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Posts Tagged ‘Ensino de Jornalismo’

Prof. Dr. José Marques de Melo, cientista do jornalismo brasileiro

Prof. Dr. José Marques de Melo, cientista do jornalismo brasileiro

José Marques de Melo exerce o jornalismo há 50 anos, de forma simultânea ou alternada, nas redações ou na universidade, transitando entre a práxis e a teoria. O lançamento de Vestígios da travessia, livro autobiográfico e antológico, contribui de forma sensível para o resgate e perpetuação da memória do jornalismo brasileiro.

A primeira parte contém a narrativa do percurso entre a comunidade sertaneja e a metrópole paulistana. A segunda parte reúne uma amostra seletiva de textos publicados pelo autor nas diversas etapas da sua vida jornalística, desde os exercícios de aprendiz aos mais recentes escritos da maturidade.
Trata-se de livro útil aos jovens que ingressam na profissão, obra ilustrativa para os docentes que buscam referências textuais capazes de dinamizar suas aulas e narrativa importante para os veteranos jornalistas que podem recordar os tempos vividos. Interessa também aos cidadãos que usufruem cotidianamente a da crítica do jornalismo. O livro será lançado nacionalmente no dia 10 de março de 2009,  na Livraria Saraiva do Shopping Paulista, a partir das 19 horas, durante o Café Intercom, na cidade de São Paulo e poderá ser encontrado nas livrarias de todo o país, inclusive na rede de livrarias universitárias supervisionada pela ABEU – Associação Brasileira de Editoras Universitárias.

Confira alguns trechos do livro:

Meio século de jornalismo radical

“Vejo com apreensão as múltiplas turbulências que o campo do Jornalismo enfrenta nesta passagem de século. Mudanças tecnológicas, sociográficas e geopolíticas atropelam os processos de produção noticiosa, impondo ajustes aos novos tempos. Profissionais, empresários e educadores procuram soluções consensuais para corresponder às novas demandas do mercado e da sociedade. (..)
Perplexos, testemunhamos as tentativas esboçadas por agentes dos poderes executivo, legislativo judiciário, no sentido de minar o edifício que sustenta a liberdade de imprensa. Artifícios ostensivos ou dissimulados começam a despontar em cadeia, resultando em atos que restringem ou inibem o desempenho profissional dos jornalistas. Se não houver uma constante vigilância da sociedade corremos o perigo de retrocesso.
Precisamos evitar que esse sentimento de vazio institucional se transforme em alavanca capaz de acionar um tipo de voluntarismo atroz, conduzindo jornalistas bem intencionados, geralmente movidos por equívoca “missão civilizatória”, a praticar justiça com as próprias mãos, na verdade retrocedendo aos tempos da barbárie.
Vestígios da travessia: da imprensa à internet (São Paulo, Paulus / Maceió, Edufal, 2009),  livro retrospectivo, pretende contribuir para neutralizar desvio de tal magnitude.
Na primeira parte, faço um relato autobiográfico, destacando episódios da trajetória percorrida entre a comunidade sertaneja e a metrópole globalizada. Na segunda parte, selecionei textos publicados nesses 50 anos de intensa travessia jornalística. Eles evidenciam as diferentes fases da minha atividade narrativa, desde os exercícios de aprendiz até as mais recentes expressões da maturidade. “

José Marques de Melo (Autor) – Introdução

Incansável guerreiro da comunicação

“ Eis uma admirável travessia: passo a passo, desde os primeiros passos do menino que deixou a sua aldeia numa barranca do rio Ipanema, no sertão de Alagoas, para buscar o saber nas cidades grandes da beira do mar. E daí, em busca incessante, atravessou o mar, transpôs as portas de universidades da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa, fez-se mestre – o professor José Marques de Melo, pesquisador incansável, trabalhador intelectual em tempo integral, autoridade reconhecida no Brasil e no Exterior como um dos mais profundos conhecedores das Ciências da Comunicação.

Os caminhos percorridos por esse incansável guerreiro da Comunicação são múltiplos. Da gestão acadêmica à organização de seminários, encontros, congressos, fundação e direção de publicações especializadas, como boletins, revistas e a publicação de livros, muitos livros. É, provavelmente, o autor com mais títulos publicados sobre estudo de Jornalismo e Comunicação no Brasil .”

