os profissionais do Correio que fazem a entrega diária de correspondência. É importante denunciar o caos da numeração das casas sejam de comércio, residências, lojas, bares, restaurantes e outros tantos das ruas de Natal. No Bairro de Capim Macio praticamente todas as ruas começam com a numeração das casas acima de 1000. Todos sabemos que a numeração das casas numa rua determina a quantidade de metros que aquela residência, edificação tem desde o início da rua. Assim, uma casa de número 897, significa dizer que ela está a 897 metros do início da rua. Em Natal isso não acontece. O cidadão segue pela rua em busca do número 1123, alcança o número 1115, pensa que está próximo. Pensa! E errado! Ele pode estar na posição completamente oposto do número desejado. Não há um ordenação da numeração. As pessoas colocam, em suas casas, o número que bem entender. Assim, se considero bonito o número 2929, coloco em frente a minha residência, não importa se a numeração ao lado seja 15, 1234 ou qualquer outra. É a face do caos urbano! Experimente e siga uma numeração nas ruas da cidade! Experimente!

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Pergunta que não quer calar: por que a Prefeitura de Natal não limpa, organiza as ruas e jardins centrais das avenidas? A população circula pela cidade e em todas as ruas encontra a mesma situação: sarjetas sujas, com muito lixo, muito mato devido a intensidade do inverno – generoso para os agricultores do semi-árido – , com os canteiros centrais também em estado de abandono. Há uma Avenida lateral da Av. Roberto Freire, que fica no fundo do CCAB Sul e vai do Conjunto dos Professores até Mirassol onde há um enorme buraco no meio da pista, bem na altura do CCAB Sul. Depois de muitos anos de passagem pelo mesmo buraco, enviei uma mensagem para a Prefeitura e denunciei a necessidade de tampar o buraco, fato corriqueiro nas principais cidades do país, cidades onde qualquer buraco em via pública pavimentada é logo tapado, pois a Secretaria encarregada desse serviço mantém equipes de vigilância nas ruas, principalmente após chuvas intensas. Pois bem! Enviei e mensagem no dia 17 de fevereiro e agora, depois de 3 meses, é não para rir (a situação é ilariante), recebo uma mensagem da SEMOV, Secretária encarregada desse tipo de serviço, onde diz que o problema é da SEMOV e não de outras secretaria e que quando denunciados, são resolvidos o mais breve possível. Pois é! São 3 meses de denúncia e os buracos em questão devem estar comemorando o 3º aniversário.
Só pode ser piada! Devemos recomendar os responsáveis pela Secretária, talvez o próprio Secretário para trabalho no Zorra Total. Imagine essa piada lá! O programa vai dobrar de audiência.

E as ruas continuam com as sarjetas sujas, contaminadas pelo mato e os canteiros centrais das principais avenidas de Natal cheio de sacos plásticos, lixo e muita sujeira. Será que a população que paga seus impostos merece isso?

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Um bom local, uma comida excelente! Até o último dia 12 de maio. No Brasil, em muitos estados e em muitos municípios, há uma lei que proíbe o fumo em locais fechados, em restaurantes e outros locais públicos. Na último quinta-feira, 12 de maio, como fiz várias vezes, fui almoçar no Restaurante Mirante do Suiço, no bairro de Ponta Negra em Natal. Não foi possível comer com a presença, na mesa vizinha, de uma fumante inveterada e mal educada. Perguntamos ao garçom sobre a proibição de fumo no local. Informou que, apesar da legislação municipal de Natal proibir o fumo em restaurantes, naquele local não se aplicava a lei. De certo o proprietário do restaurante, presumo de nacionalidade suiça, está acima da lei! Mudamos para outra mesa para evitar maiores constrangimentos e poluição no ar ao redor dos fumantes. Os não fumantes tiveram que se deslocar. Não foi para surpresa nossa que, posteriormente, uma das pessoas sentadas na mesa das “garbosas fumantes” era o proprietário do restaurante. Ou seja, se reclamássemos do fumo provavelmente seríamos expulsos pelo proprietário.

Uma questão é certa! O “Mirante do Suiço fumador” perdeu o cliente. E a depender deste autor, não receberá mais qualquer indicação. Enquanto não for respeitada a lei, ninguém está acima da lei, o Sr. “Suiço” deveria ter seu estabelecimento fiscalizado e fechado pelos órgãos da saúde pública. Nessa situação, quem garante que o “Suiço fumador” não prepara seu cardápio com cigarro na boca!

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Greve na UERN

O descaso do governo com o ensino público é uma afronta às instituições democráticas. Ao invés de gastar kilometros, toneladas, uma quantia imensurável do dinheiro público para sua campanha eleitoral na televisão, deveria atender aos princípios básicos da governabilidade, da democracia e do respeito ao patrimônio público. O governo de quem se diz professora, determina o sucateamento e a privatização do ensino público, único bem que a população pode apostar para garantir seus direitos.

Leiam a nota da Associação dos Professores da UERN sobre a greve:

EM DEFESA DA UERN

NOTA À SOCIEDADE POTIGUAR

O papel da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN é produzir e transmitir conhecimentos que contribuam com o desenvolvimento sócio-econômico e cultural da sociedade potiguar. Para cumprir este papel, ela necessita de garantias de investimentos financeiros por parte do governo estadual para cumprir bem as suas funções. No entanto, a falta de compromisso dos sucessivos governos fez com que a UERN atingisse um estado crítico de funcionamento que compromete a qualidade de suas atividades.

O não repasse de parte do orçamento da UERN pelo atual governo do estado resulta em um gradativo sucateamento de nossa instituição, além de abrir espaço para sua privatização, por meio da oferta de cursos especiais pagos e de cobrança de taxas de serviços. Também a expansão não planejada, visível na criação de Núcleos de Ensino em todas as regiões do estado, atendendo a interesses políticos e eleitoreiros, sem garantias orçamentárias para o seu adequado funcionamento, contribui para agravar a atual crise da UERN. É necessário salientar que essa situação desestimula o trabalho acadêmico fazendo com que a UERN perca parte significativa de seu quadro docente para outras instituições de ensino, o que afeta diretamente a qualidade do seu trabalho acadêmico. Soma-se a isso, a falta de uma política de valorização do trabalho docente e técnico-administrativo expresso no descumprimento por parte do governo Wilma de Faria do Plano de Cargos, Carreiras e Salários da UERN, implementado desde 1989. Entendemos que esse Plano não deve ser visto apenas como recurso de acréscimo salarial, mas como estímulo ao crescimento e desenvolvimento do pessoal docente e técnico-administrativo. O Plano também é um instrumento de realização profissional e mecanismo de garantia da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, condição necessária à qualificação para a Universidade em suas relações sociais. Assim, a luta pelo cumprimento desse Plano, fundamental para manter um quadro docente de qualidade atuando na instituição, insere-se num conjunto de ações políticas em defesa da permanência da UERN como universidade pública e gratuita, que possa desempenhar suas funções com qualidade.

Pelos motivos expostos acima, o movimento grevista da UERN iniciado no dia 17 de abril, tem por objetivo exigir do governo do estado, a garantia do cumprimento do Plano de Cargos, Carreiras e Salários e desenvolvimento de uma política orçamentária efetiva para o funcionamento de nossa Universidade, patrimônio de todos os norte-riograndenses.

VOCÊ FAZ PARTE DESTA LUTA. DEFENDA A NOSSA UNIVERSIDADE!

Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – ADUERN

Sindicato dos Técnico-Administrativos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – SINTAUERN

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