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Archive for junho \18\+00:00 2005

Natal RN – Brasil


Praia de Ponta Negra – ao fundo o Morro do Careca, Natal, RN, Brasil

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Ponta Grossa PR


Pôr do sol em Ponta Grossa (PR).

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PROERD

Um grande trabalho, um excelente projeto. Hoje pela manhã estivemos na cerimônia de “formatura” de mais de 1000 alunos do PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, promovido pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte. O PROERD é um programa com caráter social preventivo, posto em prática pela Polícia Militar, junto com alunos da 4ª série, que estão na faixa etária entre 9 e 12 anos. É um esforço cooperativo entre a Polícia Militar, a Escola e pais dos alunos. Oferece atividades educacionais em sala de aula, que orientam as crianças para a necessidade de desenvolver as suas potencialidades e ajuda a preparar para o futuro uma geração consciente do exercício da cidadania.
É um belíssimo projeto que envolve as crianças e estimula na educação contra as drogas.
Foi impressionante o envolvimento das crianças com o programa. Não só pelos conceitos e orientações ensinadas, mas principalmente pelo envolvimento da criança e a consciência de que não era mais um tarefa ou um projeto da escola que não revele interesse. As crianças ficaram envolvidas. Criança nessa idade quando assume um fato, um conceito, tem isso como uma das coisas mais importantes de sua vida.
Nesse aspecto, temos que parabenizar os instrutores pela capacidade de envolvimento das crianças e pelo gosto que despertaram para o curso e seus princípios.
Foi realmente uma festa muito bonita!

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A situação das ruas de Capim Macio, bairro localizado após o Parques das Dunas, é de um caos completo. Na rua onde moro, há muito não transito. Como faço para sair ou chegar em casa? Dou mil e uma voltas e desvios para chegar ao trabalho ou para levar o filho para a escola. A situação das ruas é caótica e o governo municipal ignora completamente a situação. O jeito é mesmo suspender o pagamento do IPTU.
Depois de muitos dias a fazer os desvios para sair ou chegar em casa, passei hoje pela rua de casa. Espanto geral com os buracos, deu a impressão de estar em solo lunar. Sr. prefeito Carlos Eduardo! É urgente pelo menos um trator para normalizar e nivelar as vias de Capim Macio. Poderia até mesmo dizer que o Parques das Dunas, um dos maiores parques urbanos do Brasil, sofreu um deslocamente de quase 1500 metros em direção oeste. Depois de mais de 30 dias de chuvas no litoral potiguar, os morros e buracos do Parque das Dunas se encontram no bairro de Capim Macio. Evidentemente é uma ironia para destacar a situação caótico da ruas do bairro.
Reivindicamos providências urgentes do Sr. prefeito de Natal para uma ação imediata no bairro. O mais impressionante dessa história toda é que há, no bairro, inúmeros edifícios residenciais. Para quem conhece Campo Grande (MS), vale a comparação com o bairro São Francisco, com uma pequena – outra ironia – diferença: este bairro está totalmente pavimentado e possui toda infra-estrutura de saneamento.
E por falar em saneamento, matéria publicada pelos telejornais brasileiros noticiaram que o Brasil está em posição inferior aos seus vizinhos latino-americanos no quesito saneamento básico. E Lula quer colocar o Brasil no Conselho de Segurança da ONU. Mais sensato será promover um mensalão em prol da educação e do saneamento básico no país.

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O jornalismo pode ser considerado um campo, uma área de pesquisa consolidada. O crescimento dos trabalhos produzidos e publicados em Congressos, Simpósios, Seminários e em edições impressas e eletrônicas são documentos comprobatórios da solidez e da realidade do fato.
No momento em que o CNPq discute uma nova tabela das áreas de conhecimento é impensável que o Jornalismo não seja mencionado esteja, minimamente, como subárea da Comunicação. Nos dias 20 e 21 de maio acontece em São Paulo, na ECA/USP, uma reunião para construir um documento com as contribuições da área de comunicação. Haverá sensatez entre os pesquisadores para indicar ao CNPq o Jornalismo como campo consolidado, principalmente por meio da institucionalização, crescimento e demanda crescente estabelecida pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor em seus últimos encontros.
O texto publicado pelo professor e jornalista Nilson Lage, no último dia 12 de maio, no Observatório da Imprensa, qualifica perfeitamente os riscos de um não reconhecimento do campo. A formação jornalística demanda pela qualidade de um profissional essencial nas relações sociais do século XXI. Essa qualificação deve passar, necessariamente, pela produção de pesquisa e pela construção constante de novos fazeres jornalísticos. Não se poderá continuar a reproduzir nas escolas de jornalismo o que se fazia há quase um século. As novas tecnologias capilarizam pela convergência das mídias, a multimídia, e com o acesso universal às mídias do ciberespaço a demanda pela qualificação profissional do jornalista cresce geometricamente.