Audálio Dantas – Jornalista – Autor do Prefácio

O maior anatomista do jornalismo

“ Em matéria de jornalismo José Marques penetrou todos os seus meandros, revirou-lhe todas as vísceras, tornando-se o maior anatomista do jornalismo brasileiro. No Brasil, ninguém melhor do que ele disseca o jornalismo em sua estrutura técnico-científica, matizando-o com cores bem vivas e atraentes.

Afora um monte de livros que já pôs em circulação, infelizmente pouco divulgados em Alagoas, agora entrega ao leitor Vestígios da travessia, uma obra que se destina a marcar os seus 50 anos de jornalismo. Ainda bem que os alagoanos são compensados mensalmente com a leitura da revista Imprensa, onde José Marques de Melo aparece entre os melhores colunistas. “

Antonio Sapucaia Jurista – autor do Prólogo

O jornalista enveredando pela cultura popular

“ Jornalista do batente nos inícios, pesquisador do jornalismo na seqüência, teórico da comunicação na maturidade, todas as fases da sua caminhada estão descritas no livro que as contêm sem densidade, fluindo como um Ipanema amansado. De muitas ocorrências documentadas presto testemunho pessoal, sobretudo do contido nos artigos opinativos da Página dos Municípios do Jornal de Alagoas, onde assuntos polêmicos eram tratados com a coragem necessária ao enfrentamento das incompreensões, não apenas da Província mas até mesmo de habitantes da aldeia: a maconha de Santana do Ipanema (então um dos principais pólos produtores do Brasil), a questão do Grupo Escolar da Camuxinga (a quase desabar sobre as crianças de um bairro de periferia), a construção das novas igrejas (para barrar o incipiente avanço do protestantismo na comunitas) …
Re/descubro finalmente na leitura deste fascinante livro um novo ponto de convergência a nos unir: o jornalista enveredando pela folkcomunicação, o ecólogo pela folkecologia, ambos mantendo-se fiéis às suas origens e ao seu povo, acesos pela paixão da nossa cultura mais popular, depositários que fomos/somos dos seus frutos, agora na ânsia responsável de reparti-los. Uma diferença, porém, devo novamente realçar: do outro lado do espelho, espreita-me uma imagem muito melhor, a do autor de “Vestígios da Travessia”, ampliada por dimensões de colosso e colorida por ressonâncias magníficas.  “
José Geraldo Wanderley Marques – Biólogo, autor do Preâmbulo

Ícone no mundo universitário comunicacional

“ Quando iniciei a leitura  de Vestígios da Travessia  fiquei  impressionada com  os nominados Vestígios a serem avaliados pelo grupo escolhido para esta conversa de fim de noite-início do novo dia, quando o autor continuará na marcha veloz e  sem retorno iniciada  na infância quando seu pai saiu  definitivamente de Palmeira dos Índios para Santana do Ipanema.
José Marques de Melo se fez conhecido no mundo nacional e internacional midiático como alguém  que participou da cientificização do velho (de duzentos anos) jornalismo brasileiro. Através da criação de cursos universitários  e de pesquisas sobre a imprensa escrita, falada e televisiva, este  palmeirense dublê de santanense é hoje ícone no mundo universitário comunicacional,  participando também  da  quase desconhecida do grande público – Ciência da Comunicação.

Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros – Antropóloga, autora do Posfácio

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12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo

12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo

O diretor Científico do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), professor Dr. Leonel Aguiar, divulgou na última semana a prorrogação do prazo para inscrições no VIII Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino de Jornalismo. O evento faz parte da programação do 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, que será realizado em Belo Horizonte entre os dias 19 e 21 de abril.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 28 de fevereiro, pelo sítio web do evento, no endereço www.fnpj.org.br/12enpj. Segundo o diretor científico, a nova data tem como objetivo permitir mais tempo para que os pesquisadores e docentes interessados em participar do evento possam concluir suas comunicações. Destacou ainda Leonel que os meses de dezembro e janeiro incluem o encerramento do segundo semestre letivo e período de férias, o que acarreta acúmulo de tarefas a todos.

O 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo terá como tema principal “O ensino de jornalismo nas universidades: impactos na prática profissional e conquistas para a sociedade”. As atividades acontecerão na Faculdades Pitágoras, Centro Universitário UNI-BH e Centro Universitário UNA.

