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Archive for the ‘comunicação’ Category

Os representantes de onze entidades científicas presentes ao XI Congresso IBERCOM, na cidade do Funchal (Madeira, Portugal), reunidos em assembleia geral, no dia 18 de abril de 2009, decidiram fundar a Confederação Ibero-Americana de Associações Científicas de Comunicação – CIAC. Esta entidade tem por objetivo central a promoção do debate e da produção científica ibero-americana no campo das Ciências da Comunicação, em termos nacionais e internacionais, tendo em vista a importância das línguas oficiais e culturas em que se expressam e relevando os diversos sistemas de informação e comunicação do mundo contemporâneo?.

A primeira diretoria, eleita com mandato de dois anos, será presidida pelo professor José Marques de Melo (Brasil). A diretoria está composta por uma executiva com mais sete membros: 1º vice-presidente, Francisco Sierra (Espanha); 2º Vice-Presidente, Erick Torrico (Bolívia); Diretor Acadêmico, Moisés Lemos Martins (Portugal); Diretor Administrativo, Elias Machado (Brasil); Diretor Científico, Luís Albornoz (Espanha); Diretor Institucional, Luís Humberto Marcos (Portugal); e Diretor de Relações Interdisciplinares, Rodrigo Gomez (Mexico). Foi também eleito um Conselho Fiscal composto por três membros: António Gomez (Bolívia), Gustavo Cimadevilla (Argentina) e Tereza Quirós (Peru).

Na assembléia de fundação estiveram representadas entidades científicas da Argentina (Federacción Argentina de Carreras de Ciencias de la Comunicación – FADECCOS), Bolívia (Asociación Boliviana de Investigadores de la Comunicación – ABOIC), Brasil (Federação Brasileira de Associacões Científicas ou Acadêmicas de Comunicación – SOCICOM, cuja delegação foi integrada pelas associações nacionais abrangentes como INTERCOM e COMPOS, bem como pelas entidades segmentadas como ABRAPCORP, FOLKCOM e SBPJOR), Espanha (Asociación Española de Investigación de la Comunicación – AE-IC), México (Asociación Mexicana de Investigadores de la Comunicación –
AMIC) e Portugal (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação – SOPCOM), além de associações internacionais como a Associação Ibero-Americana de Comunicação – AssIBERCOM; Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicaión – ALAIC; União Latino-Americana de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura – ULEPICC, Federación Latinoamericana de Facultades de Comunicación Social – FELAFACS e Federação Lusófona de Ciências da Comunicação – LUSOCOM.

Na mesma assembleia foi aprovada a Carta-Programa da Madeira na qual se estabelecem as prioridades de atuação da entidade, em particular, para os dois primeiros anos de atividades. Ficou ainda decidido que a sede da Confederação ficará na cidade de S. Paulo, Brasil, local onde será feito o registo jurídico da entidade. O Brasil vai sediar também a I Conferência Mundial de Pesquisa em Comunicação Ibero-Americana e o I Forum Ibero-Americano de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, previstos para o biênio 2010-2011.

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Do Boletim da FENAJ

A defesa do campo do jornalismo, a manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão e a revisão das diretrizes curriculares como instrumento de qualificação do ensino na área foram alguns dos destaques do 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, realizado em Belo Horizonte, de 17 a 19 de abril. A Carta de Belo Horizonte, documento final do encontro, sustentou que a defesa da regulamentação profissional do jornalismo é a defesa da própria democracia. A campanha em defesa do diploma ganhou um novo reforço com a criação de uma rede social de apoio na internet.

Com grande participação de professores, pesquisadores, profissionais e estudantes de jornalismo, o 12º ENPJ constituiu-se em novo marco do crescimento do campo do jornalismo no campo acadêmico e científico nacional. Para Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ), o alto nível dos debates e a conexão com as grandes lutas do movimento sindical dos jornalistas brasileiros foram alguns dos destaques do evento.

Além de Valci, prestigiaram o 12º ENPJ também o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, e os diretores da Federação Celso Schröder, Beth Costa, Alexandre Campello, Arthur Lobato e Aloísio Lopes. Valci registrou, também, a qualidade da organização do encontro, elogiando a participação dos diretores do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais Valéria Said, Fátima de Oliveira e Sandra Freitas, que participaram da comissão de organização.

