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Archive for the ‘Internet’ Category

O IAB Media 2008 – seminário regional, realizado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB), em Porto Alegre destacou o crescimento da internet na classe C em debate realizada nesta quarta-feira, 14. Segundo o G1, “o presidente da entidade, Paulo Castro, destacou a evolução da internet como mercado e como opção para a publicidade. Ele analisou que, no início, a linguagem excessivamente técnica usada no meio online (pageviews, por exemplo) assustou os anunciantes. Essa é uma barreira que precisa aos poucos ir sendo quebrada.

Destacou ainda a nota do G1 que “o aumento da audiência se reflete na elevação do investimento publicitário na internet no Brasil (45%) em 2007. Ainda assim, representa 2,8% do bolo total de participação das mídias – a previsão é de que se eleve para participação de 3,5% até o final do ano. O IAB Media teve ainda explanação da diretora-executiva do Ibope NetRatings, Fábia Juliasz, que falou sobre métricas de audiências, fundamentais para criar confiabilidade para o investimento de publicidade”.

Leia o texto completo aqui.

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Da Folha OnLine Informática

O usuário brasileiro de serviços de alta velocidade de acesso à internet paga muito mais caro do que os internautas do exterior, conforme levantamento feito pela TelComp (Associação Brasileira de Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas).

Há casos em que a assinatura mensal de serviço de 1 Mbps no país custa quase 400 vezes o preço cobrado no exterior.

Na Itália, a Tiscali cobra o equivalente a R$ 4,32 ao mês pelo serviço de 1 Mbps. Na França, a Orange cobra R$ 5,02. Nos Estados Unidos, o preço da Time Warner é R$ 12,75. Os usuários japoneses podem adquirir a banda larga de 1 Mbps do Yahoo! por R$ 1,81. No Brasil, a TelComp levantou os preços de Telefônica, Net, Brasil Telecom e Oi.

Segundo a associação, a Net cobrava em São Paulo, em julho, R$ 39,95 por pacote de 1 Mbps e a Telefônica, até R$ 159,80. A Brasil Telecom cobrava até R$ 239,90.

Manaus registrou o valor mais alto, pela Oi: R$ 716,50 –a conexão é feita por satélite e, por isso, mais cara -o que é equivalente a 395 vezes o valor cobrado no Japão, segundo calcula a TelComp. Os valores foram pesquisados pela TelComp nos sites das operadoras, em julho.

Para o presidente da TelComp, Luiz Cuza, o governo deve implementar ferramentas de competição e atuar de forma firme nas questões de fusões e aquisições do mercado. “A concorrência propicia melhores preços e serviços”, diz, em comunicado enviado por sua assessoria de imprensa.

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Do sítio da BBC Brasil, por Daniela Fernandes

O internauta, parisiense ou turista, poderá utilizar o sistema durante os horários de abertura desses locais, mas em alguns lugares, como a esplanada da prefeitura ou o Champs de Mars, onde está situada a Torre Eiffel, o serviço vai funcionar continuadamente.
Segundo a prefeitura, o objetivo é transformar Paris em “uma cidade de ponta na área de comunicação digital”, ampliando o sistema de conexões de alta velocidade e oferecendo também um “serviço de internet universal”.
Para usufruir da internet sem fio, basta ir a uma das áreas identificadas com placas ou cartazes, e se aproximar do ponto de acesso. Alguns locais possuem vários pontos de conexão, que totalizam 400 em toda a cidade.

Disputa judicial

O projeto custou 1,7 milhão de euros (cerca de R$ 4,4 milhões) e as despesas com manutenção anual do sistema devem ser de 500 mil euros (cerca de R$ 1,3 milhão).
O programa, no entanto, resultou numa disputa judicial entre a prefeitura e a estatal France Télécom, que instalou 3 mil pontos de conexão sem fio pagos na capital francesa.
A France Télécom entrou com uma ação em um tribunal administrativo com o objetivo de impedir a oferta do serviço, alegando que a iniciativa desrespeita a lei das coletividades territoriais.
Esta legislação prevê que uma prefeitura não pode entrar em concorrência com operadores, a não ser que a oferta privada seja insuficiente.
A prefeitura de Paris argumenta em sua defesa que o sistema não cobre toda a cidade, mas oferece apenas alguns pontos de conexão em locais precisos.
A licitação, lançada em 2006, foi vencida pelo operador de telefonia celular SFR, que garante a conexão, e pela Alcatel-Lucent, que forneceu os equipamentos.
Também estão sendo realizados testes para desenvolver um mobiliário urbano adaptado ao uso da internet, com bancos e cadeiras que tenham pranchas para colocar o computador e tomadas alimentadas por energia solar.
O site pariswifi.fr informa sobre os locais onde o serviço está disponível. O prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, que anunciou que vai concorrer nas eleições municipais de 2008 poderá, com a internet sem fio gratuita, engordar a lista de ações que o popularizaram, como a “Paris Plage”, a “praia” que é criada no centro de Paris no verão, e o Vélib, serviço de aluguel de bicicletas lançado em julho e que já atraiu milhões de usuários.

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Empresa atende decisão da Justiça de Bauru e libera acesso ao Speedy sem provedor. O acesso ao Speedy sem necessidade de provedor é uma determinação da 3º Vara Federal de Bauru, que considerou a exigência de um provedor de acesso um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor.

A Telefônica recorreu da decisão, alegando que a Anatel exige a validação da conexão por um provedor. O recurso ainda está em análise na Justiça. Para não desobedecer a legislação, desde a noite da quarta-feira (26), a Telefônica está enviando e-mails para seu 1,2 milhão de assinantes do Speedy com instruções para acessar os serviços de banda larga sem necessidade de provedor.

Os contratos entre consumidores e provedores de acesso continuam válidos e não são afetados pela decisão. Na prática, no entanto, muitos consumidores podem se sentir livres para cancelar seu contrato com o provedor, já que ele não é mais uma exigência da Telefônica.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

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