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Archive for outubro \31\+00:00 2008

Prof. Dr. Ramón Salaverria, Universidade de Navarra

Prof. Dr. Ramón Salaverría, Universidade de Navarra

A bomba detonada, supostamente pelo ETA, na Universidade de Navarra atingiu as instalações da Faculdade de Jornalismo. O professor Ramón Salaverría, pesquisador na área de ciberjornalismo, publicou em seu Blog E-Periodistas, foto com os estragos causados em seu gabinete de trabalho.

Conforme informações pessoais de Salaverría, não houve, entre os professores de seu departamento, qualquer pessoa ferida. O professor Ramón Salaverría também publicou em seu Blog um comunicado em que incrimina e rechaça o atentado e as ações do ETA. Diz Salaverría que “con esta acción despreciable, pretendían hacer daño a una institución y a unas personas que, a diferencia de esa banda de criminales, trabajamos día a día por el progreso de la sociedad navarra”.

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Como o iPhone oferece a ferramenta de Publicação no blog, vou testar a praticidade e a rapidez. Assim, este texto foi digitado no teclado do iPhone.

No entanto, foi necessário editar a foto no computador. A ferramenta de publicação de foto no iPhone não permite redimensionar a foto e colocar em posição esquerda ou direita.

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Prof. José Marques de Melo e e prof. Henrique Ruiz da Assibercom

Prof. José Marques de Melo e prof. Henrique Ruiz da Assibercom

Por José Marques de Melo

A lendária cidade de Funchal, na atlântica Ilha da  Madeira, que respaldou,  durante séculos, travessias históricas entre brasileiros e portugueses, acolherá o XI Congresso Ibero-Americano de Comunicação para debater o tema: “Travessias comunicacionais: migrantes e viajantes no arquipélago digital”, no período de 16 a 19 Abril de 2009.

Presidido pelo doutor Enrique Sanchez Ruiz (Mexico) e cooordenado pelo professor Luis Humberto Marcos (Portugal), respectivamente presidente e secretário-executivo da ASSIBERCOM –  Associação Ibero-Americana de Comunicação,  o evento será realizado na Universidade da Madeira, Funchal, de acordo com o seguinte calendário:

16 de Abril (5ª f.)
9h30 – Recepção aos participantes e entrega de pastas
10h00 – Encontro dos Representantes das Federações Nacionais ou Associações Regionais de Ciências da Comunicação da Europa Ibérica, América Hispânica e Luso-Brasileira
17h30 – Sessão de abertura
18h00 – Conferência Inaugural
19h30  – Recepção Oficial / “Madeira d’Honra” na Quinta Vigia

17 de Abril (6ª f.)
9/11 h – 1ª Sessão Plenária
11h30/12h30 – 2ª Sessão Plenária
14h30/17h30 – GTs(espaço para a apresentação de comunicações previamente registadas) e Encontro dos Representantes das Federações Nacionais ou Associações Regionais de Ciências da Comunicação da Europa Ibérica, América Hispânica e Luso-Brasileira
18 h Assembleia Geral da AssIBERCOM-Associação Ibero-Americana de Comunicação

18 de Abril (sáb.)
9/11 h – 3ª Sessão Plenária
11h30/12h30 – 4ª Sessão Plenária
14h30/17h30 – GTs (espaço para a apresentação de comunicações previamente registadas)
17h30 – ASSEMBLEIA Fundacional da Confederação Ibero-americana das Associações Nacionais e Regionais de Ciências da Comunicação – CIBERAMERICOM
20 – Sessão de Encerramento

19 de Abril (dom.)
9h – Reunião de Trabalho da Diretoria da CIBERAMERICOM

As comunicações científicas poderão ser inscritas num dos seguintes GTs – Grupos de Trabalho:

GT 1 – Jornalismo: Cultura, Tecnologias, Ddesenvolvimento

GT 2 – Marketing e Publicidade: novos desafios

GT3 – Comunicação Organizacional e Relações Públicas
GT4 – Comunicação Audiovisual: Ficção, Educação, Cidadania
GT5 – Cibercultura e Novos Veículos de Comunicação
GT6 – Teoría e metodología de investigação  em Comunicação
GT7 –  História da comunicação: Fontes, Sujeitos, Instituições
GT8 –  Politicas culturais: o local e o global
GT9 –  Velhos e novos media: Folkcomunicação, Mass e Web Media
GT10 – Concentração mediática, independência e neo-liberalismo
GT11 – Real/Virtual: desafios do futuro
GT12 – Economia Política da Comunicação

