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Posts Tagged ‘Jornais’

Capa do sítioweb Jornalismo - Prof. Gerson Martins

O sítioweb Jornalismo – Prof. Gerson Martins vai passar por uma reformulação geral, se adequará com as mais recentes tecnologias de publicação de textos e imagens e ainda terá atualização mais frequente. O objetivo do sítioweb, desde a primeira versão em 1998, é oferecer apoio aos estudantes de jornalismo como indicações de bibliografia, de portais na internet de interesse na área, notícias sobre jornalismo, indicação de eventos em jornalismo, fontes de pesquisa em jornalismo, além de oferecer fácil acesso às principais revistas e jornais em todo mundo.

Com o advento das redes sociais, protagonizada, principalmente, pelo Twitter, Facebook e Orkut, os blog’s foram deixados à margem. Muitos blogueiros que aderiram ao twitter não atualizam com a mesma frequencia o seu Blog. Esse fato também decorre das exigências de tempo para um texto mais longo e a possibilidade rápida e fácil para publicação de informações no twitter, principalmente pelo celular. A nova página de Jornalismo publicará as informações que seriam divulgadas pelo blog Redação Ciberjornalismo mantido pelo autor do sítioweb. Isso será possível graças ao novo formato para publicações, que facilitará a edição dos textos, das imagens e também do processo de publicação. A nova página na internet será um misto de portal e blog, com novo leiaut e com notícias publicadas de forma dinâmica.

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Autora da pesquisa sobre ensino de ciberjornalismo, Catarine Sturza

Pesquisa sobre o ensino de ciberjornalismo nas universidades de Mato Grosso do Sul será apresentada durante o 9º Ciclo de Pesquisa em Ensino de Jornalismo que acontece em Recife (PE), entre os dias 21 e 23 de abril, no 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo. O evento é organizado pelo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e será realizado na Universidade Católica de Pernambuco.

A pesquisa foi desenvolvida pela acadêmica de jornalismo e participante do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo (CIBERJOR) da UFMS, Catarine Sturza em projeto de Iniciação Científica, orientada pelo professor Dr. Gerson Luiz Martins. Foram aplicados questionários entre professores e alunos dos cursos de Jornalismo de quatro universidades e uma faculdade do estado, na UCDB, Unigran, UFMS, Uniderp e Estácio de Sá, entre os meses de fevereiro e maio de 2009.

O texto final da pesquisa, transformado em artigo científico, foi aprovado para apresentação no Grupo de Pesquisa Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino, coordenado pelo professor da PUC do Rio de Janeiro, Leonel Aguiar.

Segundo o coordenador do CIBERJOR-UFMS, professor Dr. Gerson Luiz Martins, a pesquisa trata de um segundo momento do projeto nacional para levantar o estado da arte do ensino de ciberjornalismo no Brasil. A primeira pesquisa, também por meio do Programa de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC, foi realizada no Rio Grande do Norte, em 2007, no Curso de Jornalismo da UFRN.

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Prof. Dr. Mario Luiz Fernandes, membro da Comissão do Programa de Mestrado em Comunicação da UFMS

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP) da UFMS constitui Comissão de professores do Departamento de Jornalismo da UFMS para trabalhar no projeto de criação do Curso de Mestrado em Comunicação da instituição. A Comissão, composta pelos professores Gerson Luiz Martins, Márcia Gomes e Mario Luiz Fernandes, tem até o dia 30 de abril para apresentar o primeiro esboço do projeto. A CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, órgão do Ministério da Educação que é responsável pela aprovação e regulamentação dos cursos de mestrado e doutorado, prorrogou o prazo para ingresso de novas propostas de mestrado até o dia 30 de junho.

O corpo de professores do Departamento de Jornalismo, integrado pelos doutores Daniela Ota, Gerson Luiz Martins, Greicy França, Marcelo Cancio, Marcia Gomes, Mario Fernandes e Mario Ramires, trabalham em reuniões diárias desde o dia 25 de março para montar o projeto. Na última semana, os professores fizeram reuniões diárias para formatar o Regimento do Programa de Mestrado em Comunicação.

Segundo o professor Dr. Mario Luiz Fernandes, a previsão que o texto final do projeto fique pronto até o final de maio, quando será entregue a PROPP/UFMS para parecer final e inscrição no portal da CAPES. Se o projeto for aprovado no decorrer deste ano, há probabilidade do curso iniciar em março de 2011.

