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Prof. Dr. José Marques de Melo, presidente da Comissão de Jornalismo do MEC

Prof. Dr. José Marques de Melo, presidente da Comissão de Jornalismo do MEC

Do Boletim da Fenaj

A FENAJ protocolou nesta terça-feira (25/11), no Ministério da Educação, sua indicação para a Comissão que vai elaborar novas diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo. O Fórum Nacional de Professores de Jornalismo também definiu seus nomes e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo deve fazê-lo ainda nesta semana. No dia 20 de novembro, representantes das três entidades se reuniram com o professor José Marques de Melo, indicado pelo MEC para presidir a Comissão.

Proposta pelo ministro Fernando Haddad em audiência com as três entidades, no dia 23 de outubro, a Comissão tem por objetivo revisar as diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo para qualificar a formação profissional e formular propostas a serem apresentadas ao Conselho Nacional de Educação. As indicações da FENAJ, FNPJ e SBPJor são sugestões que o presidente da Comissão poderá acatar ou não.

A FENAJ indicou o jornalista e professor Eduardo Meditsch, da UFSC (mestre em Ciências da Comunicação pela USP e doutor na mesma área pela Universidade Nova de Lisboa). O FNPJ indicou os jornalistas e professores Sandra de Deus, da UFRGS (mestre em Extensão Rural pela UFSM e doutora em Comunicação pela UFRGS) e Alfredo Vizeu, da UFPE (mestre em Comunicação pela PUC-RS e doutor em Comunicação pela UFRJ). E a SBPJor fará sua indicação até o final desta semana.

Diretrizes
Na quinta-feira passada (20/11), os presidentes do FNPJ, Edson Spenthof, e da SBPJor, Carlos Franciscato, mais a Diretora de Educação da FENAJ, Valci Zuculoto e o Diretor de Relações Institucionais do FNPJ, Gerson Luiz Martins, reuniram-se em São Paulo com o professor José Marques de Melo, indicado pelo MEC para presidir a Comissão de atualização das Diretrizes Curriculares para o Jornalismo. Os três buscaram esclarecimentos sobre como Marques de Melo pretende compor a Comissão e qual será sua metodologia de trabalho. Ele disse que não quer notáveis, mas sim integrantes com legitimidade dos diversos segmentos do campo do Jornalismo, inclusive do empresariado.

Quanto à forma de trabalhar, disse que por meio da Comissão buscará mobilizar e ouvir as sugestões e propostas de todos os segmentos para depois sistematizá-las e encaminhá-las ao MEC e ao Conselho Nacional de Educação.

A diretora da FENAJ alertou para que não se perca o acúmulo do campo, em especial o da Proposta de Diretrizes do Seminário de Campinas, de 1999. Marques de Melo concordou e assegurou que este será um dos pontos de partida para a atualização. A FENAJ, que foi uma das promotoras, junto com o FNPJ, Intercom e Curso de Jornalismo da PUC/Campinas, vai encaminhar o documento formalmente para o presidente da Comissão, assim como o Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino. Da FENAJ, Marques de Melo também recebeu como subsídio o livro “Formação Superior em Jornalismo – uma exigência que interessa à sociedade”. Pelas três entidades, o professor ainda foi alertado quanto ao retrocesso que representará a volta do ciclo básico. Marques de Melo, neste ponto, igualmente concordou que deve ser evitado.

Balanço positivo
O resultado do encontro com o presidente da Comissão, para os diretores da Fenaj, Valci Zuculoto e do FNPJ, Gerson Luiz Martins foi considerado produtivo. ”Precisamos, todos os segmentos e entidades do campo do Jornalismo, lutar para que as novas diretrizes efetivamente preparem profissionais com competência e consistência técnica, teórica e ética”, destacou Zuculoto.

Para o presidente do FNPJ, Edson Spenthof, a preocupação de Marques de Melo em mediar as propostas dos diversos segmentos envolvidos no debate das diretrizes curriculares é positiva. “Neste primeiro contato houve avanços em várias questões, mas em outras é preciso aprofundar o debate”, disse, ao destacar a necessidade de valorizar as discussões acumuladas nas três entidades até o momento.

