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Archive for the ‘webjornalismo’ Category

A rede americana de televisão CNN abriu inscrições para o Concurso Universitário de Jornalismo CNN com o tema O uso da tecnologia no desenvolvimento social. O Concurso da CNN é um evento nacional de cunho cultural, promovido pela Turner International – e aberto exclusivamente a estudantes de jornalismo. O objetivo é incentivar o desenvolvimento do talento dos participantes e premiar o seu desempenho na elaboração de matérias jornalísticas televisivas.

A novidade de 2009 é que o estudante poderá enviar o vídeo de até dois minutos pelo YouTube e poderá produzir quantas matérias quiser. O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.

O prêmio para o vencedor é uma viagem para visitar os estúdios da CNN International nos EUA, e ainda ver sua matéria exibida no canal CNN. As inscrições vão até o dia 29 de junho e podem ser feitas pela internet, no endereço www.concursocnn.com.br.

O concurso é aberto a estudantes regularmente matriculados nos cursos de jornalismo de universidades brasileiras devidamente reconhecidas e/ou autorizadas a funcionar pelo Ministério da Educação – MEC.

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Por Alexandre Maciel

Leitura crítica da mídia, a comunicação no processo de formação da subjetividade, políticas públicas para a área e a relação do tema com os direitos humanos são as principais propostas de discussão do “I Seminário Pró-Conferência de Comunicação”, que acontece no dia 22 de maio, das 8 horas às 17 horas, no auditório da OAB-MS. O evento, organizado pelo Comitê pela Democratização da Comunicação em MS, formado há um ano, será preparatório para a realização de uma Conferência Estadual sobre o tema. Esta, por sua vez, acolherá reivindicações e propostas para a Conferência Nacional de Comunicação, marcada para os três primeiros dias de dezembro, em Brasília.

No período matutino, o painel “Mídia e Sociedade” terá como convidados o coordenador-Geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), jornalista Celso Schröder, a psicóloga Roseli Goffman, conselheira do Conselho Federal de Psicologia (CFP), além do defensor público Paulo Ramalho. Eles debaterão a respeito das questões centrais do evento e falarão sobre os preparativos para a Conferência Nacional de Comunicação. À tarde, divididos em grupos de discussão, os participantes apresentarão propostas para a área da comunicação e, das 16 horas às 17 horas, vão se reunir em plenária para elaborar uma Carta Pró-Conferência da Comunicação, demarcando a participação das entidades da sociedade civil de Mato Grosso do Sul nessa discussão.

O Comitê pela Democratização da Comunicação de MS é composto, atualmente, por um núcleo em expansão de entidades, como a seccional regional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS), Conselho Regional de Psicologia (CRP-14), a Girassolidário, o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e o Núcleo de Ecomunicadores dos Matos (NEM). A principal missão é discutir, de forma interdisciplinar, políticas públicas para o campo da comunicação. Abaixo, a programação:
 
Programação do I Seminário Pró-Conferência de Comunicação
Data: 22 de maio de 2009 – sexta-feira
Local: auditório da OAB-MS
8 horas- Credenciamento
9 horas às 11 horas-  Painel “Mídia e Sociedade”
Painelistas: Jornalista Celso Schröder (coordenador-Geral do FNDC); psicóloga Roseli Goffman (conselheira do CFP) e o defensor público Paulo Ramalho.
11h às 12 horas – lançamento de livros:
“Formação Superior em Jornalismo – Uma exigência que interessa a sociedade” – organização da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj)
“Políticas Públicas Sociais e os Desafios do Jornalismo” – organização da Andi
14h às 16h- Grupos de trabalho:
a) Leitura Crítica da Mídia – coordenação da Girassolidário
b) Comunicação no Processo de Formação da Subjetividade – CRP-14
c) Políticas Públicas para a Comunicação – SindJor-MS e FNPJ
d) Comunicação e Direitos Humanos- OAB-MS
16h às 17h – Plenária e elaboração da carta de Campo Grande Pró-Conferência de Comunicação.