Estão previstas palestras e conferências dos seguintes pesquisadores, cuja presença ainda depende de confirmação: Enrique Sanchez Ruiz (Guadalajara, Mexico), J. Marques Melo e Margarida Kunsch  – (S. Paulo- Brasil),  Tereza Quiros, Lima, Peru, Erick Torrrico ,  La Paz, Bolívia, Lucia Castelón (Chile) , Gustavo Cimadevilla (Argentina). Luís Humberto Marcos – Porto – Portugal), Enrique Bustamante (Madrid – Espana), Margarita Ledo (Santiago – Espanha), M. Moragas ( Barcelona) , F. Sierra (Univ Sevilha), Luís Albornoz – Madrid (Pres. da ULEPIC), Moisés Martins, Porto e Antonio Hohlfeldt – Lisboa.

Informações:
http://www.imultimedia.pt/ibercom
ibercom@imultimedia.pt

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Prof. Dr. Marcos Palacios, coordenador do GJOL/UFBA

Prof. Dr. Marcos Palacios, coordenador do GJOL/UFBA

O coordenador do Grupo de Pesquisa em Jornalismo On Line (GJOL) da Faculdade de Comunicação da UFBA, professor Dr. Marcos Palacios foi contemplado com o Prêmio Adelmo Genro Filho na categoria Pesquisador Sênior.

O prêmio é organizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e se destina aos melhores trabalhos de pesquisa em Jornalismo em três categorias Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado, além de uma quarta categoria destinada a destacar o trabalho de um pesquisador como Pesquisador Sênior.

Conforme o texto de apresentação, pioneiro no Brasil, o GJOL desenvolve pesquisas em Ciberjornalismo desde 1995, conduzidas pelos professores Marcos Palacios e Elias Machado, dentro do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da FACOM / UFBA e como parte integrante do Centro de Estudos de Cibercultura.

Nos últimos 13 anos o trabalho dos pesquisadores do GJOL contribuiu de forma decisiva para consolidar a pesquisa sobre o jornalismo digital no pais. Principal referência brasileira na pesquisa do jornalismo digital, o GJOL mantém acordos de cooperação internacional com a Universidade Beira Interior, em Portugal com a Universidade do Texas, nos Estados Unidos, com a Universidade Nacional de Córdoba, Argentina, Instituto Tecnológico de Monterrey, México, com a Universidade de Havana, Cuba, Universidade de Lille, na França, Universidade de Rosário, Argentina, Universidade Austral, Argentina e Universidade de Villa
Maria, Argentina e com a Universidade de Vic, na Espanha.

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Diretora Cientifica da SBPJor, Márcia Benetti

Diretora Científica da SBPJor, Márcia Benetti

A diretora científica da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor),professora Dra. Márcia Benetti, divulgou nesta quarta-feira, 22, os nomes do ganhadores do Prêmio Adelmo Genro Filho de pesquisa em Jornalismo.

O prêmio se tornou referência da qualidade da pesquisa em jornalismo realizada no país, valoriza o pesquisador e promove a qualificação e o crescimento da pesquisa. Essa iniciatiava da SBPJor promove, a cada ano, a consolidação do campo do jornalismo como ciência, pois atesta a qualidade e quantidade dos trabalhos produzidos.

O prêmio Adelmo Genro Filho será entregue no dia 21 de novembro, durante o 6º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, em São Paulo, na Universidade Metodista.

Confira a relação dos ganhadores de 2008:

INICIAÇÃO CIENTÍFICA:
Primeiro lugar: Gabriela Jardim Rocha (PUC-Minas), “Mediações sociais no jornalismo colaborativo” – orientadora: Geane Alzamora
Menção honrosa: Mariana de Almeida Costa (UFF), “Jornalistas e marginalidade social” – orientadora: Sylvia Moretzsohn

MESTRADO:
Primeiro lugar: Marcelo Ruschel Träsel (UFRGS), “A pluralização no webjornalismo participativo” – orientador: Alex Primo
Menção honrosa: Ana Paula Ferrari Lemos Barros (UnB), “Saúde, sociedade e imprensa” – orientadora: Dione Moura

