Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Internet’ Category

Capa do sítioweb Jornalismo - Prof. Gerson Martins

O sítioweb Jornalismo – Prof. Gerson Martins vai passar por uma reformulação geral, se adequará com as mais recentes tecnologias de publicação de textos e imagens e ainda terá atualização mais frequente. O objetivo do sítioweb, desde a primeira versão em 1998, é oferecer apoio aos estudantes de jornalismo como indicações de bibliografia, de portais na internet de interesse na área, notícias sobre jornalismo, indicação de eventos em jornalismo, fontes de pesquisa em jornalismo, além de oferecer fácil acesso às principais revistas e jornais em todo mundo.

Com o advento das redes sociais, protagonizada, principalmente, pelo Twitter, Facebook e Orkut, os blog’s foram deixados à margem. Muitos blogueiros que aderiram ao twitter não atualizam com a mesma frequencia o seu Blog. Esse fato também decorre das exigências de tempo para um texto mais longo e a possibilidade rápida e fácil para publicação de informações no twitter, principalmente pelo celular. A nova página de Jornalismo publicará as informações que seriam divulgadas pelo blog Redação Ciberjornalismo mantido pelo autor do sítioweb. Isso será possível graças ao novo formato para publicações, que facilitará a edição dos textos, das imagens e também do processo de publicação. A nova página na internet será um misto de portal e blog, com novo leiaut e com notícias publicadas de forma dinâmica.

Read Full Post »

Autora da pesquisa sobre ensino de ciberjornalismo, Catarine Sturza

Pesquisa sobre o ensino de ciberjornalismo nas universidades de Mato Grosso do Sul será apresentada durante o 9º Ciclo de Pesquisa em Ensino de Jornalismo que acontece em Recife (PE), entre os dias 21 e 23 de abril, no 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo. O evento é organizado pelo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e será realizado na Universidade Católica de Pernambuco.

A pesquisa foi desenvolvida pela acadêmica de jornalismo e participante do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo (CIBERJOR) da UFMS, Catarine Sturza em projeto de Iniciação Científica, orientada pelo professor Dr. Gerson Luiz Martins. Foram aplicados questionários entre professores e alunos dos cursos de Jornalismo de quatro universidades e uma faculdade do estado, na UCDB, Unigran, UFMS, Uniderp e Estácio de Sá, entre os meses de fevereiro e maio de 2009.

O texto final da pesquisa, transformado em artigo científico, foi aprovado para apresentação no Grupo de Pesquisa Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino, coordenado pelo professor da PUC do Rio de Janeiro, Leonel Aguiar.

Segundo o coordenador do CIBERJOR-UFMS, professor Dr. Gerson Luiz Martins, a pesquisa trata de um segundo momento do projeto nacional para levantar o estado da arte do ensino de ciberjornalismo no Brasil. A primeira pesquisa, também por meio do Programa de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC, foi realizada no Rio Grande do Norte, em 2007, no Curso de Jornalismo da UFRN.

Read Full Post »

Descargar portada de Periodismo integrado: convergencia de medios y reorganización de redacciones. Libro por Ramón Salaverría y Samuel NegredoOs professores e pesquisadores espanhóis Ramón Salaverría e Samuel Negredo publicaram na última semana livro Periodismo Integrado, que faz análise da convergência das redações, fenômeno recorrente das grandes empresas jornalísticas que buscam compatibilizar as redações do jornal impresso e a redação do ciberjornal.

Salaverría e Negredo analisaram oito modelos de referência mundial de redação jornalística como Daily Telegraph, The Tampa Tribune, Schibsted, Estado de S.Paulo, The New York Times, The Guardian, Clarín e Financial Times. Segundo informações do Blog E-Periodistas, a partir desses casos os autores abordaram profundamente o como, o para que e o que da convergência na mídia e estabelecer propostas de critérios e procedimentos para reorganizar as empresas jornalísticas, com o  objetivo de se converter em organizações informativas do século 21. Salaverría, no Blog de apresentação do livro, destaca ainda que “o futuro dos meios de comunicação atuais acontece nas redações. De sua evolução depende o perfil do jornalismo e dos negócios da informação. E essa evolução se chama hoje de convergência jornalística, a oportunidade para reconverter a organização das empresas jornalísticas do século 20 em empresas informativas do século 21. O livro mostra as chaves do processo de convergência e descreve com precisão como algumas grandes mídias do mundo se empenham em obter êxito”.

