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Archive for abril \14\+00:00 2007


O comércio ilegal de produtos importados invade o país. Ele está nas barbas do governo federal em Brasília, onde está localizado uma grande feira, a chamada “feira do paraguai”. O espaço foi “regulamentado” pelo governo do Distrito Federal que criou uma estrutura de prédio, instalações elétricas, hidráulicas, de telefonia para que os comerciantes pudessem vender o produto de contrabando. O mesmo governo que apreende mercadorias em vários estados, que “fiscaliza” a ponte da amizade em Foz do Iguaçu, não coibi e tampouco fiscaliza o comércio ilegal na feira.
Em São Paulo, em pleno coração financeiro do país, na avenida Paulista e ao lado do ícone do empresariado brasileiro, a Fiesp, estão inúmeros “shopping’s” que comercializam produtos importados, contrabandeados. Os negociantes, “lojistas” não fornecem nota fiscal e tampouco declaram rendimentos. É impressionante a quantidade de “shopping’s” de produtos importados na avenida Paulista. Um após o outro.
Bom para o consumidor. Tem produtos importados, nem sempre de boa origem ou de origem duvidosa, a preços muito acessíveis. O consumidor paulistano, e muitos brasileiros em passagem por São Paulo, conseguem adquirir produtos da elite a preços, literalmente, de banana, em gênero e qualidade.

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O jornal impresso está fadado ao falecimento. O jornalão se tornou desconfortável para informação. Muitos deixam as mãos do leitor toda manchada de tinta, a leitura é também desconfortável por causa do tamanho standard. Impossível ler num local com um pouco de vento. O noticiário sofre pela qualidade sofrível dos textos e por erros de digitação.

Neste domingo peguei a Tribuna do Norte que, mais uma vez, inovou sua apresentação gráfica. A capa do jornal agora trabalha melhor com os recursos de imagem e locação de textos. Contudo ainda peca por não identificar o repórter nas matérias. O leitor não sabe quem escreveu aquela matéria. A reforma gráfica ainda mantém um profusidade de fontes. No mínimo há três tipologias em cada página. Melhorou a formação do chamado “chapéu”, mas o título tem uma fonte pesada. De todos os cadernos, na edição de domingo, 4 (quatro) são para classificados. O leitor compra o jornal, suja as mãos de tinta, lê textos com problemas de digitação e ainda leva para casa um calhamaço do qual dispensa 50%. O jornal que no domingo custa R$ 2,50 (na semana custa R$ 1,50), acaba sendo caro pelo número de cadernos de classificados.

No ciberjornalismo nada há disso. Não suja as mãos, não tem custo monetário imediato e pode ser lido, hoje, em qualquer lugar (desde que você carregue um notebook em sua maleta). E mais, as notícias podem ser lidas na medida em que os fatos se desenvolvem.

O “jornalão” está com os dias contados!

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