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Os representantes de onze entidades científicas presentes ao XI Congresso IBERCOM, na cidade do Funchal (Madeira, Portugal), reunidos em assembleia geral, no dia 18 de abril de 2009, decidiram fundar a Confederação Ibero-Americana de Associações Científicas de Comunicação – CIAC. Esta entidade tem por objetivo central a promoção do debate e da produção científica ibero-americana no campo das Ciências da Comunicação, em termos nacionais e internacionais, tendo em vista a importância das línguas oficiais e culturas em que se expressam e relevando os diversos sistemas de informação e comunicação do mundo contemporâneo?.

A primeira diretoria, eleita com mandato de dois anos, será presidida pelo professor José Marques de Melo (Brasil). A diretoria está composta por uma executiva com mais sete membros: 1º vice-presidente, Francisco Sierra (Espanha); 2º Vice-Presidente, Erick Torrico (Bolívia); Diretor Acadêmico, Moisés Lemos Martins (Portugal); Diretor Administrativo, Elias Machado (Brasil); Diretor Científico, Luís Albornoz (Espanha); Diretor Institucional, Luís Humberto Marcos (Portugal); e Diretor de Relações Interdisciplinares, Rodrigo Gomez (Mexico). Foi também eleito um Conselho Fiscal composto por três membros: António Gomez (Bolívia), Gustavo Cimadevilla (Argentina) e Tereza Quirós (Peru).

Na assembléia de fundação estiveram representadas entidades científicas da Argentina (Federacción Argentina de Carreras de Ciencias de la Comunicación – FADECCOS), Bolívia (Asociación Boliviana de Investigadores de la Comunicación – ABOIC), Brasil (Federação Brasileira de Associacões Científicas ou Acadêmicas de Comunicación – SOCICOM, cuja delegação foi integrada pelas associações nacionais abrangentes como INTERCOM e COMPOS, bem como pelas entidades segmentadas como ABRAPCORP, FOLKCOM e SBPJOR), Espanha (Asociación Española de Investigación de la Comunicación – AE-IC), México (Asociación Mexicana de Investigadores de la Comunicación –
AMIC) e Portugal (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação – SOPCOM), além de associações internacionais como a Associação Ibero-Americana de Comunicação – AssIBERCOM; Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicaión – ALAIC; União Latino-Americana de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura – ULEPICC, Federación Latinoamericana de Facultades de Comunicación Social – FELAFACS e Federação Lusófona de Ciências da Comunicação – LUSOCOM.

Na mesma assembleia foi aprovada a Carta-Programa da Madeira na qual se estabelecem as prioridades de atuação da entidade, em particular, para os dois primeiros anos de atividades. Ficou ainda decidido que a sede da Confederação ficará na cidade de S. Paulo, Brasil, local onde será feito o registo jurídico da entidade. O Brasil vai sediar também a I Conferência Mundial de Pesquisa em Comunicação Ibero-Americana e o I Forum Ibero-Americano de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, previstos para o biênio 2010-2011.

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Do Boletim da FENAJ

A defesa do campo do jornalismo, a manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão e a revisão das diretrizes curriculares como instrumento de qualificação do ensino na área foram alguns dos destaques do 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, realizado em Belo Horizonte, de 17 a 19 de abril. A Carta de Belo Horizonte, documento final do encontro, sustentou que a defesa da regulamentação profissional do jornalismo é a defesa da própria democracia. A campanha em defesa do diploma ganhou um novo reforço com a criação de uma rede social de apoio na internet.

Com grande participação de professores, pesquisadores, profissionais e estudantes de jornalismo, o 12º ENPJ constituiu-se em novo marco do crescimento do campo do jornalismo no campo acadêmico e científico nacional. Para Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ), o alto nível dos debates e a conexão com as grandes lutas do movimento sindical dos jornalistas brasileiros foram alguns dos destaques do evento.

Além de Valci, prestigiaram o 12º ENPJ também o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, e os diretores da Federação Celso Schröder, Beth Costa, Alexandre Campello, Arthur Lobato e Aloísio Lopes. Valci registrou, também, a qualidade da organização do encontro, elogiando a participação dos diretores do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais Valéria Said, Fátima de Oliveira e Sandra Freitas, que participaram da comissão de organização.

Entre as deliberações específicas da assembleia do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo, duas deliberações se destacaram. A primeira, definindo que os encontros nacional e estaduais de professores da área serão bianuais e intercaladas. A outra foi a aprovação formal da continuidade do FNPJ como signatário do Programa Nacional de Qualidade do Ensino em Jornalismo, que foi atualizado em 2008, em um evento de caráter nacional realizado em Florianópolis pela FENAJ.

