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Archive for the ‘Política’ Category

Os vampiros da sociedade e do estado

Os vampiros da sociedade e do estado

Depois de muito tempo sem postar qualquer nota neste blog, não poderia deixar de mencionar a ação sistemática e permanente de sanguessugas, vampiros do povo brasileiro e do estado. Fatos e mais fatos que vieram à superfície da mídia nestes últimos meses comprovam tal situação. O problema é que ninguém toma qualquer providência, todos estão comprometidos.

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Reunião na Sub-Secretaria de Comunicação de Mato Grosso do Sul

Os membros do Comitê Estadual de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul reuniram-se nesta quinta-feira, 19, com o presidente da OAB-MS, Fábio Trad e em seguida com o sub-secretário de Comunicação do Estado, Guilherme Filho para discutir a participação da entidades no Seminário “Mídia e direitos da Criança” que o Comitê organiza no dia 3 de abril.

O presidente da OAB-MS, Fábio Trad, confirmou a participação da entidade do evento com a liberação do auditório da entidade para a realização do Seminário, assim como fez a indicação da professora da PUC São Paulo, Flávia Piovesan como conferencista da área jurídica. A programação do Seminário confirmou a participação do jornalista Celso Schröder, coordenador nacional do FNDC, Fórum Nacional de Democratização da Comunicação; do jornalista Guilherme Canela, coordenador de Comunicação e Informação da Unesco no Brasil e da professora Maria da Graça Marchina Gonçalves membro do Conselho Federal de Psicologia.

O sub-secretário de Comunicação de Mato Grosso do Sul, Guilherme Filho, apoiou a iniciativa do Seminário e destacou a importância do Comitê, principalmente dado a realização da Conferência Nacional de Comunicação e da necessidade de organização da Conferência de Comunicação no Estado.

O Comitê de Democratização da Comunicação de Mato Grosso do Sul é composto pelo representante do Conselho Regional de Psicologia, Marco Aurélio Naveira; do Sindicato dos Jornalistas Profissional de Mato Grosso do Sul, Alexandre Maciel e Clayton Sales; do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Gerson Luiz Martins; da OAB-MS, Lairson Palermo; da ONG Girassolidário, Ivanise Andrade; da ONG Ecomunicadores dos Matos, Yara Medeiros e pela assessora de comunicação do CRP, Camila Acosta.

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Edição 551 da revista Época
Edição 551 da revista Época

 A revista Época desta semana, edição 551, é de conteúdo, seleção e gosto duvidoso. A matéria de capa – Edição Especial. As 100 pessoas mais influentes do Brasil em 2008 – ocupa a maior parte da revista, cuja seleção de personagens, de autores de perfil e de conteúdo demonstra a clara preferência editorial num misto de garantir verbas publicitárias e apoio às suas ações.

Desde um Blairo Maggi que escreve sobre Carlos Minc ou ainda uma troca de favores quando Sergio Andrade escreve sobre Carlos Jereissati e Carlos Jereisatti escreve sobre Sergio Andrade, o conteúdo da revista desqualifica completamente a edição. Não vale o preço de capa e tampouco não vale a pena comprar. Como assinante, sou obrigado a engolir essas “coisas”.

Alguns personagens se salvam e merecem o título da matéria, como Lygia da Veiga Pereira, Felipe Massa, Zé Roberto Guimarães, Maurren Maggi e Miguel Nicolelis, entre outros poucos.

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A mídia e o poder político supervalorizam as eleições para o poder executivo municipal de tal forma que relegam uma face importante da administração pública do município, os vereadores. Quando estes aparecem nos jornais, acontece de forma publicitária – paga, principalmente nos jornais semanários, como é o caso de Campo Grande (MS), que sobrevivem à custa do poder político e das mensalidades que recebem de deputados, governadores, prefeitos e vereadores.

Na mídia, de forma generalizada – rádio, TV, jornais e ciberjornais, não há qualquer menção sobre quem são os candidatos, quais coligações pertencem e a que grupos econômicos, políticos, religiosos e sociais estão vinculados.

No final de tudo, são os vereadores que aprovam leis que administram o orçamento do município, mesmo que estejam a serviço e dependentes do prefeito.

E se perguntarem à população quem são os atuais vereadores, bem poucos saberão responder a lista completa.

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Deputado sul-mato-grossense oficializa semana de trabalho de três dias no legislativo. A aparição pública do parlamentar todas as segundas e sextas-feira em programa de televisão de afiliada da Rede Record em Mato Grosso do Sul, documenta que sua presença no ambiente de trabalho, ou seja, na Câmara Federal acontece apenas entre terça e quinta-feira, ou seja, três dias por semana, enquanto os trabalhadores brasileiros cumprem jornada de trabalho de 6 dias por semana.

O programa, realizado “ao vivo”, atende telefones dos telespectadores e faz entrevista com algum convidado. Na maior parte do programa, quando o deputado está presente, há uma sensível propaganda pessoal. Noutros momentos, há uma repetição de imagens em pseudo-reportagens, onde também se repete o repórter que produz as matérias.

Nos outros dias da semana, para cobrir a ausência do parlamentar, um assessor conduz o programa. E porque não consegue ser exaustivo no discurso, leva para o estúdio convidados para entrevistas.

O programa, embora tente ser de cunho jornalístico, mas que de jornalismo nada tem, promove em tempo integral a pessoa do parlamentar. Importante destacar que esse “trabalho” se constitui em “horário pago”, ou seja, o parlamentar paga à emissora de TV para manter o programa.