Os trabalhos de pesquisadores e docentes serão apresentados no VIII Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino de Jornalismo. Os participantes poderão optar por cinco grupos de pesquisa: nas áreas de: Atividades de Extensão, Ensino de Ética e de Teorias do Jornalismo, Pesquisa na Graduação, Produção Laboratorial – Eletrônicos, Produção Laboratorial – Impressos e Projetos Pedagógicos e Metodologias de Ensino.

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O presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, Edson Spenthof divulgou no último dia 14 de janeiro Carta aos Coordenadores de Curso de Jornalismo em que faz convocação para reunião que acontece no dia 17 de abril, no 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, em Belo Horizonte. Segundo Spenthof, os coordenadores de curso representam a face mais consistente dos cursos e professores de jornalismo em todo o Brasil. Na reunião será discutida a reformulação das diretrizes dos cursos de Jornalismo, desencadeado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. Destacou ainda Spenthof na carta que a comissão do MEC, coordenada pelo professor Dr. José Marques de Melo, deve trabalhar, nos próximos meses, numa proposta a ser apresentada posteriormente ao Conselho Nacional de Educação, a quem compete aprovar ou não as mudanças nas diretrizes. O presidente do FNPJ relata também as reuniões realizadas com o ministro da Educação e com o presidente da Comissão, em parceria com a SBPJor e Fenaj.

Confira a íntegra da Carta:

Carta aos coordenadores de curso de jornalismo de todo o Brasil

Prezado coordenador:

Queremos, por meio desta, convidá-lo para III Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Jornalismo do FNPJ, em 17 de abril de 2009, das 9h00 às 12h30. O Encontro é uma das atividades centrais do XII Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ), que se realiza de 17 a 19 de abril de 2009, em Belo Horizonte(MG).

Além de os coordenadores representarem o acesso mais consistente aos cursos e professores de jornalismo em todo o Brasil, e terem sob seu comando efetivo o ensino de jornalismo no País, motivo pelo qual há dois anos realizamos o encontro, este ano temos um forte motivo a mais para estarmos juntos. Vamos abordar o debate sobre a reformulação das diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo desencadeado recentemente pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. A comissão do MEC, sob coordenação do prof. José Marques de Melo, deve trabalhar nos próximos meses numa proposta a ser apresentada posteriormente ao Conselho Nacional da Educação (CNE), a quem compete aprovar ou não mudanças dessa ordem.

De nossa parte, já tivemos audiência com o ministro, em outubro passado, com o próprio prof. José Marques, em novembro (ambas junto com a SBPjor e a Fenaj), e já apresentamos a nossa indicação de nomes para compor a comissão, cuja nominata oficial ainda está sendo aguardada. Paralelamente, constituímos uma comissão interna do FNPJ e estamos formando uma comissão tripartite com a Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), parceiras do campo do jornalismo com as quais levamos adiante, entre outras, as discussões em torno da hoje sepultada Reforma Universitária, ou Reforma do Ensino Superior. Esses grupos de trabalho visam entregar o quanto antes as nossas contribuições à Comissão, procurando, obviamente, ouvir o máximo de professores em todo o Brasil sobre as propostas a serem entregues.

Tudo indica que em abril, quando estivermos realizando o nosso encontro anual, essa discussão ainda esteja em pleno andamento na comissão, ainda em tempo de os coordenadores darem a sua importante contribuição, desta vez em debate presencial com os colegas coordenadores, e no transcorrer do Encontro, com professores de todo o Brasil. Mesmo que a comissão do MEC termine o seu trabalho antes, o que é pouco provável, esse debate ainda não terá acabado no CNE, que é o órgão ao qual as entidades podem apresentar, diretamente, as suas contribuições. Além disso, devem ser debatidos em Belo Horizonte os rumos que os cursos tomarão e as possíveis ações a serem empreendidas pelos coordenadores em cada curso, como consequência dessa reformulação curricular. Isso reforça a importância do Encontro e da presença de cada coordenador.

Por fim, além de insistirmos no apelo para que cada coordenador esteja presente na bela Belo Horizonte, em pleno outono mineiro, aproveitamos a oportunidade para lembrar que estão abertas até 28 de fevereiro as inscrições de trabalhos para o VIII Ciclo Nacional de Pesquisa em Ensino de Jornalismo, a já tradicional atividade dos GTs do Encontro de Professores, conforme as normas constantes da Chamada de Trabalhos anexa. Solicitamos, encarecidamente, o apoio de cada coordenador na divulgação dessa Chamada, e de todo o encontro, dentro de seu respectivo curso e onde julgar conveniente.