O acesso para as referências do livro pode ser feito pelo endereço na internet www.periodismointegrado.com.

Powered by ScribeFire.

Read Full Post »

Do Blog Jornalistas da Web

Nesta terça-feira, 17, será lançado o livro “Para entender a Internet”, obra coletiva sobre a internet organizada pelo consultor na área de mídias sociais, Juliano Spyer.

A coletânea, que reúne textos de 38 autores sobre temas como blog, P2P, cultura cyberpunk, Web 2.0, redes sociais, inclusão digital, podcast e remix de conteúdo, não será lançada em papel, mas sim em formato PDF, cujo link será liberado às 18:00 desta terça-feira (horário de Brasília), no Twitter.

O livro nasceu na Campus Party Brasil 2009, onde o organizador convidou os autores dos artigos, discutiu idéias e mobilizou-os quanto a prazo e tamanho do texto.

Entre os colaboradores estão a professora da Universidade Católica de Pelotas, Raquel Recuero;  Edney Souza, o Interney, um dos blogueiros mais conhecidos do Brasil, que escreveu sobre blog; Soninha Francine, vereadora, atual sub-prefeita de São Paulo, cujo texto foi sobre Internet e lei eleitoral; Fábio Seixas, que escreveu sobre microblogging; e Ronaldo Lemos, um dos ativistas brasileiros mais conhecidos, que explica o que é o Creative Commons.

Powered by ScribeFire.

Read Full Post »

O clip da música Boa Sorte – Vanessa da Mata e Ben Harper deveria se tornar o clip/música oficial do twitter. Veja e ouça:

Read Full Post »

Reproduzo post de Marcos Palacios publicado no Blog Jornalismo & Internet com Carta Aberta contra o projeto do Senador Eduardo Azeredo (foto) do PSDB de Minas Gerais, político conhecido pelas denúncias de corrupção às quais foi sujeito e, como sempre, até o momento não foi penalizado:

Esta carta foi escrita pelo Sérgio Amadeu e o André Lemos e esta circulando para angariar adesões de professores e pesquisadores. Quem estiver de acordo e quiser assiná-la basta mandar um ok com o nome e a instituição para samadeu@gmail.com. O projeto está previsto para ser votado no dia 9 de Julho. Se aprovado no Senado será um grande retrocesso para a pesquisa e produção de conhecimento. Usando de analogia, se esse projeto vigorasse nos prédios brasileiros, os porteiros teriam de gravar toda movimentação dos moradores diariamente, guardar esse relatório por 3 anos e reportar essa movimentação para a polícia sob pena de multa e prisão pelo não cumprimento.

************************************
EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA

A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.

A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento. O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural.

A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana. E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, “Educação e Carreira”, ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil.

Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência. Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral.

O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância. Se, como diz o projeto de lei, é crime “obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida”, não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por “cópia sem pedir autorização” na memória “viva” (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime.

O projeto, se aprovado, colocaria a prática do “blogging” na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém! Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao “transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado”, “sem pedir a autorização dos autores” (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos… Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum “dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular”? Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime.

Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI. Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.

André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq.

Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.

Read Full Post »

A Globo News exibiu recentemente, pelo programa Mundo S/A, uma matéria sobre o Google e as possibilidades de gerenciamento web, documentos, correio eletrônico, programas de produtividade, tudo pela web.

Assista o vídeo:

Read Full Post »

O IAB Media 2008 – seminário regional, realizado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB), em Porto Alegre destacou o crescimento da internet na classe C em debate realizada nesta quarta-feira, 14. Segundo o G1, “o presidente da entidade, Paulo Castro, destacou a evolução da internet como mercado e como opção para a publicidade. Ele analisou que, no início, a linguagem excessivamente técnica usada no meio online (pageviews, por exemplo) assustou os anunciantes. Essa é uma barreira que precisa aos poucos ir sendo quebrada.

Destacou ainda a nota do G1 que “o aumento da audiência se reflete na elevação do investimento publicitário na internet no Brasil (45%) em 2007. Ainda assim, representa 2,8% do bolo total de participação das mídias – a previsão é de que se eleve para participação de 3,5% até o final do ano. O IAB Media teve ainda explanação da diretora-executiva do Ibope NetRatings, Fábia Juliasz, que falou sobre métricas de audiências, fundamentais para criar confiabilidade para o investimento de publicidade”.