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Banir os cães da praia

A quantidade de bactérias e fungos nas praias natalenses merecem um alerta urgente para a Saúde Pública. SAÚDE PÚBLICA ALERTA! As pessoas que circulam pelas praias não prestam atenção aos sinais dessa situação. Isso porque os sintomas surgem de forma lenta e gradual. Pode-se perguntar aos freqüentadores das praias se não possuem marcas brancas na pele? se não tem a base das unhas do pé se descolando? Esses e vários outros sinais são conseqüências do alto índice de fungos e bactérias que tomam conta das areias das praias, principalmente em Ponta Negra. O fato é resultado da quantidade exacerbada de lixo freqüente na areia como latas de cerveja ou refrigerante, sacos de plástico e, o que é pior, o contínuo desfile de cães e gatos. Os excrementos dos cães é o principal motivo da proliferação dos fungos e bactérias na areia. É muito comum constatar os cães defecando e urinando na areia. E mais grave ainda é que os proprietários dos animais fazem questão de leva-los a um passeio para aproveitar a paisagem do nascente ou do poente. Ironias à parte, essa é uma atitude que não mede as conseqüências para a saúde do próprio dono do cachorro, como para os demais banhistas.
É um descaso total do proprietários de cães que se sentem “amigos” dos animais, “protetores” do “melhor” amigo do homem. No entanto, essa realidade provoca danos físicos nas pessoas e contribuem para o agravamento da poluição em nossas praias. Praias, assim como qualquer local público de lazer foi designado para seres humanos, para que possam realizar seu lazer, passear, levar crianças para brincar, passar momentos de conforto e alguns minutos de alegria em meio a tantas mazelas do cotidiano atual. Praia não foi feita para o banho e o lazer dos cães. Por um motivo muito simples! Eles defecam na areia! Não tem estrutura mental que os ensino a fazer suas necessidades fisiológicas em locais especialmente preparados para isso, como realiza o homem, pelo menos em seu estado natural, pois muitas vezes homens exacerbados pela bebida ou por qualquer outro tipo de droga se nivelam aos animais e produzem excrementos em qualquer local.

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O sistema de telefonia móvel no Brasil entrou em colapso. As empresas venderam mais linha do que tinham ou têm condições de atender. E ainda continuam vendendo. Não há investimento na infra-estrutura no mesmo ritmo em que são vendidas as linhas. Basta visitar as centenas de lojas que vendem aparelhos e linhas para verificar que a demanda, justificada ou não, é maior do que em qualquer outro momento. Criou-se no país uma ¿cultura¿ de consumo do aparelho de telefone celular que não perde em nada da demanda pelos insumos da cesta básica.A situação de colapso é generalizada em todo país e em todas as empresas. Telefones que não realizam chamadas, linhas clonadas, aparelhos que não conseguem receber chamadas, cobranças indevidas, contas de consumo que apresentam ligações para o exterior, conexões com internet a partir de aparelhos que nem têm essa possibilidade. Poderia encher páginas e páginas para relatar todos os problemas denunciados pelos consumidores referentes ao uso do telefone celular.
No Mato Grosso do Sul a empresa Vivo vai ressarcir os consumidores por causa da suspensão do serviço em pane que aconteceu alguns meses atrás. A Justiça do estado determinou o ressarcimento dos prejuízos dos clientes, bem como determinou que a empresa substituísse todos os aparelhos com tecnologia TDMA para o novo sistema adotado na região de cobertura da Vivo, CDMA. Apesar de tudo isso, o consumidor ainda paga por serviços que não utiliza e ligações que não finalizam.
No Rio Grande do Norte o congestionamento das linhas e a não finalização das ligações têm se tornado uma dor de cabeça para os usuários. Não obstante a isso as lojas estão abarrotadas de novos consumidores.
Em São Paulo o sistema realmente não funciona. A cidade é um centro de movimentação humana de magnitude. Além dos mais de 10 milhões de habitantes, circulam pelos terminais rodoviários e aeroviários outros 10 milhões que usam, ou melhor, emprestam a radiofreqüência dos aparelhos celulares. Nessa multidão pode-se imaginar a convulsão eletro-magnética que acontece na cidade.
Há ainda um outro aspecto a ser considerado para o incremento do uso de celulares. Devido às altas taxas, dito mínimas, de assinatura da telefonia convencional, muitas pessoas optam pelo usos de celulares, pois ficam livres dessa taxa e pagam pelo que usam nos aparelhos celulares. Muitas pessoas cancelaram as assinaturas dos telefones convencionais por causa do alto custo das taxas de assinatura.E ainda um outro aspecto merece reflexão sobre o caos da telefonia móvel. Trata-se do cartel estabelecido pelas empresas que exploram o serviço. Esse fato não é difícil de constatar. Basta ir a uma loja especializada na venda das linhas e aparelhos para constatar que os preços são os mesmos, tanto dos aparelhos ¿ que poderia ser justificado pela analogia dos modelos ¿ quanto das linhas, mesmo que uma empresa tenha, ou pelo menos deva ter, maior eficiência na sua atividade e na sua organização, ou ainda no que se refere ao tamanho de sua infra-estrutura que demandaria maior ou menor custo operacional.
E a regulamentação da atividade perguntaria o leitor a esta altura. A atividade é regulamentada pela Anatel ¿ Agencia Nacional de Telecomunicações, encarregada de fiscalizar o serviço. Segundo informações das regionais da Anatel em todo país, não há estrutura operacional suficiente para fiscalizar esse meganegócio. Assim, correto está o consumidor que, se sentindo lesado, procura os órgãos de defesa do consumidor e reclama, promove ações junto às procuradorias para cobrar regularidade do serviço e ressarcimento do dinheiro gasto ou investido. O fato ocorrido em Mato Grosso do Sul será referencia para que o consumidor cobre por seus direitos e as empresas respeitem o consumidor.A ampliação da infra-estrutura operacional das empresas é exigência imediata para uma qualidade mínima do serviço. Depois de um lucro fantástico é ridículo continuar com a precariedade do serviço. Se o descaso continuar, deverá a Anatel exigir e fiscalizar o cumprimento da legislação dessa área.