Atenciosamente,

Edson Luiz Spenthof

Presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ)

presidente@fnpj.org.br edsonspenthof@uol.com.br


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Com informações do Boletim da Fenaj

O presidente da Comissão que vai atualizar as diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo, professor Dr. José Marques de Melo, vai divulgar a composição da mesma e o plano de trabalho somente em 2009. Prevista para o início de dezembro, a Comissão do Ministério da Educação encarregada de revisar as diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo só deverá ser formalizada e iniciar seus trabalhos em janeiro de 2009. A FENAJ, Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo têm posição contrária a idéia de retorno do ciclo básico nos currículos.

A proposta de constituição de uma comissão para analisar o currículo dos cursos de Jornalismo foi apresentada pelo ministro Fernando Haddad em audiência com representantes da FENAJ, FNPJ e SBPJor em outubro. As três entidades manifestaram disposição de colaborar com propostas para melhorar a formação acadêmica na área e de indicar nomes para a Comissão, mesmo tendo claro que a composição da mesma não se daria com o caráter de representação de entidades, mas sim com um perfil de personalidades com experiência acadêmica e profissional.

Posteriormente o ministro indicou o professor José Marques de Melo para presidir a Comissão e encarregar-se de sua composição. A partir de sua instalação, a Comissão terá 90 dias para elaborar um diagnóstico e propostas a serem submetidas ao Conselho Federal de Educação.

Durante o 6º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, realizado em novembro, em São Bernardo do Campo, representantes das três entidades reuniram-se com o presidente da Comissão. E defenderam que a revisão do currículo dos cursos de Jornalismo deve se basear em debates já acumulados, como a Proposta de Diretrizes do Seminário de Campinas realizado em 1999, e o Programa Nacional de Estímulo à Qualidade do Ensino. Na ocasião classificaram o retorno do ciclo básico, aventado por alguns segmentos da comunidade acadêmica, como um “retrocesso”.

Na ocasião Marques de Melo havia iniciado consultas para a composição da Comissão. No dia 25 de novembro a FENAJ apresentou ao Ministério da Educação e ao presidente da Comissão a indicação do jornalista e professor Eduardo Meditsch, da UFSC. O FNPJ indicou os jornalistas e professores Sandra de Deus, da UFRGS, e Alfredo Vizeu, da UFPE. Já a SBPJor ficou de faze-lo posteriormente.

Mais recentemente, Marques de Melo declarou à imprensa que o processo de consultas para a formação da Comissão foi mais demorado do que previa e, como o ministro da Educação está de férias, aguardará seu retorno. Com isso, a composição da Comissão e o início dos trabalhos só ocorrerá em 2009. Até lá o Marques de Melo pretende prosseguir recebendo propostas.


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A Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ enviou mensagem aos profissionais, professores e pesquisadores de jornalismo em que convoca para intensificar mobilização em defesa do diploma de jornalista, que deverá ser julgado pelo STF até o dia 19. Segundo a nota da diretora de Educação da Fenaj, Valci Zuculoto, “como o recesso do Judiciário se inicia no dia 19 de dezembro, as próximas duas semanas revestem-se de grande expectativa para os jornalistas brasileiros”.

Leia a mensagem da Fenaj:

Precisamos manter e intensificar a mobilização em defesa da obrigatoriedade do diploma em Jornalismo: o SupremoTribunal Federal ainda pode marcar o julgamento para os próximos dias, pois só entra em recesso em 19 de dezembro, sexta-feira da semana que vem. Devemos mostrar que o nosso movimento continua forte e crescendo. Somente assim conseguiremos sensibilizar o STF sobre a importância de manter a exigência de Curso Superior em Jornalismo como requisito para exercer a profissão.

Convidamos todos a se manterem preparados para, a qualquer momento, enviar uma delegação para Brasília e também para a promoção de atividades locais no dia do julgamento. A sugestão da Coordenação Nacional da Campanha, integrada por diretores da FENAJ, de Sindicatos e do FNPJ, é para que uma das atividades seja ato público que inclua assistir em telões, ao vivo, a sessão de julgamento. A transmissão, em tempo real, pode ser acessada pela TV Justiça, no cabo ou via internet. Igualmente é possível ouvir na web, pela Rádio Justiça. Busquem contato com o Sindicato de Jornalistas da sua cidade, estado ou região para organizar promoções em conjunto.