Leia o texto completo aqui.

Read Full Post »


Da Folha OnLine Informática

O usuário brasileiro de serviços de alta velocidade de acesso à internet paga muito mais caro do que os internautas do exterior, conforme levantamento feito pela TelComp (Associação Brasileira de Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas).

Há casos em que a assinatura mensal de serviço de 1 Mbps no país custa quase 400 vezes o preço cobrado no exterior.

Na Itália, a Tiscali cobra o equivalente a R$ 4,32 ao mês pelo serviço de 1 Mbps. Na França, a Orange cobra R$ 5,02. Nos Estados Unidos, o preço da Time Warner é R$ 12,75. Os usuários japoneses podem adquirir a banda larga de 1 Mbps do Yahoo! por R$ 1,81. No Brasil, a TelComp levantou os preços de Telefônica, Net, Brasil Telecom e Oi.

Segundo a associação, a Net cobrava em São Paulo, em julho, R$ 39,95 por pacote de 1 Mbps e a Telefônica, até R$ 159,80. A Brasil Telecom cobrava até R$ 239,90.

Manaus registrou o valor mais alto, pela Oi: R$ 716,50 –a conexão é feita por satélite e, por isso, mais cara -o que é equivalente a 395 vezes o valor cobrado no Japão, segundo calcula a TelComp. Os valores foram pesquisados pela TelComp nos sites das operadoras, em julho.

Para o presidente da TelComp, Luiz Cuza, o governo deve implementar ferramentas de competição e atuar de forma firme nas questões de fusões e aquisições do mercado. “A concorrência propicia melhores preços e serviços”, diz, em comunicado enviado por sua assessoria de imprensa.

Read Full Post »


Do sítio da BBC Brasil, por Daniela Fernandes

O internauta, parisiense ou turista, poderá utilizar o sistema durante os horários de abertura desses locais, mas em alguns lugares, como a esplanada da prefeitura ou o Champs de Mars, onde está situada a Torre Eiffel, o serviço vai funcionar continuadamente.
Segundo a prefeitura, o objetivo é transformar Paris em “uma cidade de ponta na área de comunicação digital”, ampliando o sistema de conexões de alta velocidade e oferecendo também um “serviço de internet universal”.
Para usufruir da internet sem fio, basta ir a uma das áreas identificadas com placas ou cartazes, e se aproximar do ponto de acesso. Alguns locais possuem vários pontos de conexão, que totalizam 400 em toda a cidade.

Disputa judicial

O projeto custou 1,7 milhão de euros (cerca de R$ 4,4 milhões) e as despesas com manutenção anual do sistema devem ser de 500 mil euros (cerca de R$ 1,3 milhão).
O programa, no entanto, resultou numa disputa judicial entre a prefeitura e a estatal France Télécom, que instalou 3 mil pontos de conexão sem fio pagos na capital francesa.
A France Télécom entrou com uma ação em um tribunal administrativo com o objetivo de impedir a oferta do serviço, alegando que a iniciativa desrespeita a lei das coletividades territoriais.
Esta legislação prevê que uma prefeitura não pode entrar em concorrência com operadores, a não ser que a oferta privada seja insuficiente.
A prefeitura de Paris argumenta em sua defesa que o sistema não cobre toda a cidade, mas oferece apenas alguns pontos de conexão em locais precisos.
A licitação, lançada em 2006, foi vencida pelo operador de telefonia celular SFR, que garante a conexão, e pela Alcatel-Lucent, que forneceu os equipamentos.
Também estão sendo realizados testes para desenvolver um mobiliário urbano adaptado ao uso da internet, com bancos e cadeiras que tenham pranchas para colocar o computador e tomadas alimentadas por energia solar.
O site pariswifi.fr informa sobre os locais onde o serviço está disponível. O prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, que anunciou que vai concorrer nas eleições municipais de 2008 poderá, com a internet sem fio gratuita, engordar a lista de ações que o popularizaram, como a “Paris Plage”, a “praia” que é criada no centro de Paris no verão, e o Vélib, serviço de aluguel de bicicletas lançado em julho e que já atraiu milhões de usuários.

Read Full Post »

Older Posts »