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Capa do livro Gêneros Jornalísticos no Brasil

Por Lidiane Dini

Esboçar o quadro dos gêneros jornalísticos praticados pela mídia brasileira é o objetivo do mais novo livro organizado pelo professor José Marques de Melo, com o título ‘Gêneros Jornalísticos no Brasil’. Resultado de uma reflexão coletiva proposta aos seus alunos de pós-graduação, em busca de saídas para a crise enfrentada pelo jornalismo no país, a obra será lançada nacionalmente no dia 22 de abril, na cidade do Recife, durante o XIII Encontro Nacional dos Professores de Jornalismo, promovido pela Universidade Católica de Pernambuco e pelo Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo – FNPJ.

Lançado pela Editora da Universidade Metodista de São Paulo — EdUMESP, o título é organizado em parceria com Francisco de Assis, que também assina dois textos da coletânea. Além dele, outros nove estudantes de pós-graduação do curso de mestrado e doutorado da UMESP colaboram com o estudo.

Sobre o livro

Ao todo são 13 textos — além do prefácio, apresentação e introdução — que preenchem as páginas do volume e desenham o cenário teórico e prático dos gêneros jornalísticos no Brasil. Eles estão disponíveis ao leitor em dois conjuntos ensaísticos: enquanto o primeiro é formado por estudos gerais, que pretendem classificar e conceituar os diversos tipos de gêneros, formatos e tipos cultivados pela mídia contemporânea, o segundo conjunto de textos é constituído por análises que desvendam sua utilidade potencial, visando à aplicação nas rotinas profissionais.

A proposta não é esgotar o tema, mas preencher uma lacuna que tem provocado inquietação entre pesquisadores, professores, alunos e profissionais de jornalismo. A idéia é oferecer uma revisão crítica e atualizada sobre o tema, ao mesmo tempo em que estimula novas perspectivas para que outras reflexões sejam desenvolvidas.

“Como alguém que se dedica ao tema há muitos anos, é com propriedade que ele indica os caminhos para a passagem daqueles que querem aprofundar e continuar o percurso teórico, ajudando a compreender as categorias jornalísticas que estruturam a exposição de conteúdos dos meios jornalísticos”, afirma Cicilia M. Krohling Peruzzo, doutora em Ciências da Comunicação, que assina o Prefácio da obra. Ela ressalta, ainda, a importância das próprias revisões que Marques de Melo vem fazendo na classificação dos gêneros propostos ao longo do tempo, necessária por terem como base estudos empíricos sobre realidades sempre em transformação.

“Uma tentativa de resgatar a identidade jornalística numa conjuntura minada por vaticínios desestabilizadores, apregoando o “ocaso do jornalismo”, ou sugerindo a passagem a uma espécie de pós-jornalismo”, como reitera Marques de Melo na Introdução. Trata-se de obra de apoio didático para alunos e professores de Jornalismo, bem como de roteiro útil aos jovens que se iniciam na profissão, mas não tiveram treinamento suficiente no exercício dos gêneros jornalísticos.

Sobre os autores

Os autores dos textos de ‘Gêneros Jornalísticos no Brasil’ são pesquisadores que passaram por aulas ministradas por Marques de Melo entre os anos de 1994 e 2009, período em que o professor Marques de Melo orientou, na Umesp, mais de 10 pesquisas de pós-graduação sobre o tema. Além de Francisco de Assis, doutorando em Comunicação Social e professor do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade de Taubaté (SP), assinam os textos outros alunos e ex-alunos da Universidade Metodista de São Paulo: Ana Regina Rêgo, doutoranda pela Umesp e pela Universidade Autônoma de Barcelona; Daniela Bertocchi, mestre em Ciberjornalismo e professora em Jornalismo Multimídia na Facamp; Guilherme Jorge de Rezende, doutor em Comunicação Social, professor e coordenador do Curso de Jornalismo na Universidade Federal de São João Del-Rei; Janine Marques Passini Lucht, doutora em Comunicação Social, professora e coordenadora do Curso de Jornalismo na ESPM, em Porto Alegre; Lailton Alves da Costa, mestre em Comunicação Social e editor do Jornal de Tocantins, em Palmas (TO); Laura Conde Tresca, mestre em Comunicação Social; Maria Isabel Amphilo, doutoranda em Comunicação Social; Tyciane Cronemberger Viana Vaz, doutoranda em Comunicação Social; Virgínia Salomão, doutora em Comunicação Social e professora do Curso de Jornalismo da Universidade Paulista – UNIP.