Quanto aos debates sobre a exigência de diploma para o exercício da profissão, a Carta de Belo Horizonte sustenta que a ameaça a esse requisito significa “colocar em risco a ética jornalística, que proporciona uma informação plural e fortalece a democracia”.

Jornalista, só com diploma!
Uma rede social com integrantes de diversos segmentos da sociedade foi criada na internet em apoio à obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista. Nela, os participantes podem postar notícias, comentários e fotografias. “As pessoas ainda podem encontrar amigos e conversar entre si por intermédio de mensagens e um chat on-line. Enfim, é uma animação só”, conta a jornalista Adriana Santiago, uma das idealizadoras da rede, que convida todos os interessados a ingressarem no movimento. Para acesso à rede social Jornalista só com diploma, clique aqui.

Veja, a seguir, a íntegra do documento final do 12º ENPJ.

Carta de Belo Horizonte
Os professores, estudantes e profissionais presentes no 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ), realizado em Belo Horizonte-MG, entre os dias 16 e 19 de abril de 2009, assumem a defesa pública do Campo Jornalístico e confirmam a necessidade de manter a exigência de formação universitária em Jornalismo para o exercício profissional. Tal posição está baseada no entendimento de que o compromisso da mídia com a cidadania passa pela atuação independente, plural, ética e responsável dos jornalistas que atuam nos mais diversos meios e espaços de produção editorial.

A defesa da formação superior específica é uma garantia de qualificação profissional e, pois, uma possibilidade concreta de assegurar mais autonomia profissional à produção jornalística. A ameaça à exigência do diploma universitário para acesso profissional significa, assim, colocar em risco a ética jornalística, que proporciona uma informação plural e fortalece a democracia. Afinal, o jornalismo é um serviço público e não pode ficar refém de alguns poucos empresários, que têm apenas interesses econômicos ou eleitoreiros para ampliar o controle sobre a mídia brasileira.

Os professores ratificam as bases que orientam a proposta do FNPJ apresentada à Comissão do MEC que vai elaborar as novas diretrizes ao ensino universitário do Jornalismo, bem como apostam no trabalho da comissão em apresentar um projeto comprometido com a melhoria da qualidade do ensino na área e na definição de critérios para normatizar a abertura, credenciamento, renovação e avaliação dos cursos de Jornalismo.

Os participantes do ENPJ entendem, ainda, que a 1ª Conferência Nacional de Comunicação – marcada para os dias 1º a 3 de dezembro 2009 – é uma conquista inédita da sociedade brasileira na definição de diretrizes e políticas estratégicas de ação para marcar o compromisso da mídia com os interesses públicos, criando mecanismos para que a comunicação não seja usada para atender vontades e vantagens eleitoreiras ou econômicas de alguns poucos grupos empresariais.

As três ações acima indicadas – garantia da exigência de formação para exercício do Jornalismo, aprovação de novas diretrizes para o ensino de Jornalismo e a aposta numa Conferência Nacional de Comunicação representativa e norteada pelo interesse público – representam e marcam a confluência de estratégias que podem fortalecer a democracia e as condições ao exercício da cidadania, em que a mídia tem um papel fundamental nas sociedades contemporâneas.

Ao entender que o fortalecimento do campo jornalístico pressupõe a organização dos atores sociais – professores, profissionais, estudantes e pesquisadores –, os presentes no 12º ENPJ assumem um compromisso pelo fortalecimento das entidades representativas do setor, realizando atividades públicas (debates e manifestações, forçando o diálogo e cobrança dos gestores responsáveis pelas ações da área), em parceria com os Sindicatos e Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), dentre outras entidades.

Por fim, os professores presentes ao 12º ENPJ ratificam a defesa do Jornalismo e convidam os representantes dos diversos setores, grupos e movimentos da sociedade civil organizada para reforçar um compromisso público dos representantes parlamentares e do judiciário brasileiro (STF) pela manutenção da exigência de formação universitária para o exercício do Jornalismo. Afinal, a defesa da Regulamentação Profissional do Jornalismo é a defesa da própria democracia e, portanto, uma luta de todos.