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A situação do bairro de Capim Macio é o retrato do descaso do poder público. As ruas sem qualquer benefício de urbanização agonizam no período de chuvas intensas. Conforme informações dos moradores do bairro, os imóveis são taxados com o maior valor de IPTU de Natal. Em oposição a isso as vias não possuem pavimentação, não há sistema de coleta de esgoto e em muitos locais não existe iluminação pública.
Num artigo publicado alguns meses atrás chamei a atenção do leitor e, espero, das autoridades públicas sobre as mazelas da praia de Ponta Negra, onde o esgoto corre em céu aberto, assim como os restos das construções na beira da praia são jogadas na areia e podem provocar acidentes com os banhistas, sejam turistas ou com os próprios natalenses que freqüentam a orla de Ponta Negra. A quantidade de cacos de vidro espalhados pela praia é enorme e pode provocar, com certeza provoca todos os dias, cortes graves nos pés dos banhistas. Esses ferimentos somados à poluição da praia podem resultar em sérias infecções.
Assim como Ponta Negra, Capim Macio é um bairro em que circulam muitas pessoas que visitam Natal, para não dizer diretamente o turista, mas nesse caso não se restringe a esse tipo de visitante, que vai encontrar a situação de calamidade de uma região urbana. A falta de urbanização do bairro é constrangedor para a administração municipal. Infelizmente esse não é um problema recente, daqueles que se poderia dizer que é uma situação momentânea e logo será resolvida. O acumulo de lixo nos terrenos baldios e mesmo nas vias de trânsito denotam que também os moradores não têm consciência da preservação da saúde e do meio ambiente. O problema do lixo se agrava porque a coleta não é realizada diariamente e assim os dejetos acumulados são focos de ratos, moscas e pernilongos, perturbando e colocando em risco a vida dos próprios moradores.
A situação atual do bairro é esta: ausência de iluminação pública em muitas ruas e em muitos pontos, lixo que se acumula nas ruas e em terrenos vazios, principalmente de sacos plásticos que, de uma forma impressionante, cresce a ¿infestação¿ proporcionando um quadro desolador que apresenta a nítida e real perspectiva de abandono total do poder público para com a região; ruas sem pavimentação cheias de buracos e quando chove a lama toma conta, não existem passeios públicos, ou seja, calçadas para o trânsito dos pedestres que são obrigados a circular pelo meio das ruas. Segurança? Isso é uma utopia. Funciona exclusivamente o sistema de segurança privada e em alguns casos o serviço de vigias que os moradores contratam.
Não obstante a tudo isso tem o IPTU mais caro da cidade e está tomado de grandes edifícios e moradias, ou seja, a arrecadação municipal tem uma grande receita, mas não retorna essa receita em benefícios para os moradores. Se faz necessário uma ação imediata, urgente para tornar o bairro com as condições mínimas de moradia. O poder público deve iniciar as obras de urbanização com a construção do sistema de coleta de esgoto, manutenção e ampliação da iluminação pública, pavimentação das vias, regulamentação para o processo de coleta de lixo e conservação dos imóveis vazios, fazer com que os proprietários conservem a limpeza dos terrenos sob pena de multa. São ações minimamente necessárias para que os moradores tenham condições de habitação num bairro que contribui para o desenvolvimento da cidade e por onde transita boa parte dos visitantes e turistas.

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