DOUTORADO:
Primeiro lugar: Suzana Barbosa (UFBA), “Jornalismo digital em base de dados” – orientador: Marcos Palacios

PESQUISADOR SÊNIOR:
– Marcos Palacios (UFBA)

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Interessante texto sobre a cobertura da mídia para o caso do sequestro em Santo André (SP) revela que o caso poderia ter outro final. A exploração da desgraça alheia, no mais puro sensacionalismo transforma a mídia, principalmente a televisão num “desserviço” à população. É mais um fato que ratifica a necessidade de se pensar o papel da televisão na sociedade.

Leia o texto que foi reproduzido no Blog do GJOL:

Por Carlos Eduardo Entini

Com certeza Lindemberg nunca teve um Nintendo ou aparelho semelhante. Em compensação, ninguém nunca teve um vídeo-game como ele, no qual uma partida pôde durar 100 horas e com tamanha realidade. It’s show time!
Discute-se a ação da polícia, se deveria ter agido antes ou se um tiro do sniper teria resolvido a questão.
O que não se discute é o show montado pela imprensa. Como teria sido o desfecho se tivesse sido proibida a filmagem do local e da movimentação da polícia? Qual foi o peso que ela deu no resultado?
Muitos podem questionar que a proibição da transmissão ao vivo seria um atentado à liberdade de imprensa. Mas nem todo o direito é absoluto, mesmo os constitucionais.
Com todo o show montado, Lindemberg fez do telefone joysticke. A cada telefonema, no caso jogada, ele podia sentir a reação na televisão e rádio. Ele tinha todo o controle.
Agora sabe-se de uma jogada que talvez teria dado outro desfecho ao caso: ele concordou em soltar as reféns e se entregar caso o promotor divulgasse uma carta em que se comprometia a pedir uma pena leve e que ela fosse lida pelo jornalista da Record Reinaldo Gottino (leia Apresentador da Record poderia resolver o sequestro? O que diz Serra?)
Ou seja, a polícia, a única preparada para esses casos, torna-se o terceiro refém. Naquele momento um repórter surgia como o negociador. É um poder (o 4º?) assumindo outro que não lhe compete (o do 1º).
Os comandantes da operação permitiram, mas instâncias superiores não. Ainda não se sabe quem.
Ficou claro é que um crime – quantos desse não acontecem por aí a fora? – foi transformado em comoção nacional e deu ao criminoso a prerrogativa de controle e pior ainda, deixou a polícia coadjuvante entre o crime e o espetáculo. Ganharam os dois.
Cansado de jogar, restou a Lindemberg queimar as duas vidas que lhe restavam e GAME OVER!

Via Ong PI

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Prof. Dr. Samuel Pantoja, coordenador do Encontro

Prof. Dr. Samuel Pantoja, coordenador do Encontro

A diretoria do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) divulgou nesta segunda-feira, 20 de outubro, a Carta de Joinville. O documento é resultado dos debates promovidos pelo 4º Encontro de Professores de Jornalismo do Paraná e 2º Encontro de Professores de Jornalismo de Santa Catarina, realizado no IELUSC, em Joinville (SC), nos dias 17 e 18 de outubro.

Na carta, os professores de jornalismo dos dois estados ratificam a importância do diploma para o exercício profissional do jornalismo e destacam a necessidade da pesquisa e da extensão, aliados ao ensino, como elementos que promovem a qualificação do jornalismo.

Confira o texto completo da Carta:

Carta de Joinville

Os professores, estudantes e profissionais presentes no IV Encontro Paranaense de Professores de Jornalismo e II Encontro de Professores de Jornalismo de Santa Catarina, eventos realizados, simultaneamente, na cidade de Joinville/SC, nos dias 17 e 18 de outubro de 2008, manifestam-se favoráveis ao compromisso em defesa de uma formação profissional de qualidade pautada pelas demandas sociais relacionadas à mídia e, dessa forma, ratificam a necessidade de manter e aprofundar a regulamentação para o exercício do jornalismo com base na formação universitária de graduação.