O presidente da SBPJor, Carlos Franciscato, considerou importante a consciência que o presidente da Comissão demonstrou da responsabilidade que lhe cabe neste processo: “ele [Marques de Melo] se mostrou sensível ao diálogo e acredito que teremos uma Comissão bastante qualificada para o debate”.

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Prof. Dr. José Marques de Melo, presidente da Comissão do MEC para jornalismo

Prof. Dr. José Marques de Melo, presidente da Comissão do MEC para jornalismo

Do portal do MEC

O professor José Marques de Melo, fundador da Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP), aceitou a indicação do ministro da Educação, Fernando Haddad, para presidir a comissão que vai estabelecer as novas normas e diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo.

A exemplo do que ocorreu em medicina com o professor Adib Jatene, o ministro Fernando Haddad deu total autonomia para o professor Marques de Melo constituir a comissão. Ele terá duas semanas para indicar os demais nomes. A comissão terá 90 dias para apresentar parecer que será encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

José Marques de Melo é fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Ele é autor de vários livros, entre os quais História do pensamento comunicacional, História social da imprensa, Jornalismo brasileiro e A esfinge midiática.

Este ano organizou duas publicações de assuntos atuais, com artigos de diferentes autores: Caleidoscópio chinês – comunicação, educação e turismo na Nova China e O campo da comunicação no Brasil.

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Prof. Dr. Samuel Pantoja, coordenador do Encontro

Prof. Dr. Samuel Pantoja, coordenador do Encontro

A diretoria do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) divulgou nesta segunda-feira, 20 de outubro, a Carta de Joinville. O documento é resultado dos debates promovidos pelo 4º Encontro de Professores de Jornalismo do Paraná e 2º Encontro de Professores de Jornalismo de Santa Catarina, realizado no IELUSC, em Joinville (SC), nos dias 17 e 18 de outubro.

Na carta, os professores de jornalismo dos dois estados ratificam a importância do diploma para o exercício profissional do jornalismo e destacam a necessidade da pesquisa e da extensão, aliados ao ensino, como elementos que promovem a qualificação do jornalismo.

Confira o texto completo da Carta:

Carta de Joinville

Os professores, estudantes e profissionais presentes no IV Encontro Paranaense de Professores de Jornalismo e II Encontro de Professores de Jornalismo de Santa Catarina, eventos realizados, simultaneamente, na cidade de Joinville/SC, nos dias 17 e 18 de outubro de 2008, manifestam-se favoráveis ao compromisso em defesa de uma formação profissional de qualidade pautada pelas demandas sociais relacionadas à mídia e, dessa forma, ratificam a necessidade de manter e aprofundar a regulamentação para o exercício do jornalismo com base na formação universitária de graduação.

Os participantes entendem que o fortalecimento do campo jornalístico reside, também, na capacidade de organização dos profissionais da notícia e do ensino na área, seja por meio de manifestações, debates, cobranças junto às instâncias de administração pública (tribunais, legislativo e/ou setores do executivo), ou mesmo envolvendo estudantes, pesquisadores e docentes numa luta que é entendida como de toda a sociedade brasileira. Tais ações devem reforçar as mobilizações em curso protagonizadas pelos Sindicatos e pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em parceria com o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), dentre outras entidades.

Em tempos de convergência tecnológica, os presentes avaliam que o jornalismo é, sem dúvida, uma forma social de produção do conhecimento que, ao mesmo tempo em que mantém suas especificidades conceituais e técnicas, preserva uma perspectiva multidisciplinar capaz de possibilitar aos seus usuários/interlocutores o exercício da condição de cidadania em meios às complexas relações que marcam as sociedades contemporâneas. Cabe, pois, aos docentes, profissionais, estudantes e pesquisadores da área buscar formas de aprofundar o debate, forjando referências teóricas e metodológicas próprias e consistentes capazes de ampliar as perspectivas de reflexão e produção do conhecimento jornalístico em sintonia com as demandas da sociedade civil.