O coordenador do livro, José Marques de Melo, é doutor em Jornalismo pela Universidade de São Paulo, onde fundou o Departamento de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo e diretor-titular da Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. Preside também a Federação Brasileira das Sociedades Científicas e Associações Acadêmicas de Comunicação – SOCICOM – e coordena o Grupo de Pesquisa sobre Gêneros Jornalísticos da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

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13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, na Unicap, em Recife.

Do FNPJ, por Paulo Botão

O 3º Colóquio Ibero-Americano de Ensino de Jornalismo do FNPJ, que acontece em Recife (PE), durante o 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, vai debater o ensino de jornalismo no contexto dos países Ibero-Americanos. O evento terá como debatedores o jornalista Miguel Paz (Universidade Diego Portales – Chile), Gerardo Albarrán de Alba (Cátedra Unesco – México) e Celso Augusto Schröder (PUC/RS – Brasil), sob a mediação do professor Gerson Luiz Martins (UFMS – Brasil), diretor de Relações Institucionais do FNPJ e será realizado na sexta-feira (23/04), às 10h20, na Unicap (Universidade Católica de Pernambuco).

O 13º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo tem início no dia 21 de abril, no Hotel Atlante Plaza, com a realização do 6º Colóquio Andi, que vai tratar o tema “Jornalismo e desenvolvimento: reflexões sobre a agenda das mudanças climáticas”, do 9º Pré-Forum Fenaj, que vai debater “O papel da Universidade no contexto dos novos marcos regulatórios: o fim (e a volta?) da Lei de Imprensa e da obrigatoriedade do diploma e as novas diretrizes curriculares” e o IV Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Jornalismo, com o tema “Os trâmites e o processo jurídico-administrativo de implantação das novas diretrizes curriculares nacionais em Jornalismo na esfera governamental e no âmbito de cada curso”.

A partir do dia 22 de abril as atividades se concentram nas instalações da Unicap, e incluem a Solenidade de Abertura, Homenagem Póstuma do FNPJ ao ex-diretor Narciso Lobo, Homenagem da Unicap ao professor José Marques de Melo, Mesa Debate em Comemoração aos 50 anos de Lançamento do Livro Filosofia do Jornalismo e o IX Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino de Jornalismo.

Durante o Encontro também ocorrerá a eleição e posse da nova diretoria do FNPJ para o biênio 2010/2012. Confira a programação completa do evento no site:www.fnpj.org.br/13enpj.

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Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC

Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC

Por Carmen Pereira

Nos próximos dias, a Comissão de Especialistas encarregada da revisão das diretrizes curriculares para os cursos universitários de jornalismo entregará seu relatório ao Ministério da Educação. Embora o conteúdo do documento ainda não seja conhecido, a FENAJ espera que suas contribuições, bem como as das entidades do campo do jornalismo tenham sido aceitas.

O prazo final para conclusão e entrega do relatório se encerra no dia 19 de agosto. Mas o presidente da Comissão, professor José Marques de Mello, já adiantou a veículos de comunicação que o relatório está pronto, faltando apenas a definição de agenda oficial para sua apresentação ao Ministério da Educação.

Valci Zuculoto, do Departamento de Educação da FENAJ, conta que, embora o documento final ainda não tenha sido publicizado, as informações obtidas de alguns dos membros da Comissão são de que as contribuições da Federação e de entidades como o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) “em sua essência” foram incorporadas.

“Ao que nos consta, questões como a ampliação da carga horária mínima para 3.200 horas, curso específico desmembrado da Comunicação Social, estágio curricular nas últimas fases e não se confundindo com exploração de mão-de-obra barata, entre outras questões, estão presentes no relatório”, destacou Valci. Ela destaca, no entanto, que a FENAJ espera que o MEC disponibilize o documento para uma avaliação mais rigorosa. 