Entre as deliberações específicas da assembleia do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo, duas deliberações se destacaram. A primeira, definindo que os encontros nacional e estaduais de professores da área serão bianuais e intercaladas. A outra foi a aprovação formal da continuidade do FNPJ como signatário do Programa Nacional de Qualidade do Ensino em Jornalismo, que foi atualizado em 2008, em um evento de caráter nacional realizado em Florianópolis pela FENAJ.

Quanto aos debates sobre a exigência de diploma para o exercício da profissão, a Carta de Belo Horizonte sustenta que a ameaça a esse requisito significa “colocar em risco a ética jornalística, que proporciona uma informação plural e fortalece a democracia”.

Jornalista, só com diploma!
Uma rede social com integrantes de diversos segmentos da sociedade foi criada na internet em apoio à obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista. Nela, os participantes podem postar notícias, comentários e fotografias. “As pessoas ainda podem encontrar amigos e conversar entre si por intermédio de mensagens e um chat on-line. Enfim, é uma animação só”, conta a jornalista Adriana Santiago, uma das idealizadoras da rede, que convida todos os interessados a ingressarem no movimento. Para acesso à rede social Jornalista só com diploma, clique aqui.

Veja, a seguir, a íntegra do documento final do 12º ENPJ.

Carta de Belo Horizonte
Os professores, estudantes e profissionais presentes no 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ), realizado em Belo Horizonte-MG, entre os dias 16 e 19 de abril de 2009, assumem a defesa pública do Campo Jornalístico e confirmam a necessidade de manter a exigência de formação universitária em Jornalismo para o exercício profissional. Tal posição está baseada no entendimento de que o compromisso da mídia com a cidadania passa pela atuação independente, plural, ética e responsável dos jornalistas que atuam nos mais diversos meios e espaços de produção editorial.

A defesa da formação superior específica é uma garantia de qualificação profissional e, pois, uma possibilidade concreta de assegurar mais autonomia profissional à produção jornalística. A ameaça à exigência do diploma universitário para acesso profissional significa, assim, colocar em risco a ética jornalística, que proporciona uma informação plural e fortalece a democracia. Afinal, o jornalismo é um serviço público e não pode ficar refém de alguns poucos empresários, que têm apenas interesses econômicos ou eleitoreiros para ampliar o controle sobre a mídia brasileira.

Os professores ratificam as bases que orientam a proposta do FNPJ apresentada à Comissão do MEC que vai elaborar as novas diretrizes ao ensino universitário do Jornalismo, bem como apostam no trabalho da comissão em apresentar um projeto comprometido com a melhoria da qualidade do ensino na área e na definição de critérios para normatizar a abertura, credenciamento, renovação e avaliação dos cursos de Jornalismo.

Os participantes do ENPJ entendem, ainda, que a 1ª Conferência Nacional de Comunicação – marcada para os dias 1º a 3 de dezembro 2009 – é uma conquista inédita da sociedade brasileira na definição de diretrizes e políticas estratégicas de ação para marcar o compromisso da mídia com os interesses públicos, criando mecanismos para que a comunicação não seja usada para atender vontades e vantagens eleitoreiras ou econômicas de alguns poucos grupos empresariais.

As três ações acima indicadas – garantia da exigência de formação para exercício do Jornalismo, aprovação de novas diretrizes para o ensino de Jornalismo e a aposta numa Conferência Nacional de Comunicação representativa e norteada pelo interesse público – representam e marcam a confluência de estratégias que podem fortalecer a democracia e as condições ao exercício da cidadania, em que a mídia tem um papel fundamental nas sociedades contemporâneas.

Ao entender que o fortalecimento do campo jornalístico pressupõe a organização dos atores sociais – professores, profissionais, estudantes e pesquisadores –, os presentes no 12º ENPJ assumem um compromisso pelo fortalecimento das entidades representativas do setor, realizando atividades públicas (debates e manifestações, forçando o diálogo e cobrança dos gestores responsáveis pelas ações da área), em parceria com os Sindicatos e Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), dentre outras entidades.