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Editorial da FENAJ

Murillo Nascimento é estudante de Jornalismo da PUC-Campinas. No último dia 1º, depois de encarar de ônibus, junto com outros colegas, os 921 km entre a sua cidade e Brasília, passou toda a tarde em manifestação ao lado do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), reivindicando a manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Julgamento adiado, Murillo imediatamente retornou. No total, entre ida e volta, mais de 30 horas de viagem e quase dois mil quilômetros. Ele foi um dos mobilizadores do ato. “Foi bonito ver aquelas pessoas gritando por um ideal. Brigando por uma causa. Falo por mim e por todos os estudantes daquele ônibus. Acho que fizemos história”, escreve ele em e-mail para a FENAJ e diz que está à disposição para outras manifestações. “Se precisar, voltaremos a Brasília”, promete.

Neste 7 de abril, Dia do Jornalista brasileiro, nossa categoria depara-se com um cenário de desalento e paradoxalmente de esperança. Há uma campanha sórdida, urdida pelo baronato da mídia, contra nossa regulamentação. Dizem que nosso diploma ameaça a liberdade de expressão. De todas as infâmias, essa é a mais injusta. Como confundir o cerceamento à liberdade de expressão e a censura, com o direito de os jornalistas terem uma regulamentação profissional que exija o mínimo de qualificação? A regulamentação, em seu formato atual, é fundamental para garantir o direito à informação qualificada, ética, democrática e cidadã para toda a população. A falácia e a confusão deliberada, na verdade, escondem o objetivo de desorganizar uma categoria, ampliando ainda mais as condições de exploração e o propósito do controle absoluto sobre o acesso à profissão e, por extensão, das consciências dos jornalistas e de todos os cidadãos.

Nas últimas décadas, o Jornalismo foi reconhecido e se firmou, no Brasil, como um modo de ser profissional. A atividade passou a ser fortemente vinculada ao interesse público, com crescente reflexão sobre a ética e as habilidades próprias das funções exercidas no jornalismo, nos seus mais variados formatos. É por isso que entendemos o caráter indispensável da formação profissional, base para o exercício regular da nossa atividade. Esta conquista, na atualidade, depende da posição dos 11 ministros que integram o STF e devem julgar, em breve, o recurso das empresas contra a regulamentação profissional e a obrigatoriedade do diploma.

As mesmas empresas que se mobilizam contra o diploma, aproveitam-se de uma crise econômica, que evidentemente ainda não alcançou o setor no Brasil, para demitir em massa. Desde o final do ano passado, a FENAJ já contabilizou 153 demissões em todo país. O discurso da crise econômica mundial é utilizado como biombo para encobrir gestões incompetentes nos veículos de comunicação, perspectivas que colocam a informação como produto meramente mercantil e opções empresariais calcadas em concepções neoliberais de ajustamento às crises. Essas opções ignoram os problemas sociais decorrentes da demissão e arrocho salarial dos trabalhadores, bem como o direito da sociedade à informação com qualidade. Esta crise é sistêmica e estrutural do capitalismo.

Não compete aos trabalhadores gerir a crise econômica internacional, mas sim refletir e lutar por sua superação. Para tanto, é preciso que nós, jornalistas, tenhamos uma postura ativa de denúncia da alternativa patronal de repassar o ônus da crise para a classe trabalhadora e de resistirmos aos processos de demissão e precarização. Fundamentalmente, é preciso que reforcemos os nossos laços coletivos e nossas organizações sindicais. Só assim vislumbraremos perspectivas de vitória nos espaços de disputa, tanto na relação direta com o patrão, quanto nas esferas do judiciário, legislativo e executivo.

Anima nossa categoria, neste momento, saber que contamos com o apoio da sociedade na luta em defesa da informação de qualidade. Em recente pesquisa nacional, 75% dos entrevistados posicionaram-se a favor da exigência do diploma para o exercício do Jornalismo e da constituição de um Conselho Federal dos Jornalistas. Outro elemento estimulante é a possibilidade da realização das Conferências Regionais e Nacional de Comunicação, como espaço de mobilização social e construção de políticas públicas para um setor onde impera a concentração da propriedade e a ausência de pluralidade e democracia. Nessa área, também são boas as perspectivas de uma solução para a histórica polêmica em torno da Lei de Imprensa que, no nosso entendimento, passa necessariamente pela aprovação de um novo e democrático texto no Congresso Nacional. Também acompanhamos, com igual interesse, o debate em torno da definição das novas diretrizes curriculares dos Cursos de Jornalismo. A FENAJ acredita em uma formação de nível superior de qualidade como elemento estruturante da profissão no Brasil.