Na mesma perspectiva, os participantes dos Encontros defendem que a crescente profissionalização do setor deve se desenvolver em sintonia com a melhoria das condições de ensino, compatíveis com a digna função exercida pelos docentes. É, portanto, tarefa das Instituições de Ensino Superior que mantêm cursos de Jornalismo dispor de condições estruturais adequadas capazes de habilitar os estudantes (futuros profissionais) a interagir com os mais diversos setores sociais, em especial com os grupos historicamente excluídos dos bens e serviços de interesse público.

Diante do exposto, os participantes firmam um compromisso coletivo em defesa da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, aprovando a realização de atividades – envolvendo estudantes, profissionais e docentes da área – para levar o debate à sociedade civil, como forma de legitimar a produção de uma informação de qualidade e efetivamente preocupada com as lutas e os problemas sociais, as demandas da informação e a ampla defesa da condição de cidadania. Afinal, a defesa da Regulamentação Profissional do Jornalismo é a defesa da própria democracia e, portanto, uma luta de todos.

Joinville, Primavera de 2008.

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Nota divulgada nesta segunda-feira pela diretoria da Fenaj faz homenagem aos professores de Jornalismo e destaca a importância do engajamento dos mestres no processo pela obrigatoriedade do diploma de jornalista. Destaca ainda a nota a realização dos Encontros Estaduais e Regionais dos professores, como os ocorridos no último final de semana em São Paulo, Paraná/Santa Catarina e Brasília.

Confira a íntegra da Nota da Fenaj:

Aos Mestres, com carinho

No mês em que se comemora o Dia do Professor e em que os professores de Jornalismo brasileiros se reúnem nos seus encontros estaduais ou regionais, a FENAJ saúda a todos. Também saudamos a sua entidade nacional, o FNPJ, e os Cursos e colegas que, coordenados pelo Fórum, vêm empenhando-se na organização destes eventos de extrema importância para a reflexão, formulação e qualificação da formação dos jornalistas, o que, por conseqüência, reflete-se na melhoria do Jornalismo oferecido diariamente à sociedade brasileira.

A importância do Jornalismo na construção social da realidade nacional indica tarefas históricas a todos nós do campo jornalístico – profissionais, professores e pesquisadores. Uma das mais essenciais destas tarefas está sob a responsabilidade dos professores: a de formar com qualidade, ética, competência técnica e teórica para uma profissão com um papel tão importante e fundamental à sociedade.

Somos e formamos profissionais de produção da cultura nacional e não apenas integrantes de linhas de montagem de produtos informativos sujeitos à lógica mercantil. Isso nos tem demandado empenho, individual e coletivo, por um Jornalismo que crie conhecimento e consciência crítica da realidade.

Diante do compromisso com o conjunto da sociedade e conscientes do papel que cabe aos jornalistas, tanto na esfera de sua atuação profissional, quanto na busca da humanização das relações sociais, a FENAJ e seus 31 Sindicatos têm atuado decisivamente junto à comunidade acadêmica, propondo ou encampando iniciativas para a melhoria da qualidade do ensino de Jornalismo, sempre alinhando-se especialmente com o FNPJ – Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e a SBPJor – Sociedade Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo. Somos, por exemplo, a única categoria que teve a ousadia de propor um programa permanente de qualidade do ensino e de discutí-lo democraticamente com a comunidade acadêmica e com o empresariado.

Este Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino de Jornalismo hoje já é um patrimônio de todo o nosso campo. Já conta mais de 10 anos de existência e vem sendo atualizado através de Seminários nacionais, com a participação de todos os segmentos do Jornalismo, e tem balizado a constituição e avaliação do ensino em muitas escolas do país.

Ao mesmo tempo, por atribuir este papel central à formação como meio de garantir uma informação plural, democrática e produzida com ética e qualidade, temos lutado para manter um dos principais pilares da nossa regulamentação profissional: a obrigatoriedade do diploma universitário específico em Jornalismo para o exercício profissional. Ou seja, queremos garantir não apenas uma conquista corporativa, mas uma necessidade de toda a sociedade brasileira. Porque somos e formamos profissionais que têm responsabilidades públicas na formação da consciência coletiva.