Por fim, os professores presentes ao 12º ENPJ ratificam a defesa do Jornalismo e convidam os representantes dos diversos setores, grupos e movimentos da sociedade civil organizada para reforçar um compromisso público dos representantes parlamentares e do judiciário brasileiro (STF) pela manutenção da exigência de formação universitária para o exercício do Jornalismo. Afinal, a defesa da Regulamentação Profissional do Jornalismo é a defesa da própria democracia e, portanto, uma luta de todos.

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O presidente da Federação Nacional das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação, SOCICOM, professor Dr. José Marques de Melo divulgou, nesta semana, nota em que assinala a necessidade da reclassificação das área do conhecimento e elevar a Comunicação como Grande Área. A atual Tabela do CNPq das área do conhecimento atribui a comunicação como Área na Grande Área Ciências Sociais Aplicadas. O jornalismo aparece como subárea.

A SOCICOM realizou, no último dia 16 de março, o Seminário de Integração Institucional em que os participantes salientaram a necessidade de promover a Comunicação para Grande Área. Segundo o texto do professor Dr. José Marques de Melo, “existem hoje no país quase duas dezenas de sociedades científicas que agrupam pesquisadores e professores na área de comunicação”. Destacou ainda que “a criação da  nossa federação nacional pode desempenhar papel estratégico no diálogo com os gestores de C&T. Pode também ajudar a identificar as demandas de interesse comum, nelas concentrando atenção para convencer  os consultores científicos a dar-lhes prioridade”. De outro lado, Marque de Melo enfatizou que “ano a ano, a pesquisa em comunicação cresce nas universidades brasileiras, mas as cotas de bolsas para iniciação científica, mestrado e doutorado permanecem estáveis, quase não abrindo oportunidades para a nova geração de pesquisadores. Da mesma forma, as verbas para pesquisa de campo ou de laboratório continuam a flutuar,  nos mesmos patamares, por falta de projetos temáticos relevantes”.

Atualmente fazem parte da SOCICOM a COMPÓS, FNPJ, ULEPICC, SOCINE, SBPJor, ABRAPCORP, FOLKCOM, Rede ALCAR, ABCiber, ABJC e FORCINE.

Confira a íntegra da mensagem do professor Dr. José Marques de Melo:

A comunicação como grande área do conhecimento
José Marques de Melo
Professor Emérito da Universidade de São Paulo e presidente da
Federação Brasileira das Sociedades Científicas e Associações Acadêmicas de Comunicação – SOCICOM

A realização do “Seminário de Integração Institucional”, promovido pela SOCICOM no dia 16 de março de 2009, no auditório da Reitoria da UNESP, em São Paulo,  sinalizou o fortalecimento do campo das ciências da comunicação no Brasil. Trata-se, aliás, da meta principal da federação nacional,  cuja fundação foi decidida na cidade de Santos (SP) em 2007 e ratificada em Natal (RN) em 2008, com a finalidade de reunir o conjunto das sociedades científicas e associações acadêmicas Do Brasil.

Existem hoje no país quase duas dezenas de sociedades científicas que agrupam pesquisadores e professores na área de comunicação. Doze entidades aderiram à criação da SOCICOM e outras começam a se incorporar, numa demonstração de que  a nossa comunidade acadêmica começa a dar passo decisivo para superar a fragmentação que a vem debilitando politicamente.

Até agora, na luta silenciosa pelas fatias do orçamento estatal destinado a ciência e tecnologia, cada entidade vem defendendo seus próprios interesses. Entretanto, as lideranças dessas associações, ao contentarem-se com a alocação de migalhas, deixam de perceber que a divisão da nossa área só favorece as áreas hegemônicas. Bem estruturadas e muito articuladas, elas tem sido  capazes de apresentar projetos holísticos, com argumentos relevantes que influem na decisão das agências de fomento.