Os participantes entendem que o fortalecimento do campo jornalístico reside, também, na capacidade de organização dos profissionais da notícia e do ensino na área, seja por meio de manifestações, debates, cobranças junto às instâncias de administração pública (tribunais, legislativo e/ou setores do executivo), ou mesmo envolvendo estudantes, pesquisadores e docentes numa luta que é entendida como de toda a sociedade brasileira. Tais ações devem reforçar as mobilizações em curso protagonizadas pelos Sindicatos e pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em parceria com o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), dentre outras entidades.

Em tempos de convergência tecnológica, os presentes avaliam que o jornalismo é, sem dúvida, uma forma social de produção do conhecimento que, ao mesmo tempo em que mantém suas especificidades conceituais e técnicas, preserva uma perspectiva multidisciplinar capaz de possibilitar aos seus usuários/interlocutores o exercício da condição de cidadania em meios às complexas relações que marcam as sociedades contemporâneas. Cabe, pois, aos docentes, profissionais, estudantes e pesquisadores da área buscar formas de aprofundar o debate, forjando referências teóricas e metodológicas próprias e consistentes capazes de ampliar as perspectivas de reflexão e produção do conhecimento jornalístico em sintonia com as demandas da sociedade civil.

Na mesma perspectiva, os participantes dos Encontros defendem que a crescente profissionalização do setor deve se desenvolver em sintonia com a melhoria das condições de ensino, compatíveis com a digna função exercida pelos docentes. É, portanto, tarefa das Instituições de Ensino Superior que mantêm cursos de Jornalismo dispor de condições estruturais adequadas capazes de habilitar os estudantes (futuros profissionais) a interagir com os mais diversos setores sociais, em especial com os grupos historicamente excluídos dos bens e serviços de interesse público.

Diante do exposto, os participantes firmam um compromisso coletivo em defesa da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, aprovando a realização de atividades – envolvendo estudantes, profissionais e docentes da área – para levar o debate à sociedade civil, como forma de legitimar a produção de uma informação de qualidade e efetivamente preocupada com as lutas e os problemas sociais, as demandas da informação e a ampla defesa da condição de cidadania. Afinal, a defesa da Regulamentação Profissional do Jornalismo é a defesa da própria democracia e, portanto, uma luta de todos.

Joinville, Primavera de 2008.

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Nota divulgada nesta segunda-feira pela diretoria da Fenaj faz homenagem aos professores de Jornalismo e destaca a importância do engajamento dos mestres no processo pela obrigatoriedade do diploma de jornalista. Destaca ainda a nota a realização dos Encontros Estaduais e Regionais dos professores, como os ocorridos no último final de semana em São Paulo, Paraná/Santa Catarina e Brasília.

Confira a íntegra da Nota da Fenaj:

Aos Mestres, com carinho

No mês em que se comemora o Dia do Professor e em que os professores de Jornalismo brasileiros se reúnem nos seus encontros estaduais ou regionais, a FENAJ saúda a todos. Também saudamos a sua entidade nacional, o FNPJ, e os Cursos e colegas que, coordenados pelo Fórum, vêm empenhando-se na organização destes eventos de extrema importância para a reflexão, formulação e qualificação da formação dos jornalistas, o que, por conseqüência, reflete-se na melhoria do Jornalismo oferecido diariamente à sociedade brasileira.

A importância do Jornalismo na construção social da realidade nacional indica tarefas históricas a todos nós do campo jornalístico – profissionais, professores e pesquisadores. Uma das mais essenciais destas tarefas está sob a responsabilidade dos professores: a de formar com qualidade, ética, competência técnica e teórica para uma profissão com um papel tão importante e fundamental à sociedade.

Somos e formamos profissionais de produção da cultura nacional e não apenas integrantes de linhas de montagem de produtos informativos sujeitos à lógica mercantil. Isso nos tem demandado empenho, individual e coletivo, por um Jornalismo que crie conhecimento e consciência crítica da realidade.

Diante do compromisso com o conjunto da sociedade e conscientes do papel que cabe aos jornalistas, tanto na esfera de sua atuação profissional, quanto na busca da humanização das relações sociais, a FENAJ e seus 31 Sindicatos têm atuado decisivamente junto à comunidade acadêmica, propondo ou encampando iniciativas para a melhoria da qualidade do ensino de Jornalismo, sempre alinhando-se especialmente com o FNPJ – Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e a SBPJor – Sociedade Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo. Somos, por exemplo, a única categoria que teve a ousadia de propor um programa permanente de qualidade do ensino e de discutí-lo democraticamente com a comunidade acadêmica e com o empresariado.