Agradecemos aos nossos colegas professores e a sua entidade FNPJ pela participação ativa nesta e em todas as lutas que são mais específicas do ambiente profissional. Com certeza, sem o apoio e envolvimento de vocês, estas batalhas seriam muito mais difíceis de enfrentar. Também reafirmamos, mais uma vez, o compromisso de continuar, com  o mesmo empenho, envolvidos e atuantes igualmente nas lutas mais referentes ao segmento dos professores e pesquisadores.

E para que nosso trabalho coletivo e interligado avance, convidamos a todos os professores:
– a intensificarem a participação na Campanha Nacional em Defesa da Formação e da obrigatoriedade do Diploma;
– a promoverem lançamentos, discutirem e divulgarem o segundo livro “Formação Superior em Jornalismo: uma exigência que interessa à sociedade”;
– a conhecerem mais profundamente e participarem das ações e programas da FENAJ e Sindicatos voltados à valorização e qualificação da formação e do próprio Jornalismo. Entre estes, além do Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino, citamos a Escola do Jornalista ( Programa de Atualização Profissional da FENAJ), a Cátedra FENAJ de Jornalismo para a Cidadania, a Proposta de Diretrizes Curriculares ( elaborada em conjunto com FNPJ e outras entidades do campo em Campinas, SP, e que agora deve ser atualizada) e a nossa proposta de um Programa Nacional de Estágio Acadêrmico.

Para tanto, a FENAJ se coloca à disposição de vocês através do seu Departamento de Educação (diretores Alexandre Campello, Marjorie Moura e Valci Zuculoto), na nossa página www.fenaj.org.br , e-mail fenaj@fenaj.org.br e fone (61) 32440650.

Diretoria da FENAJ

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Campus da UFMS em Campo Grande (MS)

Campus da UFMS em Campo Grande (MS)

Está aberto processo de inscrição para Concurso de Professor Efetivo, dedicação exclusiva na área de Jornalismo Impresso na UFMS. Poderão inscrever-se candidatos portadores com, no mínimo, o título de Doutor, no período de 27 a 31 de outubro, somente pela internet, no portal eletrônico http://concursos.ledes.net onde estarão disponibilizados para impressão o requerimento de inscrição e o boleto bancário.

As provas acontecem entre os dias 4 e 7 ou 11 a 14 de dezembro. A divulgação dos locais de realização das provas, juntamente com informações sobre horários, será por meio do Edital de Homologação de Deferimentos das Inscrições, nos portais eletrônicos http://concursos.ledes.net e www.preg.ufms.br.

Mais informações no sítio web da Pró-Reitoria de Graduação da UFMS, no endereço www.preg.ufms.br.

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Cartaz da Conferência sobre regulamentação do jornalista

Cartaz da Conferência sobre regulamentação do jornalista

Com texto do Blog Jornalismo e Comunicação

Jornalistas portugueses participarão, no dia 15 de maio de 2009, na Universidade do Minho, uma conferência subordinada ao tema ‘Jornalismo na Europa: Quem precisa de Regulação?’

A conferência pretende aproximar perspectivas diversas sobre as profundas transformações no campo jornalístico e respectivos desenvolvimentos ao nível dos mecanismos de regulação. O objetivo da Conferência  é contribuir para o desenvolvimento de uma leitura mais complexa das ferramentas reguladoras (internas e externas) com potencial para a defesa do jornalismo como campo socialmente relevante. Os desafios colocados pela digitalização dos conteúdos, pela proliferação das plataformas e pelo crescimento exponencial de participantes na esfera pública digital estarão em debate.

Mais informações na internet: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, com Helena Sousa (helena@ics.uminho.pt), Manuel Pinto (mpinto@ics.uminho.pt) e Joaquim Fidalgo (jfidalgo@ics.uminho.pt).

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Capa do Livro Formação Superior em Jornalismo da Fenaj

Capa do Livro Formação Superior em Jornalismo da Fenaj

Do Boletim da Fenaj

As repercussões da pesquisa FENAJ/Sensus e o lançamento do segundo livro em defesa do diploma marcam a nova fase do movimento dos jornalistas e da sociedade por um jornalismo qualificado. A Coordenação da Campanha prepara novas peças para fortalecer a luta pela rejeição do Recurso Extraordinário que questiona o diploma como requisito para o exercício da profissão.