Ano a ano, a pesquisa em comunicação cresce nas universidades brasileiras. Mas as cotas de bolsas para iniciação científica, mestrado e doutorado permanecem estáveis, quase não abrindo oportunidades para a nova geração de pesquisadores. Da mesma forma, as verbas para pesquisa de campo ou de laboratório continuam a flutuar,  nos mesmos patamares, por falta de projetos temáticos relevantes.

A criação da  nossa federação nacional pode desempenhar papel estratégico no diálogo com os gestores de C&T. Pode também ajudar a identificar as demandas de interesse comum, nelas concentrando atenção para convencer  os consultores científicos a dar-lhes prioridade.

O seminário de integração institucional, reunido na cidade de São Paulo, com a participação dos dirigentes das associações fundadoras e de outras em processo de filiação, avançou na elaboração de uma agenda consensual, que será posteriormente levada à consideração dos organismos financiadores e das autoridades federais.

Contudo, a meta mais ousada da SOCICOM está sendo alavancada, no próximo mês de abril, na Ilha da Madeira, Portugal. Ali se reunirão lideranças nacionais da Espanha, Portugal, Brasil, México, Argentina, Bolívia, Venezuela e de outros países hispano-americanos onde as ciências da comunicação conquistaram legitimidade nacional.

Cogita-se potencializar a presença ibero-americana na comunidade internacional da área, através do fortalecimento de uma rede mega-regional, destinada a cimentar os avanços investigativos em nosso espaço geopolítico, preservando e robustecendo nossa identidade cultural. Desta maneira, poderemos neutralizar a tendência vigente que mantém nossos países na órbita dos importadores de know how, quando muitas vezes dispomos de saber mestiço mais apropriado para nossas próprias realidades.

Superar o “complexo do colonizado” que nos atrela à legião dos deslumbrados com os modismos do “primeiro mundo” constitui o maior desafio a ser enfrentado.

O Brasil possui, indiscutivelmente, uma grande comunidade acadêmica no âmbito das ciências da comunicação, mas comporta-se como satélite do pensamento anglófono ou francófono, muitas vezes reciclado nos entrepostos regionais que ainda nos causam fascinação.

É bem verdade que não constituímos um corpo cognitivo homogêneo.  Por isso, cabe às nossas lideranças estabelecer pontes que comuniquem o saber acumulado em cada disciplina – jornalismo, cinema, publicidade, relações públicas, semiótica, cibercultura, folkcomunicação, midiologia, comunicologia etc. – sem deixar de nutrir-se nos conteúdos gerados pelas humanidades e sem negligenciar ações estribadas nas tecnologias de ponta.

Este é o chamamento que a diretoria da SOCICOM fez aos participantes do referido seminário, consciente de que muito temos a fazer para ultrapassar o paroquialismo, logrando a unidade necessária para legitimar a comunicação como grande área do conhecimento.

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Por ocasião dos 10 anos do OberCom e dos 8 anos do “Portal de la Comunicación”, o Instituto da Comunicação da Universidade Autónoma de Barcelona e o Observatório da Comunicação (OberCom) lançam a edição portuguesa do Portal da Comunicação.
 
O Portal da Comunicação, na sua edição em Português e em Espanhol, pretende dar visibilidade internacional às publicações, eventos e investigação científica realizada no Brasil e em Portugal. Segundo o diretor do Obercom, Gustavo Cardoso, “por via da sua visibilidade no contexto Europeu procuramos também com esta iniciativa promover redes de colaboração entre cientistas brasileiros e europeus”.

A nova edição do Portal Comunicação InCom-UAB encontra-se disponível através do endereço www.portalcomunicacao.com.

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CoverPor José Marques de Melo

Consagrada pela comunidade acadêmica como a revista científica de maior impacto internacional na área, Journalism: theory, practice and criticism, publicada pela renomada editora Sage, está lançando o número 1 do seu volume 10 (fevereiro de 2009), focalizando exclusivamente o Jornalismo Brasileiro.

Sua edição impressa circula simultaneamente na Inglaterra, Estados Unidos, Índia e Singapura, mas o acesso da edição eletrônica é mundial, através do portal http://jou.sagepub.com – tendo como editores os renomados professores Michael Bromley, Howard Tumber e Barbie Zelizer.