No Dia do Jornalista, a FENAJ e seus 31 Sindicatos filiados reafirmam publicamente a firme disposição de seguir na luta em defesa dos legítimos interesses da nossa categoria e de todo povo brasileiro. Neste 7 de abril, nossa homenagem a todos e todas jornalistas do país. Nossa homenagem especial a todos e todas estudantes de Jornalismo do Brasil que se preparam para exercer essa profissão com competência técnica, responsabilidade social e compromisso ético.

Parabéns jornalistas e futuros jornalistas.

Brasília, 7 de abril de 2009.

Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ

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Livro publicado na internet: Como escrever para a Web

Livro publicado na internet: Como escrever para a Web

O Centro Knight de Jornalismo nas Américas acaba de publicar a edição eletrônica em português de Como escrever para a Web, escrito pelo jornalista colombiano Guillermo Franco e traduzido ao português pelo jornalista brasileiro Marcelo Soares.

O livro de Franco traz exemplos práticos sobre como escrever para publicações online e como pesquisar a partir de outras fontes. O autor o considera não só um manual, mas também um ponto de partida para um guia mais abrangente sobre como escrever para a Web. Desde a sua publicação em dezembro de 2008, a edição em espanhol já foi baixada quase 13 mil vezes.

O livro pode ser baixado em formato PDF aqui. Leia a nota completa do Centro Knight sobre o livro aqui.

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  MEC constitui comissão para discutir ensino de jornalismo Do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro

Professores, estudantes, jornalistas e pesquisadores participaram da primeira audiência pública que começou a discutir a revisão das diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo, na manhã desta sexta-feira (20), na sede da Representação do MEC no Rio de Janeiro.

A comissão de especialistas, encarregada da revisão curricular, espera concluir seu trabalho em junho e encaminhar à Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC a proposta no segundo semestre para que entre em vigor já no próximo ano. A informação foi dada no final da audiência pelo professor José Marques de Melo, presidente da comissão. “O governo vai mudar no ano que vem. E quando muda governo muda tudo”, brincou, para explicar a razão da pressa.

Os debates na audiência revelaram uma preocupação relacionada com a qualidade do ensino, teórico e prático, a criação de regras definitivas para estágio dos estudantes e condições para que atuem nas diversas mídias, a adoção de políticas que dêem prioridade à formação humanística, a necessidade de aprimorar políticas voltadas para reconhecimento, fiscalização e avaliação periódica dos cursos de Jornalismo em todo o país, além de incentivo à criação de mecanismos legais para facilitar o acesso das universidades a emissoras de rádio e canais de televisão.

Os estudantes criticaram o aumento de vagas e a queda da qualidade de ensino nas universidades particulares em todo o país. O diretor de Coordenação e Supervisão da Secretaria de Educação Superior do MEC, Paulo Wollinger, defendeu o surgimento de vagas para atender a um déficit de cursos superiores no Brasil. “O importante é expandir e brigar pela qualidade. Mas esta briga nem sempre é fácil”, disse, em referência à reação negativa de moradores ao fechamento de cursos em sete cidades por iniciativa do MEC.

O presidente do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo, Edson Luiz Spenthof, concorda com Paulo Wollinger sobre a importância de a comissão conseguir implantar uma orientação de âmbito nacional em defesa da especificidade do Jornalismo em relação a outras carreiras da Comunicação Social, como Publicidade, Turismo, Cinema, Relações Públicas. “As diretrizes nacionais servirão para orientar as normas de reconhecimento, fiscalização e avaliação dos cursos. A identidade regional pode ser preservada mas o núcleo comum estará previsto nessas diretrizes”, observou.

Compareceram à audiência representantes da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social, da Associação Brasileira dos Pesquisadores em Jornalismo.