Depois da pesquisa do Instituto Sensus que mostrou que 74,3% da população brasileira é a favor do diploma para o exercício da profissão de jornalista, um novo número revela o crescente interesse da categoria e da sociedade no tema. A matéria, feita pela FENAJ sobre a pesquisa, foi um dos 20 releases mais acessados no mês de setembro no site de relacionamento MaxpressNet. O site, que obteve 4.192.042 page views em setembro, publicou 5.015 matérias no período.

O jornal Correio de Uberlândia realizou uma enquete no seu site, no período de 23 a 30 de setembro, sobre a questão do diploma para os jornalistas. A maioria dos 335 internautas (79%) foi a favor da obrigatoriedade do diploma, enquanto 14% são contra e 5% responderam não saber.

A Coordenação Nacional da campanha orienta os integrantes do movimento a realizarem lançamentos do livro “Formação Superior em Jornalismo – Uma exigência que interessa à sociedade”, que tem artigo do professor de jornalismo da UFMS, Gerson Luiz Martins, editado pela FENAJ com contribuições de acadêmicos, juristas e profissionais. , como instrumento de mobilização e divulgação da campanha. Com o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) já foram impressos mais 2 mil exemplares. Pedidos de remessa dos livros devem feitos pelo fone (61) 32440650 ou e-mail fenaj@fenaj.org.br.

Dois lançamentos estão marcados para as próximas semanas. Um deles será em no dia 9 de outubro, em Fortaleza, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas do Ceará. O outro será no dia 17 de outubro, na abertura do Fórum de Professores de Jornalismo Paraná/Santa Catarina, em Joinville (SC), no IELUSC, com as presenças do presidente da FENAJ, Sérgio Murillo, da presidente do Sindicato dos Jornalistas do Paraná e diretora da FENAJ, Aniela Almeida, e dos coordenadores da campanha Márcio Rodrigues e Valci Zuculoto.

Vídeo e peças de divulgação

A Coordenação Nacional informa, também, que d DVD com peças e fotos da mobilização em todo o país está sendo atualizado. A nova versão estará disponível na página da FENAJ nos próximos dias, juntamente com as demais peças da campanha (basta clicar no banner de defesa do diploma). Também estarão à disposição adesivos de lapela, panfleto com Manifesto em Defesa do Diploma e cartazes.. Os interessados devem fazer os pedidos para a FENAJ.

Outra solicitação da Coordenação Nacional é de que os apoiadores do movimento continuem postando apoios no site da FENAJ e enviando e-mails de sensibilização para os ministros do STF.

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Campanha em favor da exigência do diploma de Jornalismo em Brasilia

Campanha em favor da exigência do diploma de Jornalismo em Brasília

Do Boletim da Fenaj

O resultado da pesquisa FENAJ/Sensus foi bem recebido pelos presidentes do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof, e da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Carlos Franciscato. Eles consideram que os números mostram a percepção da sociedade sobre o papel dos jornalistas na garantia do direito à informação de qualidade. E acreditam que isto ajudará a sensibilizar os ministros do Superior Tribunal Federal no julgamento do recurso que questiona a exigência de diploma de nível superior em jornalismo para o exercício da profissão.

Para o presidente do FNPJ, Edson Spenthof, a pesquisa FENAJ/Sensus revela que a sociedade é muito mais sábia do que muitos detentores de poder. “Grande parcela da sociedade conhece as campanhas grosseiras promovidas pelos donos da mídia e seus interesses político-econômicos”, acredita. Por isso, segundo Spenthof, a sociedade “confere aos jornalistas a tarefa de mediação entre os interesses particulares e o interesse público na produção de informação de qualidade”.

Spenthof mostrou-se satisfeito com o resultado da pesquisa. E se diz otimista quanto ao julgamento do STF sobre o recurso que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma para o exercício do jornalismo. “Acredito no bom senso dos ministros em não julgarem contra os interesses da sociedade, pois a luta em defesa do diploma vai além do interesse de uma corporação. A sociedade sairá vitoriosa”, proclama.