O volume especial dedicado ao Brasil foi co-editado por dois pesquisadores brasileiros: José Marques de Melo e Sonia Virginia Moreira, autores do ensaio introdutório “Jornalismo Brasileiro: o estado da pesquisa, do ensino e da profissão”.

O corpo da edição è constituído por 6 artigos científicos assinados por Beatriz Becker e Celeste González de Bustamante (UFRJ) – passado e futuro do telejornalismo -; Cida Golin e Everton  Cardoso (UFRGS) – jornalismo cultural -; Francisco Karam (UFSC) – jornalismo em tempo de segmentação -; Heci Regina Candiani (PUCSP) – jornalistas e intelectuais -; José Marques de Melo (UMESP) – pensamento jornalístico -; Sonia V. Moreira e Carla Helal (UERJ) – ensino e profissão.

Os co-editores brasileiros celebram o retorno do Brasil à agenda da comunidade acadêmica internacional, lembrando que isso reflete o interesse que o nosso país desperta nos estudiosos dessa disciplina, justamente pela sua originalidade, criatividade e ousadia.

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Prof. Dr. Alfredo Vizeu, membro da Comissão das Diretrizes de Jornalismo do MEC

O professor da Universidade Federal de Pernambuco e membro da Comissão do Ministério da Educação que fará a revisão das diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo, Dr. Alfredo Vizeu será o conferencista da solenidade de abertura do 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, que acontece em Belo Horizonte (MG), entre os dias 17 e 19 de abril, que terá como tema “O ensino de jornalismo no Brasil e as diretrizes curriculares: ida e vindas de um processo de consolidação do jornalismo como campo acadêmico“.

O Encontro terá ainda outros espaços para o debate sobre a reformulação das diretrizes curriculares de Jornalismo, como o 3º Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Jornalismo, na manhã do dia 17. A diretoria executiva do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) estuda a viabilidade de inserir na programação um momento de diálogo dos membros da Comissão do MEC com os professores de jornalismo presentes, com a possibilidade de transmissão “ao vivo” da fala do presidente da Comissão, professor Dr. José Marques de Melo diretamente de Funchal, na Ilha da Madeira, onde estará em evento de comunicação.

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Coordenadora Técnica do Projeto UNESCO/FELAFACS, Dra. Liuba Kogan

Coordenadora Técnica do Projeto UNESCO/FELAFACS, Dra. Liuba Kogan

A Federação Latino-americana de Faculdades de Comunicação Social – FELAFACS vai realizar uma pesquisa para conhecer a realidade do ensino na área de comunicação na América Latina. O projeto tem o apoio da UNESCO e deverá ser concluído até o final de maio. O mapeamento irá identificar as faculdades, escolas de comunicação e centros de formação não universitária, e ainda os programas de estudos oferecidos em cada um dos países da região.

A coordenador geral do Mapeamento, professora Dra. Liuba Kogan, da Universidade Lima destacou, “tenho a certeza de que trabalhando juntos iremos desenvolver será útil para as nossas instituições e, nesse sentido, o nosso contributo muito importante”.

O projeto será desenvolvido em cinco regiões, conforme classificação realizada pela FELAFACS, que são o Cone Sul integrado pela Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile, coordenado pelo professor Gustavo Rodríguez da Universidade do Chile; Países Andinos integrado pela Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela, coordenado pela professora Dra. María Teresa Quiroz da Universidade de Lima e presidente da FELAFACS; Centro América e Caribe integrado pelo Panamá, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, República Dominicana, Porto Rico, Costa Rica, Belize, Honduras, Cuba e países caribenhos, coordenado pelo professor Dr. José Luiz Benitez da Universidade Centroamericana de El Salvador e coordenador do mestrado em comunicação; México, coordenado pela professora Dra. María Corella da Universidade Anáhuac e diretora do Centro de Pesquisa para Comunicação Aplicada da Escola de Comunicação e Brasil, coordenador pelo professor Dr. Gerson Luiz Martins da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, coordenador do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo e diretor do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).