Curso de atualização?
Sobre os questionamentos que a FENAJ recebeu referentes ao “curso A arte de fazer jornalismo”, promovido pela revista Cult em parceria com a Faculdade Cásper Líbero, a diretora da FENAJ lamentou a forma como vem sendo divulgado. “Me parece óbvio que um ‘curso’ que vai das 9h30 às 18 horas só pode ser de atualização, mas o texto que divulga a atividade revoltou muita gente em função da decisão do STF sobre o diploma”, diz. O texto de divulgação do curso diz que ele é direcionado a estudantes de graduação ou portadores de diploma de nível superior (de qualquer área do conhecimento) que queiram exercer ou se aperfeiçoar na profissão.

A professora e sindicalista lembra que vêm proliferando cursos de curta duração sobre jornalismo após o julgamento do STF que tornou desnecessária a exigência de diploma de curso superior de Jornalismo para o exercício da profissão. “Agora este evento, da forma como vem sendo divulgado e trazendo o nome da Cásper Líbero vem trazendo transtornos, pois muita gente considerou que a primeira escola de jornalismo do Brasil abraçou a causa do patronato e do ministro Gilmar Mendes”, conta. “Num momento de questionamento do diploma, é hora de os cursos mostrarem qualidade para formar jornalistas capacitados e não se deixarem confundir com a decisão equivocada do STF”, completa.

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A editora Abril disponibilizou o acervo completo da revista Veja na internet. O acervo compreende desde a primeira edição de 11 de setembro de 1968, a primeira a ser publicada, até a edição de 10 de dezembro de 2008, com 40 anos de publicação.

No acervo é possível avaliar o crescimento da publicidade na revista, assim como a quantidade de texto em relação à fotografia. As última edições, num verificação superficial, contemplam 50% das página para matérias jornalísticas e 50% para publicidade. Alguns anos atrás, indagada sobre essa situação e que o leitor, o assinante pagaria pela publicidade e a revista dobrar seus rendimentos, recebe da publicidade e recebe do leitor pelo mesmo produto, o atendimento afirmou que se não fosse essa quantidade de páginas para publicidade, o preço de capa seria o dobro, ou seja, dos atuais R$ 8,40 para R$ 16,80.

O acervo na internet é um banco de dados para pesquisa nas áreas de ciências sociais, história e principalmente jornalismo. Segundo o professor da Universidade Federal da Bahia e coordenador do Grupos de Pesquisa em Jornalismo On Line (GJOL), é “uma iniciativa de imenso valor para a recuperação da História da Imprensa no Brasil e um indicativo de para onde vai se desenvolvendo o modelo de negócios da revista”.


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Com informações do Boletim da Fenaj

O presidente da Comissão que vai atualizar as diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo, professor Dr. José Marques de Melo, vai divulgar a composição da mesma e o plano de trabalho somente em 2009. Prevista para o início de dezembro, a Comissão do Ministério da Educação encarregada de revisar as diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo só deverá ser formalizada e iniciar seus trabalhos em janeiro de 2009. A FENAJ, Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo têm posição contrária a idéia de retorno do ciclo básico nos currículos.

A proposta de constituição de uma comissão para analisar o currículo dos cursos de Jornalismo foi apresentada pelo ministro Fernando Haddad em audiência com representantes da FENAJ, FNPJ e SBPJor em outubro. As três entidades manifestaram disposição de colaborar com propostas para melhorar a formação acadêmica na área e de indicar nomes para a Comissão, mesmo tendo claro que a composição da mesma não se daria com o caráter de representação de entidades, mas sim com um perfil de personalidades com experiência acadêmica e profissional.

Posteriormente o ministro indicou o professor José Marques de Melo para presidir a Comissão e encarregar-se de sua composição. A partir de sua instalação, a Comissão terá 90 dias para elaborar um diagnóstico e propostas a serem submetidas ao Conselho Federal de Educação.

Durante o 6º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, realizado em novembro, em São Bernardo do Campo, representantes das três entidades reuniram-se com o presidente da Comissão. E defenderam que a revisão do currículo dos cursos de Jornalismo deve se basear em debates já acumulados, como a Proposta de Diretrizes do Seminário de Campinas realizado em 1999, e o Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino. Na ocasião classificaram o retorno do ciclo básico, aventado por alguns segmentos da comunidade acadêmica, como um “retrocesso”.