Carlos Franciscato, presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), também mostrou-se satisfeito com o resultado da pesquisa. Para ele o apoio popular ao requisito do diploma para o exercício da profissão mostra a preocupação da sociedade em ter acesso à informação da qualidade. “E isto reafirma a necessidade de qualficarmos cada vez mais a formação acadêmica”, diz. Para Franciscato é natural a expectativa e ansiedade dos jornalistas e da sociedade com relação ao julgamento do recurso no STF. “A decisão da corte maior se dará sobre a constitucionalidade da exigência do diploma e terá força normativa”, destaca.

Ele lembra que o requisito de diploma de graduação para o exercício do jornalismo não conflita com o direito da sociedade à comunicação e liberdade de expressão. “Ao contrário, fortalece esse direito, pois o jornalista instrumentaliza a sociedade com informações”, defende. Para ele é um equívoco supor que a eliminação da exigência do diploma colaborará para qualificar o jornalismo. “Leigos melhorariam a qualidade da educação e da saúde?”, questiona.

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Prof. Dr. José Marques de Melo

Prof. Dr. José Marques de Melo

O professor Dr. José Marques de Melo recebeu o título “Doutor Honoris Causa” da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) no último dia 26 de setembro. A UERN reuniu sua Assembléia universitária, em Mossoró (RN)  para comemorar 40 anos de fundação e homenagear personalidades da cultura brasileira. O ato foi presidido pelo Reitor Milton Marques de Medeiros, realizado no Teatro Municipal, com a presença do Secretário da Educação do Estado, representando a Governadora do Rio Grande do Norte, Wilma Farias, e de outras autoridades regionais.

O Prof. Dr. José Marques de Melo, docente fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e atual diretor da Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação,  foi escolhido pelos homenageados para representá-los, fazendo a saudação  de agradecimento à Assembléia Universitária da UERN. Na ocasião, o professor Marques de Melo proferiu o seguinte discurso:

Aos olhos de visitantes estrangeiros, cujos claustros acadêmicos  festejam séculos de existência, pode parecer precoce a iniciativa de celebrar os 40 anos de uma universidade. Mas, no Brasil, onde temos sido testemunhas oculares de uma História tão recente quanto enigmática, faz todo sentido comemorar as décadas vencidas. Como percebeu claramente o sábio potiguar Luis da Câmara Cascudo,  trata-se de simbolismo que evidencia a “desesperada vontade de viver” de instituições vitimadas pela castração intelectual durante os primeiros séculos da nossa existência como civilização. Não podemos esquecer que o Brasil só agora, em 2008,  está comemorando o bicentenário da sua imprensa e  somente em 2034 vai celebrar o primeiro centenário da sua universidade. Vivendo num país que,  não obstante os avanços e conquistas do último século,  mantém na ignorância vastos contingentes da sua população, sem saber ler, escrever, contar ou argumentar, temos necessidade de festejar ocasionalmente a sobrevivência dos espaços cognitivos e dos projetos culturais. Vivendo numa sociedade que fomenta a cultura do silêncio, cuja mídia tem sido manietada frequentemente pela incúria da elite política,  mais preocupada em pilhar o erário público do que em converter a educação, a ciência e a tecnologia em prioridades nacionais, só nos resta celebrar  efemérides como se fossem antídotos para prevenir a síndrome da mordaça. Vivendo num tempo cuja velocidade implacável produz a sensação de anacronismo material ou de obsolescência espiritual, nada mais oportuno do que fazer uma parada para construir ícones, premiar virtudes, reconhecer méritos. E àqueles que generosamente são distinguidos com a benevolência e o carinho desta Universidade só nos resta agradecer a homenagem que nos tributam nesta confraternização acadêmica. Desejamos que,  a cada década, esta Assembléia Universitária volte a se reunir,  para festejar êxitos, fortalecer alianças com a sociedade, sinalizar aos mais jovens, com humildade e lealdade, alegria e esperança. Pois a Universidade tem uma missão irrenunciável, que não se esgota na rotina de ministrar aulas, expedir diplomas,  promover congressos, lançar publicações. Trata-se de dar conseqüência àquele conjunto de metas que Luis da Câmara Cascudo (Universidade e Civilização, Natal, Editora Universitária, 1959), melhor do que ninguém, enunciou com tanta clarividência, auto-estima, universalidade. “ A Universidade deve valorizar, estudar, defender a Civilização do Brasil. (…) Conhecê-la, amá-la, compreendê-la pela pesquisa … (…) Ter o sentimento de solidariedade humana, a compreensão imediata de fatores universais que atuam perto de nós e em nós mesmos. Sentir-se parte do Mundo, não entre os homens, mas com os homens. (…) Valorizar o Brasil para que possamos ser dignos colaboradores no esforço cultural do Mundo, levando ajuda de nossa competência. (…) Não esquecer que somos portadores de uma missão de Cultura. (…) Não olvidar a universalidade do interesse por tudo que seja humano e ligado à dignidade do Espírito, da Personalidade, Justiça, a Liberdade, o Respeito, o Decoro, a Tranqüilidade Moral. (…) Assim, a missão universitária;  sua alma é preparar os valorizadores da Civilização Brasileira, ampliadores das Culturas, em serviço da Humanidade ”.