Também participam da comissão Alfredo Eurico Vizeu Pereira Junior (Universidade Federal de Pernambuco), Eduardo Barreto Vianna Meditsch (Universidade Federal de Santa Catarina), Lucia Maria Araújo (Canal Futura), Luiz Gonzaga Motta (Universidade de Brasília), Manuel Carlos da Conceição Chaparro (Universidade de São Paulo), Sergio Augusto Soares Mattos (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), Sonia Virgínia Moreira (UERJ).

Até 30 de março, alunos, professores, pesquisadores, profissionais e representantes da sociedade civil podem enviar suas contribuições sobre dois principais temas: o perfil desejável do profissional do jornalismo e as principais competências a serem adquiridas durante a graduação. O endereço para o envio: consulta.jornalismo@mec.gov.br.

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Descargar portada de Periodismo integrado: convergencia de medios y reorganización de redacciones. Libro por Ramón Salaverría y Samuel NegredoOs professores e pesquisadores espanhóis Ramón Salaverría e Samuel Negredo publicaram na última semana livro Periodismo Integrado, que faz análise da convergência das redações, fenômeno recorrente das grandes empresas jornalísticas que buscam compatibilizar as redações do jornal impresso e a redação do ciberjornal.

Salaverría e Negredo analisaram oito modelos de referência mundial de redação jornalística como Daily Telegraph, The Tampa Tribune, Schibsted, Estado de S.Paulo, The New York Times, The Guardian, Clarín e Financial Times. Segundo informações do Blog E-Periodistas, a partir desses casos os autores abordaram profundamente o como, o para que e o que da convergência na mídia e estabelecer propostas de critérios e procedimentos para reorganizar as empresas jornalísticas, com o  objetivo de se converter em organizações informativas do século 21. Salaverría, no Blog de apresentação do livro, destaca ainda que “o futuro dos meios de comunicação atuais acontece nas redações. De sua evolução depende o perfil do jornalismo e dos negócios da informação. E essa evolução se chama hoje de convergência jornalística, a oportunidade para reconverter a organização das empresas jornalísticas do século 20 em empresas informativas do século 21. O livro mostra as chaves do processo de convergência e descreve com precisão como algumas grandes mídias do mundo se empenham em obter êxito”.

O acesso para as referências do livro pode ser feito pelo endereço na internet www.periodismointegrado.com.

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Do Blog Jornalistas da Web

Nesta terça-feira, 17, será lançado o livro “Para entender a Internet”, obra coletiva sobre a internet organizada pelo consultor na área de mídias sociais, Juliano Spyer.

A coletânea, que reúne textos de 38 autores sobre temas como blog, P2P, cultura cyberpunk, Web 2.0, redes sociais, inclusão digital, podcast e remix de conteúdo, não será lançada em papel, mas sim em formato PDF, cujo link será liberado às 18:00 desta terça-feira (horário de Brasília), no Twitter.

O livro nasceu na Campus Party Brasil 2009, onde o organizador convidou os autores dos artigos, discutiu idéias e mobilizou-os quanto a prazo e tamanho do texto.

Entre os colaboradores estão a professora da Universidade Católica de Pelotas, Raquel Recuero;  Edney Souza, o Interney, um dos blogueiros mais conhecidos do Brasil, que escreveu sobre blog; Soninha Francine, vereadora, atual sub-prefeita de São Paulo, cujo texto foi sobre Internet e lei eleitoral; Fábio Seixas, que escreveu sobre microblogging; e Ronaldo Lemos, um dos ativistas brasileiros mais conhecidos, que explica o que é o Creative Commons.

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A diretoria da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, SBPJor lançou nesta quarta-feira, 11 de março, o novo portal da entidade com o objetivo de oferecer um portal de pesquisa em Jornalismo. O portal traz, na primeira página, as últimas notícias da entidade, além de uma opção, no menu superior, denominada Sala de Pesquisa, onde podem ser encontrados os trabalhos apresentados nas seis edições do Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo.

O portal da SBPJor disponibiliza também uma seção dedicada a bibliografia da pesquisa em jornalismo, acesso à Brazilian Journalism Research, ao Prêmio Adelmo Genro Filho e ainda aos Encontros da associação.

Segundo a diretora editorial, Tattiana Teixeira, “a ideia é transformar o sítio web em um portal de pesquisa em Jornalismo e, para isto, a contribuição dos associados é fundamental”.

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