A pesquisa compreende uma enquete por meio de formulário a ser trabalhado com os coordenadores de curso ou diretores de escolas na área de comunicação e compreende todas as atividades desenvolvidas pelos cursos em ensino, pesquisa e extensão, além de informações sobre a quantidade de alunos que ingressam e concluem a formação, origem institucional, tempo de duração dos cursos, além de dados cadastrais dos cursos.

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12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo

As inscrições de trabalhos para o 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo (ENPJ) encerram no próximo dia 28 de fevereiro, sábado. O evento acontece em Belo Horizonte, entre os dias 17 e 19 de abril e tem como tema “O ensino de jornalismo nas universidades: impactos na prática profissional e conquistas para a sociedade“.

A diretoria do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) promoveu algumas mudanças no evento que, a partir deste ano, se tornou um evento múltiplo. Na programação do 12º ENPJ acontecem também o 3º ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSO DE JORNALISMO, o 5º COLÓQUIO ANDI, o PRÉ-FÓRUM DA FENAJ, o VIII CICLO NACIONAL DE PESQUISA EM JORNALISMO em que serão apresentados os trabalhos de pesquisa, ensino e extensão desenvolvidos pelos professores, pesquisadores e profissionais de jornalismo e ainda o II COLÓQUIO IBERO-AMERICANO DE ENSINO DE JORNALISMO, que reunirá pesquisadores e professores de Portugal, João Canavilhas; da Colômbia, Carlos Agudelo; da Argentina, Miguel Wiñaczki e do Brasil o professor Sérgio Gadini (UEPG).


Uma outra novidade para o Encontro deste ano foi a participação da Comissão Organizadora Local na rede social Twitter. A professor Sandra Freitas, coordenadora, criou um perfil no Twitter para divulgar as atividades do evento. Para quem quiser seguir o twitter, basta buscar por @12enpj, ou simplesmente 12enpj na rede Twitter.

O 12º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo será realizado em três instituições de ensino de Belo Horizonte, todas localizadas na área central, Centro Universitário UNA, Faculdade Pitágoras e Uni-BH.

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Valéria Tótaro, diretora do SJPMG

Valéria Tótaro, diretora do SJPMG

Artigo publicado pela jornalista mineira Valéria Tótaro, publicado no Observatório da Imprensa e no sítio web da Fenaj, faz a defesa, argumentação e explica a constitucionalidade do Decreto que regulamenta a profissão Jornalista, assim como define a necessidade da formação superior em Jornalismo para o exercício profissional.

Baseado em três argumentações, (1) a regulamentação do Decreto Lei 972/69 – aperfeiçoada pela regulamentação que só veio em 1979 – como marco jurídico do nosso ethos profissional; (2) as falácias da inconstitucionalidade; e (3) o cerceamento à liberdade de expressão,Valéria Tótaro busca na história elementos que comprovam a legitimidade do Decreto e como a Constituição de 1988 não derruba, ao contrário legitima a legislação.

Leia o texto completo no endereço: http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2449

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Do Boletim da Fenaj

Em sessão plenária no dia 18 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal prorrogou por mais 30 dias a suspensão de 20 dos 77 artigos da Lei de Imprensa. A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 130), ajuizada pelo PDT contra a Lei 5.250/67 deverá ser julgada em março.

Relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto solicitou a prorrogação da suspensão. Como parte interessada, a FENAJ ingressou neste processo como amicus curiae (“amigo da Corte”). A entidade defende a manutenção dos artigos não suspensos até que o Congresso Nacional aprove uma nova lei, de caráter democrático.

Sérgio Murillo de Andrade, presidente da FENAJ, informa que é posição aprovada em congressos nacionais da categoria defender a manutenção da atual Lei de Imprensa sem os artigos suspensos pelo STF até que o Congresso Nacional aprove uma nova legislação. “Para o aperfeiçoamento da democracia no Brasil não basta apenas extinguir a atual Lei de Imprensa, pois isto prejudicará os jornalistas, os veículos de comunicação e a sociedade, que ficarão a mercê da legislação ordinária e do que cada juiz considerar melhor”, sustenta.

A FENAJ defende a aprovação do PL 3.232/92, que aguarda votação no Congresso Nacional há 11 anos.

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