Outro convite é para que continuem divulgando e promovendo lançamentos do livro “Formação Superior em Jornalismo – Uma exigência que interessa à Sociedade”. Aproveitem, também, as atividades de fim-de-ano das suas instituições e de outras organizações e entidades apoiadoras para divulgar a campanha e fortalecer nosso movimento. Os materiais de divulgação são encontrados na página da FENAJ ou podem ser solicitados para fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br

A Coordenação Nacional permanece trabalhando e em alerta mesmo neste período de recesso e férias. Além de continuar repassando informações e orientações, continuamos recebendo sugestões. As mensagens devem ser enviadas para fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br

Já as matérias e fotos sobre as atividades precisam ser mandadas para boletim@fenaj.org.br; fenaj@fenaj.org.br; campanhadiploma@fenaj.org.br;valci@fenaj.org.br

Saudações!

Valci Zuculoto
Diretora de Educação/FENAJ


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Editor geral da Bibliocom, professor Dr. José Marques de Melo

Editor geral da Bibliocom, professor Dr. José Marques de Melo

Por José Marques de Melo

A Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – INTERCOM – lança no dia 8 de dezembro, um novo periódico eletrônico dedicado a publicar resenhas.  O ato está agendado para as 18 horas, no auditório da INTERCOM Brigadeiro – Av. Brigadeiro Luis Antonio,  2050 – conj. 36/38 – São Paulo, cep: 01318-002, SP, com a participação dos presidentes da diretoria executiva, Antonio Hohlfeldt (pucrs), e do conselho curador,  Anamaria Fadul (USP), bem como do diretor editorial, Osvando de Morais (UNISO).

BIBLIOCOM será uma revista bimestral de divulgação, análise e crítica da produção bibliográfica, hemerográfica e reprográfica em ciências da  comunicação. As áreas temáticas focalizadas são:  Jornalismo –  Publicidade e Propaganda – Relações Públicas – Comunicação Audiovisual –  Comunicação Multimídia –  Comunicação Especializada – Comunicação, Espaço e Cidadania – Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

Edição inaugural

A primeira edição, referente ao bimestre novembro e dezembro de 2008,  contém  9  resenhas:
A arte de adestrar focas para exercer a vigilância do cotidiano – Maria do Socorro F. Veloso (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Clássicos do jornalismo: teutos e ianques – Frederico de Mello Brandão Tavares (Universidade do Vale dos Sinos); Pesquisadores brasileiros revisitam clássicos do rádio – Clovis Reis (Universidade Regional de Blumenau); Vitrines sedutoras: da botica ao drugstore – Scarleth O`Hara (Universidade Federal do Pará); Inclusão social e representação midiática – Fernanda Coelho (Universidade Federal de Juiz de Fora); Folkcomunicação para leitores do século XXI – Maria Érica de Oliveira Lima (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Relações Públicas: o Ivy Lee brasileiro – José Marques de Melo (Universidade Metodista de São Paulo); Quem tem olhos vai à China  – Laércio Arruda (Universidade Anhembi-Morumbi); Observador privilegiado amplia os horizontes da propaganda  – Luiz Fernando Dabul Garcia (Escola Superior de Propaganda e Marketing). A primeira edição de INTERCOM – BIBLIOCOM é aberta com o dossiê escrito por Cristina Schmidt (Universidade de Mogi das Cruzes) –  Folkcomunicação: estado do conhecimento sobre a disciplina.

Corpo editorial

A publicação de INTERCOM – BIBLIOCOM conta com a colaboração de uma Comissão Editorial, integrada por Osvando José de Morais, J. B. Pinho, Jorge Duarte, Valério Brittos.
A edição foi confiada à seguinte equipe: Editor: José Marques de Melo (UMESP).   Editores Associados: Beatriz Dornelles (PUCRS), Clovis Reis (FURB), Cristina Schmidt (UMC), Cosette Castro (UNESP), Edison Dalmonte (FSBA), Gerson Luiz Martins (UFMS), Gilson Monteiro (UFAM), Jean-Charles Zozzoli (UFAL), Luiz Alberto Farias (USP), Mirtes Torres (UFAL), Paulo Schettino (UNISO), Rosangela Marçolla (UNIMAR), Rossana Gaia (CEFET-AL), Sandra Tosta (PUC Minas),  Scarleth O`Hara (UFPA), Socorro Veloso (UFRN).