UERN

A Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN – foi criada pela Lei Municipal n.20, de 28 de setembro de 1968,  como instituição de  natureza regional, passando à órbita estadual pela Lei 5.581 de 26 de setembro de 1986. Sediada em Mossoró, mantém 5 outros campi avançados (Assu, Natal, Pau dos Ferros e Patu), além de 11 núcleos complementares (Alexandria, Apodi, Areia Branca, Areia Preta,  Caicó, Carnaúbas, Joao Câmara, Macau, Nova Cruz, Santa Cruz, São Miguel, Touros).  A área de Comunicação conta com três cursos: Jornalismo, Publicidade e Radialismo. http://www.uer.br

Homenageado

Jornalista, escritor e pesquisador, José Marques de Melo é  Professor Emérito da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), instituição em que obteve os títulos de doutor, livre-docente, professor-adjunto e professor catedrático de em Ciências da Comunicação (Jornalismo). Atuou como pesquisador/professor visitante e proferiu conferências em várias universidades estrangeiras. Atualmente é docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP, sendo titular da Cátedra Unesco de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. Fundou e presidiu a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – INTERCOM e a Rede Alfredo de Carvalho de História da Mídia. É autor de inúmeros livros, dos quais os mais recentes são: História do Pensamento Comunicacional (Paulus, 2003), História Social da Imprensa (EdiPUCRS, 2003), Jornalismo Brasileiro (Sulina, 2003), A esfinge midiática (Paulus, 2004), Teoria do Jornalismo (Paulus, 2006), Mídia e Cultura Popular (Paulus, 2008), História Política das Ciências da Comunicação (Mauad, 2008). www.marquesdemelo.pro.br

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Elisa Romero, do Simted, e Luis Carlos Luciano, do Sinjorgran

Elisa Romero, do Simted e Luís Carlos Luciano, do Sinjorgran

Por Luiz Carlos Luciano

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais na Região da Grande Dourados (Sinjorgran) lançou, de forma simbólica, a campanha em defesa do diploma de jornalista em Dourados (MS) pelo Sindicato Municipal de Educação (Simted) no último dia 13 de agosto.

A coleta de assinaturas é realizada na cidade há mais de uma semana, a diretoria do Sinjorgran escolheu o Simted como início da mobilização por se tratar de um sindicato da educação. A presidenta da entidade, Eliza Romero, instalou uma banca para a coleta de assinaturas no sindicato, em apoio à campanha que, segundo ela considerou legítima.

O presidente do Sinjorgran, Luiz Carlos Luciano marcou para sexta-feira, 15, uma reunião com o coordenador do curso de Jornalismo da Unigran, Bruno Barreto, para discutir ação articulada entre o sindicato e a instituição para implementar a campanha entre os estudantes e professores de jornalismo e também para oferecer aos acadêmicos a possibilidade deles se filiarem ao Sinjorgran na condição de pré-sócio. A reforma estatutária do Sindicato realizada recentemente definiu a criação dessa categoria.

Foto: Karine Segatto

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