Este Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino de Jornalismo hoje já é um patrimônio de todo o nosso campo. Já conta mais de 10 anos de existência e vem sendo atualizado através de Seminários nacionais, com a participação de todos os segmentos do Jornalismo, e tem balizado a constituição e avaliação do ensino em muitas escolas do país.

Ao mesmo tempo, por atribuir este papel central à formação como meio de garantir uma informação plural, democrática e produzida com ética e qualidade, temos lutado para manter um dos principais pilares da nossa regulamentação profissional: a obrigatoriedade do diploma universitário específico em Jornalismo para o exercício profissional. Ou seja, queremos garantir não apenas uma conquista corporativa, mas uma necessidade de toda a sociedade brasileira. Porque somos e formamos profissionais que têm responsabilidades públicas na formação da consciência coletiva.

Agradecemos aos nossos colegas professores e a sua entidade FNPJ pela participação ativa nesta e em todas as lutas que são mais específicas do ambiente profissional. Com certeza, sem o apoio e envolvimento de vocês, estas batalhas seriam muito mais difíceis de enfrentar. Também reafirmamos, mais uma vez, o compromisso de continuar, com  o mesmo empenho, envolvidos e atuantes igualmente nas lutas mais referentes ao segmento dos professores e pesquisadores.

E para que nosso trabalho coletivo e interligado avance, convidamos a todos os professores:
– a intensificarem a participação na Campanha Nacional em Defesa da Formação e da obrigatoriedade do Diploma;
– a promoverem lançamentos, discutirem e divulgarem o segundo livro “Formação Superior em Jornalismo: uma exigência que interessa à sociedade”;
– a conhecerem mais profundamente e participarem das ações e programas da FENAJ e Sindicatos voltados à valorização e qualificação da formação e do próprio Jornalismo. Entre estes, além do Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino, citamos a Escola do Jornalista ( Programa de Atualização Profissional da FENAJ), a Cátedra FENAJ de Jornalismo para a Cidadania, a Proposta de Diretrizes Curriculares ( elaborada em conjunto com FNPJ e outras entidades do campo em Campinas, SP, e que agora deve ser atualizada) e a nossa proposta de um Programa Nacional de Estágio Acadêrmico.

Para tanto, a FENAJ se coloca à disposição de vocês através do seu Departamento de Educação (diretores Alexandre Campello, Marjorie Moura e Valci Zuculoto), na nossa página www.fenaj.org.br , e-mail fenaj@fenaj.org.br e fone (61) 32440650.

Diretoria da FENAJ

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Papel eletrônico fabricado na Alemanha

Papel eletrônico fabricado na Alemanha

O futuro dos jornais e publicações impressas de um modo geral pode estar na popularização do papel eletrônico. De acordo com o Blog Jornalismo & Internet, a fabricação começa a ser testada na Alemanha. A BBC produziu um vídeo em que mostra os primeiros passos da produção e vantagens e desvantagens no uso do papel eletrônico. Afinal, ainda por muitos anos será um tecnologia cara e inacessível para a maior parte da população.

De outro lado, o papel eletrônico responde a pergunta: os jornais como conhecemos hoje vão acabar? Não! Haverá uma transformação do suporte, do papel extraído em larga escala das florestas plantadas ou, pior, nativas, para o papel eletrônico. O que falta é o aprimoramento da tecnologia e a adaptação ao novo meio. Da mesma forma como muitos se adaptaram e ainda estão em fase de adaptação à leitura na tela do computador, o mesmo acontecerá com o papel eletrônico.

Veja o vídeo da BBC aqui.

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Christian Dunn

Christian Dunn

Do Blog do GJOL

Christian Dunn inicia hoje no journalism.co.uk uma série de postagens intitulada Como escrever para a Web (How to write for the  web). Christian Dunn Christian Dunn é o editor de jornalismo digital da NWN Media Ltd, que publica o Evening Leader, além de manter o blog Digital Journalist.

Escrever para a web é uma habilidade necessária para o jornalista contemporâneo. A ampliação e crescimento do ciberjornalismo exige que os jornalistas, principalmente os “focas” tenham domínio do texto ciberjornalístico e das ferramentas para produção na web.

Marcos Palacios

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