A produção ficará sob a responsabilidade de Jovina Fonseca (Assistente editorial) e de Gênio Nascimento (Webdesigner).

Colaborações

Originais de resenhas destinados ás próximas edições estão sendo recebidos para exame e seleção. Os textos devem conter título, referências bibliográficas completas das obras resenhadas: autor, título, editor, local de publicação, data, número de páginas, ISBN. São aceitas para avaliação as resenhas de obras publicadas no biênio 2007-2008, desde que contenham, no mínimo, 5 mil caracteres e, no máximo,  20 mil caracteres.

Não serão aceitas as resenhas de publicações enquadradas no universo da “literatura cinzenta”: teses, papers, apostilas e similares. Também não serão consideradas as resenhas de artigos isolados publicados em periódicos. Contudo, são bem-vindas as resenhas de e-books, e-journals e similares.

O texto da resenha deve incluir título, breve descrição do conteúdo da obra e perfil resumido do autor, além naturalmente da apreciação feita pelo resenhista e dos respectivos comentários e argumentos. A remessa deve ser feita para: bibliocom@intercom.org.br

Os autores devem se identificar – nomes completos, endereços, vinculação institucional etc. As colaborações são voluntárias, não havendo qualquer remuneração pecuniária. Somente são aceitas para avaliação as resenhas que cheguem acompanhadas da autorização dos autores para publicação não remunerada.

Publicações

INTERCOM – BIBLIOCOM também está recebendo das editoras exemplares de publicações exclusivamente referentes ao universo das ciências da comunicação, que podem vir a ser recomendadas aos seus resenhistas. As obras enviadas não serão devolvidas, mesma aquelas não recomendadas para resenha.

As obras a serem resenhadas abrangem as seguintes áreas temáticas: Jornalismo –  Publicidade e Propaganda – Relações Públicas – Comunicação Audiovisual –  Comunicação Multimídia –  Comunicação Especializada – Comunicação, Espaço e Cidadania – Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

As obras devem ser enviadas para BIBLIOCOM – INTERCOM Brigadeiro – Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2050 – conj. 36/38 – São Paulo, cep: 01318-002, SP.

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Presidente do FNPJ, Edson Spenthof

Presidente do FNPJ, Edson Spenthof

Por Mirna Tonus

O presidente do FNPJ (Fórum Nacional de Professores de Jornalismo), Edson Spenthof, em ofício ao ministro da Educação Fernando Haddad, indicou, no dia 25 de novembro, os professores Sandra de Fátima Batista de Deus, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e Alfredo Eurico Vizeu Pereira Júnior, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) à comissão que apresentará propostas de diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo ao Conselho Nacional de Educação, coordenada pelo professor José Marques de Melo, a quem foi enviada uma cópia do ofício.

A escolha dos nomes se deu pela identificação dos professores com as posições do FNPJ, e também das entidades com as quais mantém parceria no campo do Jornalismo: a SBPJor e a FENAJ, sem, no entanto, haver uma ligação institucional, como explica Spenthof.  “A opção de os nomes serem suprainstitucionais não é nossa. Aceitamos esse critério do MEC como forma de contribuir com o debate, mas não poderíamos indicar nomes distantes das nossas concepções, com os quais não possamos dialogar, pois queremos ser interlocutores neste processo, como dissemos diretamente ao ministro Haddad, a quem adiantamos brevemente algumas das nossas preocupações institucionais”, ressalta.

No ofício, Spenthof justificou a indicação destacando que os professores atendem o perfil apresentado pelo ministro, pois ambos possuem vasto conhecimento e experiência no exercício do jornalismo e na docência, além do necessário acúmulo teórico sobre o assunto. “Após reunião com o professor José Marques de Melo, reunimos a diretoria executiva, que aprovou as indicações”, complementa.

O presidente do FNPJ colocou a entidade à disposição para o diálogo e para o debate de propostas, reforçando que o Fórum se propõe a ser interlocutor da Comissão, do Ministério e do Conselho Nacional da Educação nas discussões que tenham por objetivo o aperfeiçoamento dos cursos de jornalismo, a partir, inclusive, do seu acúmulo histórico de reflexões sobre o assunto.

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