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Archive for fevereiro \12\+00:00 2008

De um post de Alberto Marques – Blog GJOL

Consideramos muito importante dar divulgação a estes fatos.

“Como era de esperar, os artigos publicados em capítulos no Google Pages, sobre a recete história da Revista Veja, rendeu ao jornalista Luis Nassif um processo. Para Nassif, “o maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja. Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico”.

O jornalista foi processado por dois figurões da revista – Lauro Jardim, editor da seção “Radar”, e Eurípedes Alcântara, diretor de redação. Nesta segunda-feira (11), Nassif minimizou o contra-ataque e declarou que a “guerra santa” continua. “Eu dei a cara pra bater, alguém tinha que fazer isso. Eu sei que é um adversário imenso. Mas alguém tem que falar”, afirmou Nassif. “Essa disputa jurídica vai ser importante para uma discussão mais ampla. Em toda a minha carreira, eu nunca vi alguém fazer um jornalismo como o que a Veja está fazendo.”

Nassif considerou a decisão “um direito dos dois”, mas fez uma ponderação: “Eles podiam tentar explicar a situação. A Abril mandou uma carta contestando alguma coisa e foi publicada no meu blog e no iG. Já a Veja não tem por hábito permitir o direito de resposta. Isso é uma afronta maior. Para mim, ferir a liberdade de expressão é não permitir o direito de resposta”.

A carta a que Nassif se refere foi enviada pela editora Abril ao iG, reivindicando um pedido de resposta à série. A editora afirmou que “repudia veementemente as informações” divulgadas na página do jornalista, entre os meses de dezembro de 2007 e janeiro de 2008.

A editora Abril não tomará nenhuma atitude jurídica em relação às afirmações de Nassif, que vai contratar um advogado. Ele acha que os jornalistas estão sendo precipitados em iniciar o processo tão cedo. “Eles deveriam esperar o fim da série para me processar, porque eu vou apresentar um conjunto de elementos e provar minhas teses”.

Um episódio a acompanhar!!!
Via Vermelho.

Alberto Marques

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O jornal Correio do Estado lançou nesta quinta-feira, 7 de fevereiro, sua nova página na internet. O lançamento foi realizado na ocasião do aniversário do jornal que completa 54 anos. Embora não seja o primeiro jornal de Mato Grosso do Sul, é o mais antigo em circulação.

O Blog Ciberjornalismo, associado a este, havia indicado a atualização do sítio web do Correio do Estado no dia 8 de fevereiro do ano passado. O projeto esteve em estudo por todo esse tempo. Passado um ano da proposta, executada pela Master Case, finalmente o jornal resolveu colocar na rede a nova versão.

Da primeira proposta em fevereiro de 2007 para aquela que foi lançada hoje, há características que não atende as peculiaridades do ciberjornalismo. O acesso ao conteúdo da página remete à edição digitalizada do jornal e apenas para assinantes. O conteúdo aberto está muito restrito, o leitor acesso apenas 4 ou 5 linhas da notícia. Essa situação é muito constrangedora, pois o leitor não assinante fica frustrado, ele tem menos informações se comparado ao sítio web anterior. Além disso, a primeira página, capa do sítio web, está mais pobre. Embora seja o visual mais leve, mais atualizado aos padrões cotidianos, peca pela pobreza nas informações. A Master Case também não pensou no mais recente mercado de acesso a internet realizado pelos dispositivos móveis, principalmente os celulares. De outro lado, um leitor assiduo do jornal que mora fora de Campo Grande e que, portanto, não é assinante do jornal, vai ter acesso a menos informações.

O projeto final da Master Case ficou muito abaixo do padrão atual dos jornais na internet. Um exemplo, que poderíamos chamar de modelo e que está inerente aos melhores jornais norte-americanos ou europeus, é do jornal Gazeta do Povo de Curitiba.

No caso do Correioweb – Correio do Estado na internet – , como está a ser denominado pelos diretores da empresa, a Master Case tem muito o que melhorar. Importante destacar que o nome Correioweb é utilizado há muito tempo pelo Correio Braziliense.

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Entra governo, sai governo e a relação promíscua entre governo e imprensa em Mato Grosso do Sul continua a mesma. Apesar das denúncias dessa relação no governo de Zeca do PT, o novo governo não é muito diferente.

De volta a Mato Grosso do Sul, não há como não observar essas relações cotidianas, que desmoralizam ambos os lados. No último domingo, o jornal semanário A Crítica (jornais semanários são, tradicionalmente, capitaneados pelas relações de prosmicuidade com a classe política no estado, há uma dissertação de mestrado da professora da UCDB, Angela Catônio a respeito) publicou como manchete o seguinte: “André lidera comitiva para cobrar de Lula solução para dívida dos estados”. Observe o leito o tamanho do título! Nesse, como em outros casos não há qualquer interesse ou atenção para a boa norma jornalística, diga-se: não há jornalismo! Contudo esse título revela claramente como continuam as relações entre o governo e a imprensa, que podemos de chamar do conhecido “yellow press”, ou como dizemos nestas terras, jornalismo marrom.