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SINDJOR/MS), na qualidade de representante da categoria no estado, vem a público manifestar seu posicionamento a respeito dos recentes acontecimentos veiculados por alguns meios de comunicação locais, no que se refere ao suposto esquema de desvio de verbas públicas para instituições, empresas e pessoas ligadas ao segmento da mídia durante o governo do então chefe do executivo José Orcírio dos Santos. O episódio está sendo tristemente denominado de “mensalão da imprensa” e é alvo de oportuna investigação do Ministério Público Estadual (MPE).

Independente dos resultados conclusivos do trabalho desenvolvido pelo MPE, lamentavelmente tal episódio já pode ser classificado como uma mácula na história midiática regional, uma lamentável mancha na trajetória deste estado tão jovem e agora possuidor deste trauma profundo. A despeito dos profissionais sérios que atuam nos diversos segmentos da comunicação social, que buscam exercer suas tarefas diuturnas com dignidade, os fatos apresentados demonstram a fragilidade de um modus operandi construído à base de relações fundamentadas na ganância desenfreada e na certeza da impunidade e da omissão dos órgãos investigativos. Como seqüelas, a auto-estima dos jornalistas que sustentam seu ofício sobre o alicerce da ética é letalmente combalida, deixando-os perplexos e impotentes diante de um quadro aparentemente tão deplorável. Há de se mencionar também o golpe que isso representa na luta pelo fortalecimento da classe, pois em vários dos postos de trabalho portadores destas suspeitas, atuam repórteres, editores, redatores, repórteres fotográficos e cinematográficos, diagramadores e ilustradores, batalhadores do dia-a-dia e vítimas de uma falsa liberdade de imprensa, obtida a custo justamente destas ligações perigosas.

No entanto, o SINDJOR/MS vislumbra nesta crise generalizada, há muito tempo anunciada pela entidade em vários encontros e palestras, uma oportunidade para se repensar velhos paradigmas, reavaliar valores e práticas cristalizadas na imprensa local. É a chance para se iniciar um processo de depuração do chamado mercado de trabalho, meta e sustentáculo de acadêmicos e profissionais de jornalismo. Trata-se de uma abertura que pode ser utilizada para a gênese de uma grande reviravolta moral. Para isso, entretanto, é imprescindível que jornalistas, estudantes e sindicato se aglutinem em torno da salvação imediata da nossa atividade, que, pelas mais diversas razões, escolhemos para nossas vidas. O SINDJOR/MS convoca os jornalistas profissionais deste vasto Mato Grosso do Sul a se rebelarem contra o atual estágio em que se encontram as relações entre empresas de comunicação e poder público, e ajudarem a reconstruir os pilares do jornalismo praticado sobre um solo pavimentado pelo respeito. Este sindicato tem a certeza que tal mudança de atitude vai render dividendos a todos: profissionais, faculdades, empresas e, principalmente, a sociedade.

Sobre as investigações em curso, o SINDJOR/MS declara seu apoio ao trabalho do Ministério Público Estadual. Caso as suspeitas que recaem sobre as pessoas citadas na lista divulgada nesta semana se confirmem, que os responsáveis sejam punidos devidamente, sejam eles empresários, publicitários, jornalistas, seja quem for, doendo a quem doer. Que os órgãos legislativos não percam a oportunidade de instalar comissões de inquérito para apurar essas denúncias em uma esfera política. Vale lembrar que alguns nomes mencionados que figuram como “jornalista”, na realidade, não passam de pessoas que atuam de forma irregular, sem portar registro legal e, provavelmente, se passam por jornalistas para receberem as propinas, ou que possuem registros “precários”, mantidos somente em função de um entendimento equivocado de um ministro do STF. Que tal acinte à nossa imprensa também seja observado nas averiguações. Enfim, que se restaure a responsabilidade nas redações, assessorias e demais postos de trabalho dos jornalistas. Caso contrário, a lama em que se encontra o tão idolatrado mercado de trabalho será a sentença mortal para uma profissão que, entre outras atribuições básicas, guarda como papel primordial a vigilância sobre o poder público e a observância sobre as anomalias que pairam sobre nossa humanidade.

Este sindicato coloca-se a inteira disposição para auxiliar no que for preciso para que o escândalo do “mensalão da imprensa” seja solucionado. O Conselho de Ética da entidade está de prontidão para que a sociedade reclame daqueles jornalistas que realmente desonram a atividade com atitudes descabidas que em nada coincidem com o verdadeiro exercício da imprensa, imperativo na maior parte do nosso sistema midiático, mas que se vê contundida por suspeitas e fatos tão torpes e condenáveis de uma minoria que insiste em se corromper.

Campo Grande, 13 de novembro de 2007

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DE MATO GROSSO DO SUL

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Concordo plenamente com a vergonha que se instaurou no Senado Federal e com os inúmeros atos de protestos difundidos no Brasil e no exterior. Contudo é importante avaliar a posição da grande imprensa sobre o caso. Lembrar de que forma começou, como um desvio de atenção de um problema mais grave em investigação pela Polícia Federal. E toda a avalanche que se seguiu, pela mídia, sobre o caso Renan.

O professor de jornalismo Francisco Duarte da UFRN fez um interessante comentário, postado na lista de discussão do FNPJ. Ratifico: precisamos pontuar ambos os lados, da vergonha do processo, com portas fechadas, sem acompanhamento da sociedade. O ministro do STF, Marco Aurélio Melo, fez, nesse aspecto, um interessante comentário: nada justifica a sessão secreta!

Confira o comentário postado pelo professor Francisco Duarte.

Foto de Ueslei Marcelino/Folha Imagem

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