Na ocasião Marques de Melo havia iniciado consultas para a composição da Comissão. No dia 25 de novembro a FENAJ apresentou ao Ministério da Educação e ao presidente da Comissão a indicação do jornalista e professor Eduardo Meditsch, da UFSC. O FNPJ indicou os jornalistas e professores Sandra de Deus, da UFRGS, e Alfredo Vizeu, da UFPE. Já a SBPJor ficou de faze-lo posteriormente.

Mais recentemente, Marques de Melo declarou à imprensa que o processo de consultas para a formação da Comissão foi mais demorado do que previa e, como o ministro da Educação está de férias, aguardará seu retorno. Com isso, a composição da Comissão e o início dos trabalhos só ocorrerá em 2009. Até lá o Marques de Melo pretende prosseguir recebendo propostas.


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A Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ enviou mensagem aos profissionais, professores e pesquisadores de jornalismo em que convoca para intensificar mobilização em defesa do diploma de jornalista, que deverá ser julgado pelo STF até o dia 19. Segundo a nota da diretora de Educação da Fenaj, Valci Zuculoto, “como o recesso do Judiciário se inicia no dia 19 de dezembro, as próximas duas semanas revestem-se de grande expectativa para os jornalistas brasileiros”.

Leia a mensagem da Fenaj:

Precisamos manter e intensificar a mobilização em defesa da obrigatoriedade do diploma em Jornalismo: o SupremoTribunal Federal ainda pode marcar o julgamento para os próximos dias, pois só entra em recesso em 19 de dezembro, sexta-feira da semana que vem. Devemos mostrar que o nosso movimento continua forte e crescendo. Somente assim conseguiremos sensibilizar o STF sobre a importância de manter a exigência de Curso Superior em Jornalismo como requisito para exercer a profissão.

Convidamos todos a se manterem preparados para, a qualquer momento, enviar uma delegação para Brasília e também para a promoção de atividades locais no dia do julgamento. A sugestão da Coordenação Nacional da Campanha, integrada por diretores da FENAJ, de Sindicatos e do FNPJ, é para que uma das atividades seja ato público que inclua assistir em telões, ao vivo, a sessão de julgamento. A transmissão, em tempo real, pode ser acessada pela TV Justiça, no cabo ou via internet. Igualmente é possível ouvir na web, pela Rádio Justiça. Busquem contato com o Sindicato de Jornalistas da sua cidade, estado ou região para organizar promoções em conjunto.

Outro convite é para que continuem divulgando e promovendo lançamentos do livro “Formação Superior em Jornalismo – Uma exigência que interessa à Sociedade”. Aproveitem, também, as atividades de fim-de-ano das suas instituições e de outras organizações e entidades apoiadoras para divulgar a campanha e fortalecer nosso movimento. Os materiais de divulgação são encontrados na página da FENAJ ou podem ser solicitados para fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br

A Coordenação Nacional permanece trabalhando e em alerta mesmo neste período de recesso e férias. Além de continuar repassando informações e orientações, continuamos recebendo sugestões. As mensagens devem ser enviadas para fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br

Já as matérias e fotos sobre as atividades precisam ser mandadas para boletim@fenaj.org.br; fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br;valci@fenaj.org.br

Saudações!

Valci Zuculoto
Diretora de Educação/FENAJ


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Donos da midia, projeto do FNDC e Daniel Herz

Donos da mídia, projeto do FNDC e Daniel Herz

Do Boletim do FNDC

O FNDC disponibilizou um extraordinário banco de dados sobre os grupos de mídia do país. Concebido e liderado por Daniel Herz, Donos da Mídia desvenda os laços de redes e grupos de comunicação, demonstra como o controle sobre a mídia é exercido, o papel dos políticos, a ilegalidade de suas ações e da situação de empresas do setor.

O uso do superlativo “extraordinário” justifica-se facilmente: basta acessar www.donosdamidia.com.br para constatar que o site deverá se constituir em um marco na história das pesquisas sobre comunicação no Brasil. Além da sua diversidade e completude, Donos da Mídia é também um estudo inédito que permite avaliar as relações políticas, sociais e econômicas decorrentes da concentração da mídia nacional.