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O editor da Revista Brasileira de Ensino de Jornalismo (REBEJ), Juliano Carvalho, lançou nesta segunda-feira, 4 de fevereiro a Chamada de Trabalhos (Call for Papers) para a nova edição da revista. Segundo o professor Dr. Juliano Carvalho que também é vice-presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, visa ser um espaço para a reflexão e troca de experiências na docência de graduação em jornalismo. O prazo final para envio é 10 de março de 2008.

As principais normas para a submissão dos textos estão disponíveis em http://www.fnpj.org.br/rebej/ojs/policies.php.

A revista pode ser acessado no endereço: http://www.fnpj.org.br/rebej/ojs.

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Domingo de carnaval! A revista Carta Capital publica edição com um expressivo “SALVADOR: a revolta da periferia“. Ao ler a matéria, nada mais apropriado para uma semana de carnaval do que mostrar a realidade do carnaval “democrático” da Bahia. Não há qualquer tipo de ranço ou preconceito ao carnaval, à festa popular que acontece nas ruas de Salvador. Mas é importante que todos tenham conhecimento do “verdadeiro” carnaval, da real folia que se desenrola nas ruas da principal cidade carnavalesca do Brasil.

E o que mostra essa realidade não é exatamente a reportagem da revista, que mostra a revolta da periferia de Salvador, especificamente da população negra contra a polícia estadual e conseqüentemente contra as autoridades baianas.

No final da matéria, a revista indica um vídeo postado no Youtube em que, numa visão simples e bem trabalhada, mostra a realidade do carnaval do axé, do carnaval de rua de Salvador.

Confira as imagens abaixo e faça você mesmo juízo da festa carnavalesca baiana, que não é muito diferente de outros locais.

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A Federação Nacional dos Jornalistas publicou na última sexta-feira, 1 de fevereiro, Nota de Repúdio contra as demissões e o fechamento da sucursal do jornal A Notícia em Florianópolis. A Nota, em conjunto com o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, denúncia o monopólio da mídia catarinense desde que o Grupo RBS adquiriu, em 2006, um dos maiores jornais do estado, que tem sede em Joinville e é distribuído em todo território catarinense.

NOTA DE REPÚDIO
Contra o desemprego, contra o fechamento do AN Capital, contra o monopólio!

A Direção do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina e a Direção da Federação Nacional dos Jornalistas repudiam o fim do AN Capital, segmento do jornal impresso A Notícia que deixa de circular nesta sexta-feira na Grande Florianópolis, assim como repudia a demissão de experientes profissionais do jornalismo catarinense. Desde a aquisição do A Notícia pela RBS, no final de 2006, o monopólio da comunicação em Santa Catarina estabeleceu o rumo do AN Capital: na época da transação, a redação contava com cerca de 30 jornalistas e, nesta quinta-feira, ao anunciar a última edição, alegando questões financeiras, havia apenas 12. O Sindicato e a Federação reiteram sua posição em defesa da diversidade de olhares, para uma informação plural e democrática – sem o AN Capital, a comunidade perde uma possibilidade de visão diferenciada sobre os fatos -, assim como exigem da RBS a manutenção de todos os postos de trabalho dos jornalistas cujas demissões foram anunciadas.

Florianópolis, SC, 31 de janeiro de 2008.

Direção do SJSC
Direção da FENAJ

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A diretoria do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo prorrogou para o dia 20 de fevereiro a inscrição de trabalhos do 11º Encontro Nacional de Professores de Jornalismo. Segundo a diretora científica da entidade, Ivete Cardoso, a decisão foi motivada pelas inúmeras mensagens que pediam a prorragação. Ivete Cardoso destacou ainda a importância do envio do resumo e texto completo do trabalho no formato PDF. Muitos trabalhos recebidos até o momento apresentaram apenas o resumo. A diretora científico lembrou a necessidade de uma leitura atenta das normas para a inscrição.

O calendário de inscrição dos texto ficou definido da seguinte forma: 20 de fevereiro prazo final para inscrição dos textos (resumo e trabalho completo em PDF), 27 de fevereiro é o prazo máximo para que os coordenadores de GT comuniquem os aceites e 2 de março a data limite para o pagamento da inscrição no 11º ENPJ.

A diretora do FNPJ ressaltou a importância de incentivar os alunos de graduação para inscreverem trabalhos de iniciação científica na modalidade “poster”. Observou que “é muito importante incentivarmos os alunos a participarem dos eventos onde debatemos a qualidade da formação em jornalismo, no ENPJ deste ano destaca-se a tema geral, produto das atuais discussões no âmbito das escolas de jornalismo”.

Mais informações no endereço www.fnpj.org.br/11enpj.

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