Produzido pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), entidade parceira do FNDC, Donos da Mídia, que está em fase de finalização, lista 7.275 veículos de comunicação, abrangendo rádios (inclusive as comunitárias), televisão aberta e por assinatura, revistas e jornais. Relaciona também as retransmissoras de televisão. No caso dos jornais, registra somente os de circulação diária ou semanal.

O papel controlador das redes

Donos da Mídia demonstra como tais veículos se organizam, destacando o papel estruturador das redes nacionais de televisão, especialmente as cinco maiores: Globo, Band, Record, SBT e Rede TV!. Há 33 redes de TV, às quais estão ligados 1.415 veículos, geralmente através de grupos afiliados. As redes de emissoras de rádio FM e OM somam 21. Esses dados podem ser visualizados aqui.

Também são identificados grupos nacionais e regionais. Os grupos nacionais foram definidos como o “conjunto de empresas, fundações ou órgãos públicos que controlam mais de um veículo, independentemente de seu suporte, em mais de dois estados”. Foram identificados 33 grupos, controladores de 267 veículos. Record (34 veículos), Band (32) e Globo (29) são os maiores.

Grupos regionais são aqueles que “controlam mais de uma entidade de mídia, independentemente de seu suporte”, atuando em até dois estados. Há 139 deles, controlando 655 veículos. RBS (55 veículos), OJC (24) e Sistema Mirante (22) são os maiores – todos são ligados a Globo. Esses dados podem ser vistos aqui. Os veículos quantificados podem ser localizados geograficamente na consulta à seção Lugares. Cada um dos 5.564 municípios brasileiros é referido.

A ilegalidade de grupos e políticos

Navegando em Donos da Mídia, é possível saber quantos veículos há em cada município, quais os grupos de mídia atuantes nas várias regiões, bem como dimensionar a cobertura das redes. Confira aqui. Para visualizar, por exemplo, o mapa da mídia em São Paulo, clique aqui. Os dados sobre as empresas incluem desde os seus endereços até seus concessionários, permissionários ou proprietários.

A localização dos veículos e a identificação de seus concessionários (e seus sócios) permite, por exemplo, constatar a situação ilegal da maioria dos grupos de mídia. Quase todos controlam um número de concessões superior ao permitido por lei. Os limites de concessões ou permissões para os serviços de radiodifusão podem ser vistos aqui. Outra ilegalidade flagrada pelo cruzamento de dados proporcionado pelo site é a participação direta de políticos no controle de emissoras de rádio e TV.

Como é sabido, a Constituição Federal proíbe (artigo 54) os deputados e senadores participar de organização definida como “pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público”. Essa determinação constitucional aplica-se, por extensão, aos deputados estaduais e prefeitos. Entretanto, Donos da Mídia, identificou 20 senadores, 48 deputados federais, 55 deputados estaduais e 147 prefeitos como sócios ou diretores de empresas de radiodifusão.

Quanto às suas origens partidárias, predominam os políticos filiados ao DEM (58, ou 21,4%), ao PMDB (48, ou 17,71%) e ao PSDB (43, ou 15,87%. Esses dados podem ser pesquisados aqui.

Um projeto de Daniel Herz

Apoiado em fontes sólidas e em uma extensa e detalhada pesquisa, Donos da Mídia representa o vértice de um projeto concebido e liderado pelo jornalista Daniel Herz, um dos fundadores do FNDC e seu principal mentor, falecido em maio de 2006. Ele também criou o Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), sediado em Porto Alegre.

Em sua fase decisiva, o projeto foi conduzido pelo jornalista James Görgen, que integrou o Epcom por vários anos. Leia a história do projeto aqui. Além da equipe relacionada no site, participou da pesquisa, na fase preliminar, a então estagiária de jornalismo Michele Fatturi.

O jornalista e professor universitário Celso Schröder, Coordenador-geral do FNDC, sugere que todas as entidades, universidades, ongs e sindicatos coloquem nos seus sites um link para Donos da Mídia. Observa que “a luta pela democracia na mídia só terá sucesso quando a sociedade se apropriar dela.” E acrescenta: “Donos da Mídia demonstra de modo enfático as distorções que o FNDC vem apontando e ratifica suas proposições. Poderá ser uma ferramenta poderosa a serviço dos que ambicionam democratizar a comunicação brasileira e do aperfeiçoamento das suas propostas de políticas públicas.”

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